sábado, 21 de abril de 2018

Ore pela paz de Jerusalém - especial de Iom HaAtsmaut - 3ª e final PARTE


  PARTE e Final

70 anos da Independência de Israel

 לְמַ֤עַן צִיּוֹן֙ לֹ֣א אֶחֱשֶׁ֔ה וּלְמַ֥עַן יְרוּשָׁלִַ֖ם לֹ֣א אֶשְׁק֑וֹט עַד־יֵצֵ֤א כַ֙נֹּגַהּ֙ צִדְקָ֔הּ וִישׁוּעָתָ֖הּ כְּלַפִּ֥יד יִבְעָֽר׃
Por amor de Sião não me calarei, e por amor de Jerusalém não me aquietarei, até que saia a sua Justiça como um Resplendor, e a sua Salvação como uma Tocha acesa” (Isaías 62.1).

Seja esse nosso lema, nosso moto de vida, para a manifestação do Glorioso de Israel.



Menorah encontrada entre os remanescentes de uma antiga Beit Knesset (sinagoga) no Golan. Também pá de incenso (shovel) e shofar são retratados

Conexão do povo judeu com a terra de Israel

O SENHOR ama as portas de Sião, mais do que todas as habitações de Jacó” (Salmo 87.2)

            Sião e Jerusalém representam a nação, as terras e o território de Israel. Jerusalém simboliza o significado do chamado do povo judeu, sua peculiaridade, seu destino, sua identidade!

-        ‘próximo ano em Jerusalém’ – duas vezes por ano (Pêssach e Iom Kipur);
-        três vezes ao dia oram voltados para Jerusalém;
-        em qualquer lugar do mundo onde estejam, clamam pelas chuvas serôdias em Israel, como se vivessem na terra;
-        fazem orações especiais pela colheita das uvas, das azeitonas, das romãs, mesmo em terras onde não são encontradas essas frutas;
-        não importa onde estejam, durante Sukot, os judeus constroem sukot e fazem suas refeições, oram, lêem ali;
-        rabinos gastaram anos e anos de sua existência meditando, refletindo, investigando a ‘razão do exílio’, ‘o que teriam feito para merecer tão extenso exílio’, ao longo dos quase 2000 anos, tamanha sua conexão com a terra!

            O 1º ‘exílio’ durou 450 anos, centenas dos quais vividos como cativos (Egito – desceram ali com a anuência de YHVH); no 2º, foram 70 anos de cativeiro e 50 anos de exílio (Babilônia); este 3º cativeiro durou 1900 anos (romano, para os confins do mundo). O que teria causado tamanho exílio?

            Um dia, seus olhos serão abertos (por um tempo foram obscurecidos, até a plenitude dos gentios) e, então, eles verão Aquele a Quem traspassaram, e entenderão que traspassaram o Unigênito do PAI e compreenderão que desprezaram seu Irmão mais velho, o Primogênito do PAI; e chorarão amargamente por ELE e O prantearão em arrependimento, e se renderão!

            O SENHOR marcou com fogo o coração de cada judeu com respeito a Israel, Jerusalém principalmente, e isso começou quando ELE a escolheu para pôr Seu Nome:
-        cidade não portuária, não de rota comercial, sem rios ou banhada pelo mar, no meio de um deserto (o da Judéia), sem sistema de abastecimento de água próprio, insignificante aos olhos do mundo, mas o mundo não consegue dela tirar os olhos!
-        ...todas as minhas fontes estão em ti” (Salmo 87.7b) – a cidade que não possui quaisquer bens naturais ou vantagens de uma capital das nações, foi escolhida por YAH para que Sua graça ali fosse manifesta, para que ELE a preservasse e a sustentasse, pois ELE deveria ser sua vida, seu poder e sua glória! Ela representa a vida que vem de cima, a vida de DEUS sobrepujando a vida da carne, o celeste sobrepujando o terreno, o eterno  sobrepujando o transitório ou tempo-limite, o incorruptível sobrepujando o corruptível – Jerusalém, e não babilônia. E este é o chamado e o destino do povo judeu – misturado com a terra!

            Nesse lugar insignificante ao mundo das rotas comerciais e poderios políticos, sem qualquer riqueza natural ou edificada, naquele “lugar escolheu o SENHOR vosso DEUS para ali fazer habitar o Seu Nome” (Deuteronômio 12.11) (Deut 12.5; 14.23; 16.2,6,11; 26.2; Ezra 6.12; Neemias 1.9; Jeremias 25.29; Daniel 9.18,19)

            Na cultura judaica, os nomes descrevem a personalidade, o caráter e falam profeticamente da vida da pessoa. Por exemplo: Yaacov – enganador; Israel – príncipe de DEUS; Avraham – pai de multidão; Itschaq – riso.

            Quando o Todo Poderoso fala que Seu Nome habita em Jerusalém, significa que não é uma cidade ordinária, mas representa o caráter e o ser de DEUS, Seu coração, Sua mente, Seu trono, Sua Palavra, Seu propósito, Seu Messias e Seu Redentor.

            Por esta razão, enquanto outras antigas cidades e civilizações desapareceram, Jerusalém permanece, bem como o povo judeu. Ela permanecerá até que desapareça na glória da Nova Jerusalém!

            As cidades levantadas pelos homens cairão juntamente com sua ordem mundial. Jerusalém veio para ficar e nunca desaparecerá, até que venha o REI e DEUS vença a batalha das eras. Então, nova ordem será instituída.

            Nunca mais te chamarão: Desamparada (azav), nem a tua terra se denominará jamais: Assolada (sh’mamah); mas chamar-te-ão: O meu prazer está nela (Chefits-vah), e à tua terra: A casada (B’ulah); porque o SENHOR se agrada de ti, e a tua terra se casará. Porque, como o jovem se casa com a virgem, assim teus filhos se casarão contigo; e como o noivo se alegra da noiva, assim se alegrará de ti o teu DEUS” (Isa 62.4,5)

-        David Ben Gurion lutou por Jerusalém – ‘se perdermos Jerusalém, perderemos o destino do povo judeu’. Reconhecido como ateísta e, mais tarde, agnóstico, embora cresse na Bíblia (vários versículos sobre o Negev compunham os papéis sobre sua escrivaninha), declarou: ‘não é realista aquele que não acredita em milagres’. Certamente, o Espírito de YAH o tomou para lutar por Jerusalém e não desistir dela;
-        por um período inferior a 70 anos (entre 135 e 200 dC) e por outros 19 anos (1949-1967), deixou de existir um único judeu em Jerusalém. Em outros períodos, judeus tiveram sua identidade oculta, a fim de não lhes trazer problemas (num total de 500 anos, em uma história de 2500 anos, desde o cativeiro babilônio);
-        exceto pelos cruzados, Jerusalém só serviu como capital nacional aos judeus (quando em sua conquista, há 3300 anos, e atualmente, desde 1980);
-        desde 1840, os judeus são maioria em Jerusalém;
-        Guerra dos Seis Dias, 1967 – em dois dias, porção oriental da cidade (Monte Moriah), foi reconquistada pelos paraquedistas, que adentraram pelo Portão do Leão, passando pelo Portão Tsion, até o Kotel Maaravi, depois de 2000 anos (400 jubileus – fim do tempo de juízo)... 50 anos depois da entrada de Allenby (1917)


Vídeo – O avanço para Jerusalém (The Breakthrough to Jerusalem) (https://www.youtube.com/watch?v=7l1ol69rRxo)

[Marcando o 40º aniversário da Guerra dos Seis Dias, a transmissão por rádio dos soldados que libertaram a cidade antiga de Jerusalém continua a nos emocionar:
‘Estamos agora em torno do Vitória Augusta e podemos ver o ataque em frente a nós.
Nossos soldados estão tomando a posição com apoio aéreo, artilharia, etc.
É muito favorável, e em breve o leste de Jerusalém estará também em nossas mãos.
Aos comandantes de batalhão, estamos sentados na colina que visualiza a cidade velha.
E, logo, entraremos na cidade velha de Jerusalém, o lugar que esperávamos e aspirávamos alcançar.
Seremos os primeiros a entrar. Estamos há cinco metros, e ainda é perigoso,
andar por aqui; aqui e lá há franco atirador.
Ainda estão atirando em nós. Os tanques israelenses
permanecem na entrada da Cidade Velha, e...
em direção ao portão do Leão. Um ônibus jordaniano está
próximo a mim, o calor de suas chamas... ele estava completamente
queimado. O calor aqui é incrível... Em breve entraremos na cidade, estamos sob o portão do Leão,
e o arco está prestes a desabar por causa do bombardeio aqui...
O Monte do Templo está em nossas mãos, podem ouvir?
O Monte do Templo é nosso, O Monte do Templo é nosso.
Nós devemos conduzir um memorial pelos soldados caídos durante esta campanha,
contra todos os inimigos de Israel. Oh DEUS, o Misericordioso, que habita nas alturas,
conceda descanso adequado nas asas da
Divina Presença no nível elevado dos que são santos e puros, que brilham como o fulgor do
firmamento pelas almas dos nossos soldados que tombaram nesta campanha, no Nome do Sagrado
Todo Poderoso e libertaram o Monte do Templo e o
HaKotel Maaravi (Muro Ocidental) e Jerusalém, a cidade do Todo Poderoso...
...
Uma coisa, uma corrente. Uma corrente? Uma corrente longa com muitos elos (anéis)
Um elo chamado Avraham, um elo chamado Itschaq, outro chamada Yaacov, David, Shlomo, Ezra, Nehemia...
Shavel Zion, um elo chamado Bar Kochva, outro elo chamado Rabi Yehuda, Rabi Maimônides (o Rambam)
um elo chamado Mota Gur, os paraquedistas, Rabin, Dayan. Tantos anéis. Um elo ele não viu...
Quem? Você. Por que? Porque quando você vier para cá da próxima vez, aqui em Jerusalém,
você não será apenas uma pessoa, você se tornará uma porção do TaNaCH].


Cenas da conquista de Jerusalém oriental - Kotel Maaravi e Har HaMiqdash, em 07.06.1967


famosa foto dos paraquedistas que conquistaram HaYir HaAtikah, em frente ao Kotel Maaravi, depois de 2000 anos



Rav Shlomo Goren, rabino chefe das FDI, tocando o shofar e transportando a Torah (à semelhança do que faziam os antigos, ao transportarem a Arca da Aliança para o campo de batalha)



rabinos chefes (ashkenazi e sefaradita) sendo conduzidos ao Kotel, no dia da conquista



depois da reunificação de Jerusalém, o Muro Ocidental do templo de Shlomo tornou-se, novamente, lugar de assembleia para as orações do povo judeu

            Por 19 anos, os muçulmanos jordanianos tentaram erradicar a presença judaica e todos os sinais da identidade judaica na Cidade Velha: 53 sinagogas, academias e livrarias judaicas foram destruídas; uma via foi construída passando pelo cemitério judaico, no Monte das Oliveiras; as lápides foram usadas como material de pavimentação e como assentos sanitários, nos acampamentos jordanianos; os muçulmanos jordanianos expulsaram judeus residentes da Cidade Velha e impediram a entrada nela tanto de judeus como de muçulmanos israelenses, para orar.

            Em 1967, rei Hussein planejava a construção de um hotel de luxo na área do Muro Ocidental. Essa medida impediria definitivamente que judeus se achegassem ao Kotel para orar.

            A construção do hotel requereria o fechamento do portão Mograbi (interior da cidade para o Monte do Templo). Para o acesso ao monte, o rei Hussein tinha planos de ‘abrir o Portão Oriental’ (Dourado). Equipamento para a retirada de lixo, martelo pneumático e guindaste tinham sido transportados ao interior do Portão Oriental, em preparo à construção e demolição daquele portão. Os trabalhos estavam com início agendado para 7 de junho de 1967.

            Então me fez voltar para o caminho da porta exterior do santuário, que olha para o oriente, a qual estava fechada. E disse-me o SENHOR: Esta porta permanecerá fechada, não se abrirá; ninguém entrará por ela, porque o SENHOR, o DEUS de Israel entrou por ela; por isso permanecerá fechada” (Ezequiel 44.1,2)

            E a glória do SENHOR entrou na casa pelo caminho da porta, cuja face está para o lado do oriente... e eis que a glória do SENHOR encheu a casa... E disse-me: Filho do homem, este é o lugar do Meu trono, e o lugar das plantas dos Meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre; e os da casa de Israel não contaminarão mais o Meu nome santo...” (Ezequiel 43.4-7)

            No dia exato, o SENHOR bloqueou a mão do homem: nesse dia da conquista de Jerusalém, em 7 de junho de 1967, veio o cumprimento da profecia do SENHOR JESUS, depois de 2500 anos (desde os dias de Nevuchadnetzer) – fim do tempo dos gentios:

Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem” (Lucas 21.24)


Portão Dourado – fechado, porque o REI e SENHOR passou por ele!

Se Lucas 21.24 se cumpriu em 1967, então, em que tempos vivemos?

            Rabinos chamam esses tempos de ‘o limiar do Messias’. O SENHOR JESUS disse: “Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ELE está próximo, às portas” (Mateus 24.33).

            Quando JESUS clamou por Jerusalém, desde o Monte das Oliveiras, não a estava condenando ou fechando as possibilidades para sua restauração; ao contrário, estava expressando todo Seu intenso e angustiado amor por antever seu sofrimento, sua angústia, sua dor e infelicidade (alguns já passaram, outros estão acontecendo, e há aqueles que virão, mais terríveis ainda). Declarou o ‘até que’: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis EU ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta; porque EU vos digo que desde agora Me não vereis mais, até que digais: ‘Baruch Haba b’SHEM YHVH” (Mateus 23.37-39).

Em Israel, para dar-se boas vindas a alguém, diz-se ‘baruch haba’ ou ‘baruch haba b’SHEM YHVH’ (para os mais religiosos). São os judeus que devem dar boas vindas ao seu Messias e REI! São eles que devem gritar, clamar, vociferar para que ELE volte!

            Se JESUS está sentado num trono espiritual, por que ELE deveria regressar? Porque Seu reino será aqui na Terra, assentado sobre Jerusalém, o que faz com que Seu destino e o de Jerusalém estejam conectados – Seus pés estarão sobre o Monte das Oliveiras, quando a batalha sobre Jerusalém e Israel for vencida, de uma vez por todas. De fato, ELE já a venceu, mas essa ainda não é uma realidade experimental para nós!

            Jerusalém representa o chamado e o destino do povo judeu – suas identidade e força estão encravadas nas antigas pedras de seus muros: “Levanta-te, resplandece, porque vem a tua Luz, e a Glória do SENHOR vai nascendo sobre ti; porque eis que as trevas cobriram a Terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o SENHOR virá surgindo, e a Sua Glória se verá sobre ti. E os gentios caminharão à tua Luz, e os reis ao Resplendor que te nasceu” (Isaías 60.1-3) – iluminar o caminho dos gentios para o SENHOR!

            Paulo, em Romanos 11.26 (“E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá (se revelará, sairá) O Libertador, e desviará de Jacó as impiedades”), está cotando o texto em Isaías 59.20, totalmente inspirado por DEUS: “E virá um Redentor a Sião e aos que em Jacó se converterem da transgressão”.

- O Redentor veio a Sião e salvou todos aqueles que deram suas costas às impiedades de Jacó (se arrependeram de seus maus caminhos). A igreja primitiva era constituída desses judeus salvos na 1ª hora! E a maioria dos cristãos sequer sabe ou reconhece as raízes judaicas da fé que professa...

- sequer os judeus, perseguidos e mortos por esses mesmos cristãos, por dois milênios, que ocidentalizaram de todos os modos seu Messias, removendo todas as características que O poderiam identificar como sendo Um deles, podem reconhecer o Messias de Israel. Mas, só ELE, o MESSIAS, pode revelar-Se a partir de Sião´, ao Seu povo (para remover a iniquidade do restante de Israel) e ao mundo, para reinar sobre ele com vara de ferro, A PARTIR DE JERUSALÉM!


Israel, o centro da Terra:Levanta-te, resplandece, porque vem a tua Luz, e a Glória do SENHOR vai nascendo sobre ti; porque eis que as trevas cobriram a Terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o SENHOR virá surgindo, e a Sua Glória se verá sobre ti. E os gentios caminharão à tua Luz, e os reis ao Resplendor que te nasceu” (Isaías 60.1-3)



Estatísticas TaNaCH e Brit Chadashah, alguma coisa do coran

. SENHOR – 8084
. DEUS – 4446
. YHVH – 6214
. ELOHIM – 2976
. JESUS – 987
. CRISTO – 572
. Immanuel - 3
. Sião – 167
. Israel – 2551
. judeu (s, ia), israelita(s) – 323
. judaísmo, judaico – 9
. hebreu (s, éia(s), aico(a)(s) – 48
. DEUS de Israel – 202
. SENHOR em Jerusalém, Sião, Israel – 15
. JESUS em Jerusalém e Israel – mais 69
. Jerusalém – 813
. Judá , Judéia – 883
. alah (אָלָה) – 23: jurar, fazer declaração solene (juramento de aliança), prometer; execração, ódio, maldição (quando juramento quebrado) – “Quando alguém pecar contra o seu próximo, e puserem sobre ele juramento (alah) de maldição, fazendo-o jurar (alah), e vier juramento (alah) de maldição diante do teu altar nesta casa...” (1 Reis 8.31)
. mohamed/maomé – zero
. Arábia – 8
. palestina(o,os,as) – zero
. árabes – 10
. islamismo, muçulmano – zero
. allah em Sião – zero
. maomé em Jerusalém – zero
. Jerusalém no coran – zero
. Meca, Medina – zero
. 114 suras (capítulos) no coran, 24 falam sobre os judeus, em 89 citações – ainda declaram que Jerusalém e a terra de Israel é destinada aos judeus (http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/anti-semitism/koranjews.html)

Conspiração árabe nega: a conexão dos judeus com Jerusalém e com o templo, apagando evidências de sítios arqueológicos; também nega o holocausto


Entendendo, por meio de mapas e esquemas, a situação dramática de Israel, se houver uma nação islâmica dentro de seu território:


Plano ilegal de partilha 1947



O pretendido, com Gaza, Judéia e Samaria, Jerusalém oriental e colinas de Golan destacadas em cor bege



Em caso de criação de um estado islâmico em Israel, as distâncias territoriais que garantiriam a segurança de Israel diante de países a ela hostis, não existiria (distâncias entre zero e 40 km, como demostrado no mapa acima)


  
Mísseis qassam (autonomia de 6-7 km) e mísseis katyusha (autonomia 22 km) poderiam ser facilmente lançados das montanhas da Judéia à linha costeira, destruindo as áreas mais densamente povoadas de Israel, bem como de maior produção industrial – a vulnerabilidade de Israel é plena




Judéia e Samaria com as zonas (A,B e C) definidas nos acordos de Oslo

A = laranja – controle completo dos árabes que vivem em Israel (civil e segurança);
B = bege – controle completo dos árabes que vivem em Israel na área civil; segurança mista – forças israelenses e milícia árabe;
C = branca – completo controle israelense sobre segurança, planejamento e construção
Áreas lilases – assentamentos judaicos


exigência para garantir segurança de Israel, é que haja um estado islâmico independente DESMILITARIZADO - mas isso, o inimigo já declarou que nunca fará.  hamas (violência) disse, em tentativa de acordo com o fatah de mahmoud abbas, que NUNCA abandonará as armas, e que seu objetivo de existência é a destruição do Estado Sionista e Lar Nacional Judaico de Israel

Área verde – onde se concentram 70% da população judaica e 80% de sua produção industrial – correspondente à planície costeira
Completa vulnerabilidade diante de regimes (fatah e hamas) cujo objetivo precípuo é o de aniquilar Israel, apagando quaisquer vestígios de sua existência e do povo judeu do Oriente Médio



Topografia da segurança israelense. As linhas do armistício de 1949 (ou fronteiras pré-1967) estão evidenciadas acima. A Israel restaria a planície costeira (indefensável), enquanto que um estado islâmico animoso seria estabelecido nas regiões montanhosas. À dir. – divisa com Jordânia (também região montanhosa na divisa)
Topografia e Segurança Israelense: utilizando 4200 pés de barreira montanhosa para proteger a vulnerável linha costeira israelense http://www.defensibleborders.org/



 
Seção transversal da região montanhosa Samaria


Realidade similar nas Colinas de Golan – Síria teria pleno acesso ao vale onde está a Galiléia, atacando facilmente a região (conquistada na Guerra de 1967)
       

Sem a proteção territorial, Israel é extremamente vulnerável.

Clamemos ao SENHOR pela proteção deste Estado que celebra 70 anos, e por um novo tempo do SENHOR para ele.

Clamemos pela Israel Sh’lemah. Que não haja impedimento, pelos próprios judeus e comunidade internacional, da expansão territorial aos limites determinados pelo SENHOR.

Clamemos pela aliyah, tão numerosa quanto a quantidade de povo ainda vivendo no cativeiro das nações, para a glória do Nome do SENHOR YEHOSHUA.


Declaremos profeticamente:

Baruch ATAH YEHOSHUA HaMASHIACH, Hu Mélech haYehudim u’Mélech Israel u’Mélech HaOlam, asher bah b’SHEM HaGadol EH’YEH ASHER EH’YEH, YHVH Tsevaot Sh’mo
(Lucas 19.38; João 12.13)

Bem-aventurado/Bendito és TU, YEHOSHUA HaMASHIACH, REI dos judeus e REI de Israel e REI do universo, que vem em Nome do Grande EU SOU O QUE SOU, SENHOR dos Exércitos é o Seu Nome

Boah-na HaADON YEHOSHUA
(Revelação 22.20)

Ora vem SENHOR JESUS

Sobre sua casa e sua família, a bênção de YHVH aos filhos de Israel, ensinada por meio de Aaron, o sumo sacerdote:

23 כֹּ֥ה תְבָרֲכ֖וּ אֶת־בְּנֵ֣י יִשְׂרָאֵ֑ל אָמ֖וֹר לָהֶֽם׃ ס
 24 יְבָרֶכְךָ֥ יְהוָ֖ה וְיִשְׁמְרֶֽךָ׃ ס
 25 יָאֵ֙ר יְהוָ֧ה׀ פָּנָ֛יו אֵלֶ֖יךָ וִֽיחֻנֶּֽךָּ׃ ס
 26 יִשָּׂ֙א יְהוָ֤ה׀ פָּנָיו֙ אֵלֶ֔יךָ וְיָשֵׂ֥ם לְךָ֖ שָׁלֽוֹם׃ ס
 27 וְשָׂמ֥וּ אֶת־שְׁמִ֖י עַל־בְּנֵ֣י יִשְׂרָאֵ֑ל וַאֲנִ֖י אֲבָרֲכֵֽם׃ פ

23 ...Assim abençoareis os filhos de Israel. Direis a eles:
24 ‘YHVH, o Eterno, te abençoe e te guarde.
25 Faça o SENHOR resplandecer o Seu rosto sobre ti e te agracie.
26 Que o Eterno revele a ti a Sua Face de amor e te conceda a paz’.
27 Assim eles invocarão o Meu Nome sobre todos os israelitas, e EU os abençoarei” (Números 6.23-27).

Clamando com intensidade, com panos de saco e cinzas, Àquele Único que pode responder e socorrer, durante os iamim noraim...

Com gratidão e no amor do Amado e ardentemente desejado SENHOR YEHOSHUA HaMASHIACH, e na esperança do Seu regresso em nossa geração,

Chag sameach,

marciah malkah