domingo, 29 de novembro de 2015

Ore pelo regresso do SENHOR YEHOSHUA, orando pela paz de Jerusalém - 01 a 15.12.2015

SENHOR, TU ouviste os desejos dos mansos; confortarás os seus corações; os Teus ouvidos estarão abertos para eles; para fazer justiça ao órfão e ao oprimido, a fim de que o homem da terra não prossiga mais em usar da violência” (Salmo 10.17,18)

            Durante os meses de outubro e novembro, em função dos brutais e cruéis ataques terroristas em toda Israel, mais de vinte judeus morreram, outros vinte estão lutando por suas vidas e mais de 170 pessoas sofreram lesões sérias. Em um mês, foram 778 ataques terroristas, quase 26 ataques por dia, em sua maioria concentrados na região de Chevron e Yerushalaim.

Que o SENHOR conforte, console e fortaleça as famílias enlutadas. Conheçam eles ao Consolador, o Espírito da Verdade, Espírito de YEHOSHUA:
Mas, quando vier o Consolador, que EU da parte do PAI vos hei de enviar, aquele Espírito de Verdade, que procede do PAI, ELE testificará de Mim” (João 15.26);
Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de YEHOSHUA HaMASHIACH” (Filipenses 1.19);
O SENHOR edifica a Jerusalém, congrega os dispersos de Israel. Sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas” (Salmo 147.2,3);
a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso DEUS; a consolar todos os tristes; a ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do SENHOR, para que ELE seja glorificado” (Isaías 61.2,3).

            Sistematicamente, crianças e adolescentes vêm sendo preparados para matar judeus, e isso há mais de 15 anos, quer nos acampamentos de férias em Gaza (onde aprendem táticas de guerrilha e têm contato com armas de verdade), quer nas escolas primárias e secundárias,cujos professores utilizam cartilhas criadas pelos próprios muçulmanos que vivem em Israel (com o apoio de nações européias e da própria ONU, que custeiam essas escolas e toda literatura impressa).

            Recentemente, um menino de 11 anos tentou atacar um soldado. Ao ser interrogado, disse que ‘queria ser mártir’, por isso intentou o ataque!

Só podemos clamar por misericórdia do SENHOR e por Sua intervenção, levantando instituições com homens e mulheres compromissados com a Verdade, empenhados em alterar o sistema de ensino dessa nova geração, como fez o SENHOR na vida de Shmuel que, mesmo em meio a uma família não temente a ELE (e eram sacerdotes do DEUS Altíssimo), preservou-o de contaminação, tornando-o um juiz e profeta segundo Seu coração, que introduziu o sistema real em Israel, ungindo seus dois primeiros reis (1 Samuel 3).

            Inicialmente, a estratégia do governo foi colocar barricadas para controlar a entrada e saída dos bairros a leste de Jerusalém. Felizmente, perceberam que isso era como dar um tiro no próprio pé, como preparando o terreno para a divisão territorial tão temida pelos judeus com respeito a Yerushalaim oriental. Retiraram as barricadas e aumentaram o policiamento. E, louvado seja o SENHOR, diminuíram os atentados em Yerushalaim. No entanto, aumentaram em Chevron e nas stradas que conduzem aos assentamentos judaicos em Samaria e Judéia. Também aumentaram as investidas contra aqueles que andam fardados (soldados das FDI, policiais, seguranças privados).

            Das autoridades árabes e das nações do mundo, nenhuma palavra de condenação pelos ataques. Ao contrário: os terroristas mortos têm recebido honras, praças e centros esportivos em seus nomes, sendo considerados mais do que mártires, mas combatentes ribat (aqules que lutam pelas terras reclamadas pelos muçulmanos e, no caso, aqueles que têm lutado pela causa do Monte de Templo, que eles chamam de al-aqsa). Um dos líderes maiores do fatah de abbas, Muhaisen, em homenagem ao homem que iniciou essa nova campanha terrorista contra Israel, desde a cidade antiga de Yerushalaim, declarou que: ‘os palestinos têm direito de produzir as lágrimas das mulheres israelenses. É direito de nossos jovens fazerem com que as mulheres chorem, como nossas mulheres estão chorando; ainda que as nossas estejam fazendo sons de júbilo, sabendo que seus filhos e maridos morrem como mártires’.

            Recentemente, um sacerdote muçulmano de al-aqsa foi detido por ensinar a violência e morte aos judeus, com a mesma paga que maomé prometia a seus súditos, há 1400 anos. Nesse vídeo (abaixo), diz que allah poderia matar a cada judeu no mundo e de uma vez, se quisesse, mas deixou esse privilégio aos muçulamanos. Fala dos mártires e das recompensas que receberão de allah, por matarem pessoas: terão ses pecados perdoados, tão logo seu sangue jorre; lhes estão destinadas duas virgens de olhos negros no paraíso; poderão advogar a causa de 70 membros de suas famílias, para garantir-lhes que tenham direito a entrar no paraíso.

            Não se limita a falar dos mártires, mas segue falando sobre os combatentes ribat (muçulmanos que morrem defendendo locais sagrados ao islamismo, como a mesquita de al-aqsa, de onde ensina esse pregador, duas vezes por dia): não terão só seus pecados perdoados ao primeiro jorrar de seu sangue, mas lhes estão destinadas 70 virgens (35 vezes mais do que aos mártires), e poderão advogar a causa de quem quiserem, além de seus 70 familiares. Essas eram as promessas que maomé fazia a seus soldados (ou assassinos), que acabavam por não temer a morte, nem se aferrar à vida, porque morrer era melhor do que viver.


vídeo de sacerdote muçulmano ensinando em al-aqsa
(allah poderia matar a todos os judeus, mas allah quer que os palestinos se ocupem do ribat (conflito religioso)

            E as nações seguem não entendendo a verdadeira essência dos ataques terroristas, que já não estão limitados a Israel (há muito), mas acometem a Europa, EUA, e àqueles que pareciam intocáveis, como a Rússia (avião comercial russo foi derrubado, há três semanas, no Sinai, pelo isis): é uma guerra religiosa, sangrenta (não santa), não causada por ‘frustração, descontentamento, opressão, infelicidade dos árabes que vivem em Israel, por serem miseravelmente oprimidos pelos colonizadores e malfeitores judeus’, como alegam muitos líderes. E isso se sabe, porque os terrorisas (jovens e adolescentes) que estão atacando a judeus não estão gritando ‘pela liberdade da palestina’ (ainda que esta terra não exista); mas, estão gritando ‘allahu akbar’ (allah é grande) (ainda que este seja o diabo travestido).

            O terrorismo islâmico não é um grito por socorro, mas um grito de ódio, espírito de inferioridade e rejeição (pela expulsão de Ishmael da presença de Avraham, seu pai).

Dois pesos diferentes e duas espécies de medida são abominação ao SENHOR, tanto um como outro” (Provérbios 20.10)

            Após os atentados em Paris, há duas semanas, o presidente francês François Hollande fez declarações contundentes, de que os ataques terroristas eram um ‘ato de guerra’, seus perpetradores eram ‘bárbaros’, e ordenou que fossem bombardeados ‘campos de treinamento terroristas’, mesmo que localizados a clínicas médicas, um museu e um campo de futebol, na Síria controlada pelo isis, em Raqqa. E as nações apoiaram suas palavras e atitudes, sem titubear.

            Mas, quando Netanyahu faz declarações similares: os terroristas em seu país estão realizando ‘atos de guerra’, é acusado de exagerar as ameaças; os assassinos são ‘cruéis’, é denunciado como racista, ‘segregacionista’. Quando Israel ataca pontualmente células terroristas próximas a áreas civis, é acusada de ‘crimes de guerra’ e ‘resposta desproporcional’.

            Os poderosos continuam a jogar com dois pesos e medidas diferentes, o que é abominável ao SENHOR. Ainda que clínicas médicas (com pacientes) tenham sido atingidas, não se ouviu um conselheiro da administração b.obama requerer que Hollande pedisse desculpas por descrever aos assassinos muçulmanos como ‘cruéis, bárbaros’; não se determinou que França pedisse desculpas pelas clínicas atingidas, ou que b.bama tenha requerido de que houvesse ‘moderação’ de ambas as partes (como sempre fizeram com Israel e seus inimigos). Justamente o contrário, porque foi o serviço de inteligência norte-americano que ajudou a França nesse ataque a Raqqa, o que faz dos eua um cúmplice nessa destruição.

            Enquanto o ocidente não entender que o islamismo não se entende, não se argumenta e não se lida segundo os padrões de comportamento da sociedade e mentalidade ocidentais (teoricamente, em bases de liberdade de expressão e onde todos somos iguais perante a lei, com os mesmos direitos e deveres, numa cultura judaico-cristã), não conseguirá combater efetivamente seus males e crueldades, mas continuará na mesmice do ‘apaziguamento’, para não ‘provocar a ira do inimigo’, e continuará a fazer de Israel seu bode expiatório, a culpada de toda instabilidade do mundo, ainda que o seja, de fato, porque, todavia, não assumiu sua posição de primogenitura entre as nações (“Assim diz o SENHOR: Israel é Meu filho, Meu primogênito” – Êxodo 4.22), o chefe e cabeça das nações (Jeremias 31.7), e anda pelas pegadas de outros e não de EL ELOHEI Israel, DEUS o DEUS de Israel.

            Danny Danon, o embaxador de Israel na ONU, leu o nome daqueles que recentemente perderam suas vidas em Israel, e mostrou suas fotos, para tentar sensibilizar os delegados das nações pela causa de Israel (vídeo abaixo).



vídeo de Danny Danon, diante da Assembléia Geral das Nações Unidas, lendo os nomes das vítimas inocents de terrorismo islâmico em Israel, mortas a sangue frio (entre elas, um árabe); ao fim, mostra um quadro com fotos dessas vítimas

            Quando o governo em Israel decidiu isolar os bairros muçulmanos em Jerusalém oriental, com barricadas, foi como o cerco em Bet Lechem, que terminou por ser entregue ao domínio muçulmano, em 2002. Como escrevi acima, graças a YAH o erro foi percebido, e as barricadas caíram.

            Entrementes, na semana passada, uma cota judaica foi estabelecida para visitas ao Monte do Templo pela polícia de Yerushalaim, limitando a 45 o número de visitantes judeus àquele lugar que é o local mais sagrado para o judaísmo, pela manhã, e outros 15 à tarde. Não há limitaçõs para outros visitantes. Aos judeus, requer-se registro prévio. O que se entende por inscrição prévia para esse número específico, ou essa ‘cota racial’ para judeus, é que a polícia não permitirá a entrada de judeus sem prévia inscrição.

            Quantas cotas mais Israel terá de se autoimpor para ‘apaziguar’ as nações?

            Existem muitas nações árabes que estão sobre terras determinadas aos descendentes de Avraham em Itschaq e em Yaacov, Israel, de acordo com o Testamento deixado por DEUS, cujo Testador, YEHOSHUA, morreu, fazendo valer tal Testamento, e mais ainda, porque vivo está: “Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do Testador. Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive? Por isso também o primeiro não foi consagrado sem sangue; orque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a Torah (Lei), tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissope, e aspergiu tanto o mesmo livro como todo o povo, dizendo: Este é o sangue do testamento que DEUS vos tem mandado. E semelhantemente aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os vasos do ministério. E quase todas as coisas, segundo a Torah (Lei), se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. Porque MASHIACH não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de DEUS” (Hebreus 9.16-24).

            57% da população árabe de Israel declaram que o movimento islâmico radical fielmente as representa; 42,2% dizem ser simpatizantes, membros ou associados ativos desse movimento; 18,2% não consideram o estado islâmico (isis) uma organização terrorista; 63% se opõem às conversações de paz com Israel; 58% desejam a aposentadoria de abbas; a maioria apóia a nova intifada; 42% apoiam o uso do terrorismo contra Israel. Enquanto isso, 46% dos israelenses querem a separação dos árabes e muçulmanos, pela constituição de um estado islâmico; 35% apóiam aplicar a soberania israelense sobre Judéia e Samaria. Já para os de idade abaixo de 45 anos, os dados são revrsos. De fato, nem judeus nem árabes apóiam a solução de dois estados, embora as nações continuem com essa mesma ‘ladainha’, bem como a esquerda israelense.

            De acordo com a Escritura (e o Verbo que vive e reina é a própria Escritura), está descrita a dimensão territorial que YAH deu, sob juramento eterno, a Israel: “E sucedeu que, posto o sol, houve escuridão, e eis um forno de fumaça, e uma tocha de fogo, que passou por aquelas metades. Naquele mesmo dia fez o SENHOR uma aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até o grande rio Eufrates; e o queneu, e o quenezeu, e o cadmoneu, e o heteu, e o perizeu, e os refains, e o amorreu, e o cananeu, e o girgaseu, e o jebuseu” (Gênesis 15.17-21) – sua representação esquemática é mostrada abaixo, em alto relevo:


A terra prometida a Israel que pertence ao SENHOR, de acordo com Levítico 25.23, e que as nações teimam em mandar e desmandar, contra Sua vontade e determinação:
Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é Minha; pois vós sois estrangeiros e peregrinos coMigo

            De acordo com o mapa acima, tudo o que está compreendido ao ocidente do delta do Nilo, incluindo todo Sinai, parte do norte da Arábia Saudita, Kwait, Jordânia, Líbano, Síria, sudeste da Turquia e ilhas, e ao oriente do rio Eufrates, no Iraque, faz parte de Israel Sh’lemah (Israel completa), todas em mãos de muçulmanos, adoradores de satanás, engrandecendo ao nome do inimigo.
           
            Quantas ‘cotas’ mais terão de ser cedidas das terras que Israel recebeu por juramento com mão erguida e pela boca do DEUS Único, Altíssimo, em herança perpétua, para lhes ser fiel, e toma-las como tão sagradas quanto lhe é o Monte do Templo, pelas quais deveria zelar com vigor e rigor, porquanto mordomo das terras do SENHOR?

            Os mesmos que estão por trás dessas cotas, são os mesmos que têm dividio a terra. Infelizmente, sabemos, pela mesma Escritura, que voltarão a pisar Jerusalém (Zacarias 14), mas podemos orar pela salvação de todo Israel, antes que esses evntos ocorram; pela obra de YEHOSHUA HaMASHIACH no Calvário não passar despercebida por um judeu sequer, e que todos ouçam a Palavra e a ponham em prática, pois o destino de Israel está nas mãos do povo que crê em YEHOSHUA HaMASHIACH e na Escritura. “Quanto a ti, ó filho do homem, os filhos do teu povo falam de ti junto às paredes e nas portas das casas; e fala um com o outro, cada um a seu irmão, dizendo: Vinde, peço-vos, e ouvi qual seja a Palavra que procede do SENHOR. E eles vêm a ti, como o povo costumava vir, e se assentam diante de ti, como Meu povo, e ouvem as tuas Palavras, mas não as põem por obra; pois lisonjeiam com a sua boca, mas o seu coração segue a sua avareza. E eis que tu és para eles como uma canção de amores, de quem tem voz suave, e que bem tange; porque ouvem as tuas Palavras, mas não as põem por obra. Mas, quando vier isto (eis que está para vir), então saberão que houve no meio deles um profeta” (Ezequiel 33.30-33).

Clamemos, com base no texto: “E chegou Jacó salvo (completo, integral) a Salém, cidade de Shechem (Siquém), que está na terra de Canaã, quando vinha de Padã-Arã; e armou a sua tenda diante da cidade. E comprou uma parte do campo em que estendera a sua tenda, da mão dos filhos de Chamor, pai de Shechem, por cem peças de dinheiro. E levantou ali um altar, e chamou-lhe: EL ELOHEI Israel (DEUS, o DEUS de Israel)” (Gênesis 33.18-20).
Os territórios que foram comprados pelos patriarcas e por David, como Chevron, Shechem (onde repousam os ossos de Yosef, cuja tumba foi queimada, há algumas semanas. Tais ossos foram o memorial ao povo de que o SENHOR não se esqueceria de Seu povo no cativeiro do Egito, pois, cada vez que os viam, lembravam de suas palavras e da promessa que lhe fizeram: ‘quando o SENHOR os visitar, levem meus ossos com vocês e os sepultem em Israel’ – Gênesis 50.25) e Moriah, onde erigiram altares de consagração e adoração a ELOHEI Israel, têm sido lugares de grandes disputas e conflitos. O SENHOR apareceu aos patriarcas nesses lugares.

- que o poder de violência imperante nesses locais seja quebrado e seus habitantes trazidos ao Reino do Príncipe da Paz (uma vez que a terra prometida aponta para YEHOSHUA HaMASHIACH, Sar Shalom);

- que os altares de consagração e adoração erigidos por Avraham, Yaacov e David sejam restaurados naquelas terras e no coração da população que ali assiste (judeus, árabes e muçulmanos);

- que o SENHOR derrame de Sua graça, de Sua misericórdia para que revele-Se a Si mesmo, EL ELOHEI Israel, o Soberano, Eterno e Único, ao coração de muitos em Israel, judeus e gentios. Que ELE corte a identificação dos muçulmanos com o falso deus, allah, levando-os e aos judeus, a prostrar-se, em humildade, diante do Todo Poderoso, que escolheu identificar-Se com Israel e sua semente, porque ELE é DEUS, o DEUS de Israel;

- pelos limites territoriais, para que a Palavra de YAH se cumpra e Israel se torne sh’lemah (completa), para a glória e a honra de Seu Nome.



vídeo da população de Bruchim
Toda a população de Bruchim (‘sejam abençoados’), assentamento judaico em expansão nas montanhas de Samaria, participou da realização de um vídeo, para mostrar, principalmente à população de Israel, que apesar de serem colonos, estão ali para cumprir o chamado de ‘possuir e povoar a terra’ (Êxodo 23.20-33). E a melodia diz:
‘Vire à direita e siga em frente.
Aqui é a casa da minha família.
Aqui eu cresci, tendo muita diversão,
Juntando experiências todo o tempo.
Aqui estão minha família
E meus amigos.
Aqui está a minha casa, onde vivo.
Louvado seja o SENHOR, louvai o Bom SENHOR.
Oh DEUS, nós Te agradecemos, ‘seja abençoado’ desde Bruchim

Aqui estão minha família
E meus amigos.
Aqui está a minha casa, onde vivo.
Louvado seja o SENHOR, louvai o Bom SENHOR.
Oh DEUS, nós Te agradecemos, ‘seja abençoado’ desde Bruchim

Eu olho ao redor e de repente recordo-me
De que antes não havia nada aqui.
De pedra, árvore, areia e solo
Nós florescemos juntos com a terra desolada.
E agora,
O riso das crianças
Preenche o silêncio.
Louvado seja o SENHOR, louvai o Bom SENHOR.
Oh DEUS, nós Te agradecemos, ‘seja abençoado’ desde Bruchim

E agora,
O riso das crianças
Preenche o silêncio.
Louvado seja o SENHOR, louvai o Bom SENHOR.
Oh DEUS, nós Te agradecemos, ‘seja abençoado’ desde Bruchim

Entrando em minha casa com felicidade,
Em meu coração digo uma oração
Para muitos anos de crescimento e prosperidade,
Esperança, felicidade e sucesso.
Que possamos continuar a crer (acreditar)
Juntos, juntos em Bruchim.
Louvado seja o SENHOR, louvai o Bom SENHOR.
Oh DEUS, nós Te agradecemos, ‘seja abençoado’ desde Bruchim.

Que possamos continuar a crer
Juntos, juntos em Bruchim
Louvado seja o SENHOR, louvai o Bom SENHOR.
Oh DEUS, nós Te agradecemos, ‘seja abençoado’ desde Bruchim.
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Que o Reino de DEUS venha sobre Judéia e Samaria. ELE prometeu que aquela região seria preparada para aguardar o regresso dos filhos de Israel, Seu povo escolhido: “Mas vós, ó montes de Israel, produzireis os vossos ramos, e dareis o vosso fruto para o Meu povo de Israel; porque estão prestes a vir” (Ezequiel 36.8)

            Há duas semanas, um pastor iraniano que vive no Canadá, levou uma caravana de 37 irmãos iranianos a Israel, para abençoá-la.

            Relato sua trajetória e a de outro pastor, também iraniano, porque é inspiradora e está em linha com aquilo que o SENHOR tem requerido de mim para orar pelos muçulmanos que estão ‘invadindo’ a Europa.

            Afshin Javid nasceu num lar muçulmano. Cresceu com o ideal de executar vingança por allah. Foi doutrinado a odiar judeus. Tornou-se voluntário da guarda revolucionária iraniana em seus primórdios, cuidando da segurança interna, leis de coação e policiamento moral. Deixou o Irã para espalhar o islamismo, e acabou se convertendo a YEHOSHUA HaMASHIACH, o REI dos judeus, na Malásia! O ódio aos judeus, por allah, tornou-se em amor e defesa a Israel por causa do DEUS de Israel. Defende o direito à existência do Estado de Israel e o direito de retorno dos judeus à terra prometida, entendendo que DEUS não deseja o ódio ou a morte, mas a prática do amor

            Para o pastor Ali Feizi, em sua companhia, pôde perceber o quão distinto é Israel do que apresenta a mídia. Ele desejava ser militante do hisb’allah, ainda que sua família, mesmo sendo muçulmana, se opusesse ao seu radicalismo. Também cria que deveria trazer honra para allah, pelo que aprendera na escola. No Canadá, após os ataques suicidas de 11 de setembro, se converteu, porque disse que não poderia adorar um deus que destrói a humanidade, vendo a esses ataques um atentado não somente contra judeus e cristãos, mas contra a humanidade.

Clamemos por aqueles que estão nos amaldiçoando, orando pela salvação dos muçulmanos. Há mais de um bilhão de pessoas enganadas pelo espírito do antissemitismo islâmico, pelo anti-messias. Mas ELOHEI Israel, o DEUS Único e Verdadeiro, é infinitamente maior do que a criatura chamada satanás, que já foi derrotado na cruz do Calvário, na ressurreição e ascensão de YEHOSHUA HaMASHIACH, SENHOR dos céus e da Terra.
Dizei entre os gentios que o SENHOR reina. O mundo também se firmará para que se não abale; julgará os povos com retidão” (Salmo 96.10)
O SENHOR tem estabelecido o Seu trono nos céus, e o Seu reino domina sobre tudo” (Salmo 103.19)

Clamemos pelos que estão fugindo da guerra no O.M., para que sejam impactados pelo radicalismo do estado islâmico e, frustrados, decepcionados, não possam mais servir a um ‘deus’ que destrói a humanidade.

Que mais e mais muçulmanos sejam impactados pela verdade de que allah é satanás, e tenham seus olhos abertos para com aqueles a quem DEUS Único e Verdadeiro, DEUS de Israel, ama, e passem a amar Israel, pela causa de DEUS.

Que haja êxodo de grandes proporções do islamismo, em busca da Verdade, que é YEHOSHUA HaMASHIACH, para a glória de Seu Nome.

Clamemos para que mais árabes, principalmente os cristãos (muitos deles nominais) sejam despertados e renunciem à violência e ao palestinianismo cristão (a nova vertente da teologia da substituição e antissemitismo dentro do Corpo do MASHIACH).
Quem dera que eles tivessem tal coração que Me temessem, e guardassem todos os Meus mandamentos todos os dias, para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos para sempre” (Deuteronômio 5.29);
Livra-me, ó SENHOR, do homem mau; guarda-me do homem violento, que pensa o mal no coração; continuamente se ajuntam para a guerra” (Salmo 140.1,2).

Que o SENHOR tenha misericórdia de Israel e quebre o poder do inimigo sobre o Monte do Templo, permitindo que os judeus possam ali orar. Que a população se levante para dizer NÃO à ‘cota racial’, assim como houve o despertamento para entenderem que as barricadas em Jerusalém oriental eram prenúncio de divisão territorial e fim da unidade de Jerusalém. “Assim como estão os montes à roda de Jerusalém, assim o SENHOR está em volta do Seu povo desde agora e para sempre. Porque o cetro da impiedade não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda as suas mãos para a iniqüidade” (Salmo 125.2,3).

Que Israel, com esses conflitos, se volte para o DEUS de Israel, em clamor e ajuda. “Oh, se de Sião tivera já vindo a Redenção de Israel! Quando o SENHOR fizer voltar os cativos do Seu povo, se regozijará Jacó e se alegrará Israel” (Salmo 14.7).

E Timna era concubina de Elifaz, filho de Esaú, e teve de Elifaz a Amaleque. Estes são os filhos de Ada, mulher de Esaú... O príncipe Coré, o príncipe Gaetã, o príncipe Amaleque; estes são os príncipes de Elifaz na terra de Edom; estes são os filhos de Ada” (Gênesis 36.12,16).

            O capítulo 36 de Gênesis é dedicado à genealogia de Esaú, pai dos edomitas (v.9). Os descendentes de amalek têm um papel central na família de Esaú. Foram eles os primeiros a atacar Israel em seu regresso do cativeiro egípcio, logo depois de atravessarem o Mar Vermelho, em Refidim (Êxodo 17.8) e de forma traiçoeira (“Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito; como te saiu ao encontro no caminho, e feriu na tua retaguarda todos os fracos que iam atrás de ti, estando tu cansado e afadigado; e não temeu a DEUS” – Deuteronômio 25.17,18).

            O dano foi tamanho, que nas Escrituras, esse nome tipifica o espírito de pacto de ódio, a raiz do antissemitismo, que é a mesma do islamismo, e contra quem jurou o SENHOR guerra contínua, de geração em geração, até que fosse eliminado de debaixo do céu.
            “Então disse o SENHOR a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que EU totalmente hei de riscar a memória de amalek de debaixo dos céus” (Êxodo 17.14)

            “Será, pois, que, quando o SENHOR teu DEUS te tiver dado repouso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o SENHOR teu DEUS te dá por herança, para possuí-la, então apagarás a memória de amalek de debaixo do céu; não te esqueças” (Deuteronômio 25.19).

            Quando Shaul recusou-se a seguir as estritas ordens do SENHOR e deixou com vida ao rei amalequita Agag (1 Samuel 15.9), foi severamente repreendido pelo profeta Shmuel, perdeu sua realeza e, de acordo com relato bíblico, foi morto pelas mãos de um amalequita (2 Samuel 1.8,13). Além disso, deixou para seus descendentes enfrentarem o complô de holocausto do povo judeu, arquitetado por um descendente daquele rei amalequita, agag, com quem usou de misericórdia. haman, o agagita e líder maior na casa e reino do persa Achashverosh, nos dias de Ester (Ester 3), era o seu nome. Não fosse a intervenção divina, ao levantar um benjamita (Ester 2) e, portanto, descendente de Shaul, para reverter a trama em bênção para o povo judeu, este teria sido exterminado, porque um líder não obedeceu a DEUS.

            O islamismo é uma religião de violência, porque prega a supremacia física sobre outras, o que faz com que a guerra se torne um ato de fé. Crer no islamismo é ter fé que ele conquistará o mundo inteiro. Ser um verdadeiro muçulmano é responder ao chamado expansionista para essa conquistal global, se oferecendo como combatente ou ajudando financeiramente a causa expansionista.

              O cumprimento do islamismo depende da subjugação de não muçulmanos (infiéis), e isso faz com que a violência contra esses infiéis seja a essência da religião. Quando se ouve declarações absurdas vindas de um ‘hamas’, de que ‘matar judeus é adoração que os aproxima de allah’; ou de militantes do isis e  violentadores de mulheres yazidi (outra seita islâmica), de que ‘o estupro os atraia para mais perto de allah’, eles realmente acreditam nisso, e o praticam como forma de vida, prática religiosa normal, cotidiana. Esses radicais não estão ‘pervertendo uma grande religião, como atestam muitos líderes ocidentais; eles simplesmente estão vivendo a religião que lhes foi ensinada’. E isso o ocidente deve encarar e entender, por mais ‘impossível e descabido’ que seja.

            A jihad (guerra san gren ta) é a força que dá ao islamismo os meios para atingir seus objetivos de conquista mundial, e é a maneira de seus seguidores expressarem sua mais profunda fé. Jihadistas que conquistam, subjugam e massacram aos infiéis são considerados os missionários de sua crença.

            Seu enorme complexo de inferioridade o leva a cometer atos malignos quando alguém ou algo blasfema de sua absoluta superioridade. Como verdade e poder, no islamismo, são idênticos, ele não é uma religião dos opressos, mas dos opressores. E isso se revela no fato de que, tendo sucesso em seus crimes (não só ara matar, como para gerar medo, insegurança, instabilidade), como prova de poder, também estão mostrando que a verdade está com eles (o sucesso dos atentados expressa essa realidade para eles), pelo fato de estarem conseguindo espalhar o islamismo. E essa é a razão pela qual eles gritam ‘allahu akbar’. Matando aos infiéis, estão provando que allah é maior do que o ‘deus dos povos’: mesmo complexo de superioridade de Senaqueribe, rei da Assíria, e de seu emissário Rabsaqué, no mesmo espírito de engano, prometendo futuro melhor diante da rendição – “Rabsaqué, pois, se pôs em pé, e clamou em alta voz em judaico, e disse: Ouvi as palavras do grande rei, do rei da Assíria. Assim diz o rei: Não vos engane Ezequias; porque não vos poderá livrar. Nem tampouco Ezequias vos faça confiar no SENHOR, dizendo: Infalivelmente nos livrará o SENHOR, e esta cidade não será entregue nas mãos do rei da Assíria. Não deis ouvidos a Ezequias; porque assim diz o rei da Assíria: Aliai-vos comigo, e saí a mim, e coma cada um da sua vide, e da sua figueira, e beba cada um da água da sua cisterna; até que eu venha, e vos leve para uma terra como a vossa; terra de trigo e de mosto, terra de pão e de vinhas. Não vos engane Ezequias, dizendo: O SENHOR nos livrará. Porventura os deuses das nações livraram cada um a sua terra das mãos do rei da Assíria? Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim? Porventura livraram a Samaria da minha mão? Quais dentre todos os deuses destes países livraram a sua terra das minhas mãos, para que o SENHOR livrasse a Jerusalém das minhas mãos?” (Isaías 36.13-20).

            A existência de Israel, sua persistência e insistência em continuar de pé (apesar de tudo) enquanto país judaico, em meio a um oceano de países muçulmanos, é uma afronta contínua à supremacia islâmica, é quebrar o status quo do islamismo, que preza por sua superioridade em todas as instâncias físicas.

            E uma vez que um território tenha pertencido aos muçulmanos, para sempre é propriedade do islã. É um disparate ao mundo islâmico existir um país judaico. É por isso que nenhuma das nações islâmicas reconhece o Estado de Israel. É por isso que a liderança árabe que vive em Israel não a reconhece como Estado judaico.

            Forçar os infiéis a uma posição de submissão afirma a verdade e o poder do islamismo. Levá-los à submissão é cumprir o verso corânico de que allah enviou maomé para fazer do islã a religião suprema. Entretanto, quando o islã tem que se submeter, um ato de blasfêmia foi cometido, e só poderá ser corrigido pela morte dos infiéis, levando-os ao destempero e, mais uma vez, afrmando a superioridade física do islã, criando um círculo vicioso de violência, não resultante da opressão judaico-cristã, mas da necessidade doentia do islamismo de estar por cima, de ser o opressor.

            A coexistência com infiéis é blasfêmia para o islamismo, uma vez que o corão proíbe tal relação (‘não tenha a judeus e cristãos por amigos’ – corão 5.51). Ela é blasfêmia, porque só cabe aos infiéis a submissão. O comando de maomé era de limpeza étnica de judeus e cristãos da península arábica. isis está tentando cumprir cabalmente essa ordenança.

            Por causa desse complexo de superioridade, todo o projeto frustrado, toda resposta desfavorável à causa islâmica se traduz em mais ira, mais violência. Se algum território recebeu bandeira islâmica, deverá ser readquirido; se não, deverá ser conquistado, porque a superioridade muçulmana deve ser honrada e estabelecida.

            A conexão do islamismo com o terrorismo não é mero acaso, mas o resultado inevitável da teologia islâmica de supremacia e materialismo (e essa é uma seita extremamente materialista, física em seus propósitos), que combinados com o código de honra de uma cultura tribal, fatalmente levam à guerra e ao desejo insaciável de conquista.

            As ações dos infiéis se tornam mero contexto para criar o pretexto do próximo ataque, para provar a supremacia islâmica.

Clamemos pela vitória na batalha contra o fundamentalismo islâmico (espírito de amalek) em Israel. “A sabedoria fortalece ao sábio, mais do que dez poderosos que haja na cidade” (Eclesiastes 7.19)

Clamemos pelo despertamento dos políticos israelenses, para entenderem a verdadeira natureza do conflito com os árabes e muçulmanos que ali vivem, a fim de que atuem com sabedoria, discernimnto e determinada resolução diante desse novo desafio, como faziam os filhos de Issachar. “Disse o néscio no seu coração: ‘Não há DEUS’. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem. O SENHOR olhou desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a DEUS” (Salmo 14.1,2).

            Obadias, cuja profecia é para os últimos dias, fala de repreensão e julgamento final de Edom, por causa da ‘violência empregada contra seu irmão Jacó’ (“Por causa da violência feita a teu irmão Jacó, cobrir-te-á a confusão, e serás exterminado para sempre. No dia em que o confrontaste, no dia em que estranhos levaram cativo o seu exército, e os estrangeiros entravam pelas suas portas, e lançaram sortes sobre Jerusalém, tu eras também como um deles. Mas tu não devias olhar com prazer para o dia de teu irmão, no dia do seu infortúnio; nem alegrar-te sobre os filhos de Judá, no dia da sua ruína; nem alargar a tua boca, no dia da angústia; nem entrar pela porta do Meu povo, no dia da sua calamidade; sim, tu não devias olhar satisfeito o seu mal, no dia da sua calamidade; nem lançar mão dos seus bens, no dia da sua calamidade; nem parar nas encruzilhadas, para exterminares os que escapassem; nem entregar os que lhe restassem, no dia da angústia” – Obadias 10-14).

            Ao se deparar com o uso de técnicas desprezíveis, como visto no vídeo abaixo, em que crianças muçulmanas ‘brincam’ de terrorismo (terroristas e vítimas), atacando os transeuntes despercebidos pelas costas, percebemos como são técnicas utilizadas por seus antepassados.   Essa foi a técnica de amalek/esaú/edom. E hoje, é a mesma técnica empregada pelo islamismo/antissemitismo (sinônimos).

            Quanto ao vídeo, foi feito em Farah, num ‘campo de refugiados’ (sobre isso escreverei em algum momento, quando o SENHOR o permita) próximo a Jenin, em Samaria, ao norte de Jerusalém, quatro crianças árabes brincam de serem judeus (chapéu e kipah), quando traiçoeiramente são atacadas pelas costas, por uma quinta criança esgueirada, portando uma faca. Com sucesso, fere às outras crianças, que gritam por ‘imah’ (mãe, em hebraico) e foge (https://www.facebook.com/StandWithUs/videos/10153312244762689/), enquantoo uma sexta criança filma toda a ‘brincadeira’. E são ‘crianças’!!!

            Essa tem sido a herança desses, herança de ódio, rancor, inveja, desejo de destruição: “Porquanto guardaste inimizade perpétua, e espalhaste os filhos de Israel pelo poder da espada no tempo da sua calamidade e no tempo da iniqüidade final” (Ezequiel 35.5).

            Embora o SENHOR não tenha qualquer prazer na morte do ímpio, e deseja que ninguém pereça, se contrapõe e se contraporá a todos aqueles que se opõem e se opuserem à Sua aliança com Jacó, Israel, por se tratar de uma aliança de vida para a humanidade (e não só para a casa de Israel).

            Porque o islamismo alega que seu deus escolheu Ishmael e, portanto, escolheu alguém distinto à escolha do DEUS da Vida, ELOHIM Chaim, cujas promessas e aliança foram estabelecidas em Itschaq, conclumos que o islamismo é uma religião de morte (onde não está DEUS, há morte e não vida, porque ELE é Vida), onde impera o ódio, a destruição, porque o diabo veio para roubar, matar e destruir (João 10.10).

            E diz o SENHOR: “Por isso vivo EU, diz o SENHOR DEUS, que te preparei para sangue, e o sangue te perseguirá; visto que não odiaste o sangue, o sangue te perseguirá. E farei do monte Seir uma extrema desolação, e exterminarei dele o que por ele passar, e o que por ele voltar. E encherei os seus montes dos seus mortos; nos teus outeiros, e nos teus vales, e em todos os teus rios cairão os mortos à espada. Em desolações perpétuas te porei, e as tuas cidades nunca mais serão habitadas; assim sabereis que EU Sou o SENHOR. Porquanto disseste: As duas nações e as duas terras serão minhas, e as possuiremos, sendo que o SENHOR Se achava ali. Portanto, vivo EU, diz o SENHOR DEUS, que procederei conforme a tua ira, e conforme a tua inveja, de que usaste, no teu ódio contra eles; e Me farei conhecer entre eles, quando te julgar. E saberás que EU, o SENHOR, ouvi todas as tuas blasfêmias, que proferiste contra os montes de Israel, dizendo: Já estão assolados, a nós nos são entregues por pasto. Assim vos engrandecestes contra Mim com a vossa boca, e multiplicastes as vossas palavras contra Mim. EU o ouvi. Assim diz o SENHOR DEUS: Quando toda a Terra se alegrar EU te porei em desolação. Como te alegraste da herança da casa de Israel, porque foi assolada, assim te farei a ti; assolado serás, ó monte Seir, e todo o Edom, sim, todo ele; e saberão que EU Sou o SENHOR” (Ezequiel 35.6-15).

            “Porque o dia do SENHOR está perto, sobre todos os gentios; como tu fizeste, assim se fará contigo; a tua recompensa voltará sobre a tua cabeça. Porque, como vós bebestes no Meu Santo Monte, assim beberão também de contínuo todos os gentios; beberão, e sorverão, e serão como se nunca tivessem sido. Mas no monte Sião haverá livramento, e ele será santo; e os da casa de Jacó possuirão as suas herdades. E a casa de Jacó será fogo, e a casa de José uma chama, e a casa de Esaú palha; e se acenderão contra eles, e os consumirão; e ninguém mais restará da casa de Esaú, porque o SENHOR o falou” (Obadias 15-18).

            O SENHOR implementará Seu juízo contra Edom, porque odeia o espírito de ódio e a opressão que tem trazido sobre judeus e gentios. Mas, ELE ama todos aqueles que estão debaixo desse jugo, desse sistema das trevas. Por isso, clamemos por todos aqueles que estão debaixo dessa teia, para que sejam encontradas pelo SENHOR YEHOSHUA, sejam libertos de todo esse ranço e essa herança maligna, e passem a obedecer ao Espírito de Vida e Ressurreição, porque nELE há vida, esperança e um futuro!

Aquilo que nas nações têm semeado sobre Israel, seja isso o que elas colham. Que haja arrependimento de nossos governantes pelas ações contrárias a Israel, à aliança que YAH estabeleceu com esse povo, em Nome de YEHOSHUA HaMASHIACH, o REI dos judeus. “Porque o dia do SENHOR está perto, sobre todos os gentios; como tu fizeste, assim se fará contigo; a tua recompensa voltará sobre a tua cabeça” (Obadias 15).

E em Jerusalém havia a festa da dedicação (Chanukah) e era inverno. E YEHOSHUA andava passeando no templo, no alpendre de Salomão. Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: ‘Até quando terás a nossa alma suspensa? Se TU és o MASHIACH, dize-no-lo abertamente’. Respondeu-lhes YEHOSHUA: ‘Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que EU faço, em Nome de Meu PAI, essas testificam de Mim. Mas vós não credes porque não sois das Minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito. As Minhas ovelhas ouvem a Minha voz, e EU conheço-as, e elas Me seguem; e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da Minha mão” (João 10.22-28).

            Na noite do dia 6 até dia 14, celebra-se a Festa da Dedicação ou Chanukah. E essa é uma excelente oportunidade para clamar pela salvação de Israel.

- por ser um festival de luzes, que YEHOSHUA, a Luz do mundo (João 8.12), Se intensifique nos corações de todos de Seu povo, tanto em Israel como no cativeiro das nações;

- que arda nos corações em Israel o clamor messiânico, o desejo por ver a Salvação de Israel. “Eis que o SENHOR fez ouvir até as extremidades da Terra: Dizei à filha de Sião: Eis que vem a tua Salvação; eis que com ELE vem o Seu galardão, e a Sua obra diante dELE. E chamar-lhes-ão: Povo santo, remidos do SENHOR; e tu serás chamada: Procurada, a cidade não desamparada(Isaías 62.11,12);

- que YEHOSHUA Rei revele-Se em toda Sua glória e majestade, à casa de Israel, para a glória e o louvor do Seu Nome. “TU saíste para Salvação do Teu povo, para Salvação do teu ungido; TU feriste a cabeça da casa do ímpio, descobrindo o alicerce até o pescoço. (Selá)” (Habacuque 3.13);

- como nos dias dos Macabeus, que também batalhavam pela posse do Monte do Templo e pelo Templo em si, haja avivamento em Israel, despertamento espiritual para buscarem, conhecerem e servirem ao DEUS de Israel, seu REI e SENHOR, YEHOSHUA, para participarem dos exércitos de YHVH que farão guerra contra amalek. Porque curvei Judá para Mim, enchi com Efraim o arco; suscitarei a teus filhos, ó Sião, contra os teus filhos, ó Grécia! E pôr-te-ei, ó Sião, como a espada de um poderoso. E o SENHOR será visto sobre eles, e as suas flechas sairão como o relâmpago; e o SENHOR DEUS fará soar a trombeta, e irá com os redemoinhos do sul. O SENHOR dos Exércitos os amparará; eles devorarão, depois que os tiverem sujeitado, as pedras da funda; também beberão e farão barulho como excitados pelo vinho; e encher-se-ão como bacias de sacrifício, como os cantos do altar. E o SENHOR seu DEUS naquele dia os salvará, como ao rebanho do Seu povo: porque como pedras de uma coroa eles resplandecerão na Sua terra. Porque, quão grande é a Sua bondade! E quão grande é a Sua formosura!(Zacarias 9.13-17);

- que todo Israel seja salvo, para que todos saibam que há DEUS em Israel, SENHOR Soberano e absoluto, Criador dos céus e da Terra: “E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, e desviará de Jacó as impiedades” (Romanos 11.26).

Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, farei tremer os céus e a terra, o mar e a terra seca; e farei tremer todas as nações, e virão coisas preciosas de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o SENHOR dos Exércitos. Minha é a prata, e Meu é o ouro, disse o SENHOR dos Exércitos” (Ageu 2.6-8)

            Pode-se dizer que a economia de Israel é um milagre, diante de tantos desafios com defesa, boicotes, desinvestimentos e sanções econômicas internacionais. Definitivamente, é um sinal do favor de DEUS para com ela.

            Por essa razão, lembrando que ainda há milhões de judeus que precisam fazer a aliyah, regressar à casa, clamemos por esse ponto específico, para que o SENHOR continue a sustenta-la, fortalece-la, incrementá-la, a fim de que mais e mais portas de emprego e necessidades de mão de obra sejam ampliadas e atraia mais e mais vidas para casa.

Que todo o propósito de satanás em enfraquecer, humilhar, paralisar a economia de Israel, com bds, rotulação dos produtos originários dos assentamentos judaicos em Judéia, Samaria, Golan e Jerusalém oriental, campanhas de demonização sejam frustradas, em Nome de YEHOSHUA. E que esses intentos malignos sejam transformados em bênção, para a glória do Seu Nome: “Porém o SENHOR teu DEUS não quis ouvir Balaam; antes o SENHOR teu DEUS trocou em bênção a maldição; porquanto o SENHOR teu DEUS te amava” (Deuteronômio 23.5).

Que os cristãos, ao verem um produto de Israel, sejam despertados a comprar e a incentivar a compra por outros, dando o exemplo positivo, para a glória do SENHOR.

Que novas, maiores e fortes frentes de relações comerciais sejam estabelecidas com Israel, ampliando, em vez de retroceder, o mercado para os produtos israelenses. Que haja busca frenética dos mercados internacionais para negociarem produtos judaicos, em Nome do SENHOR.

Que só o SENHOR seja glorificado por tudo o que tem feito para preservar Israel: “Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao Teu Nome dá glória, por amor da Tua benignidade e da Tua verdade. Porque dirão os gentios: Onde está o seu DEUS? Mas o nosso DEUS está nos céus; fez tudo o que LHE agradou” (Salmo 115.1-3).

E alegrar-Me-ei deles, fazendo-lhes bem; e plantá-los-ei nesta terra firmemente, com todo o Meu coração e com toda a Minha alma. Porque assim diz o SENHOR: Como EU trouxe sobre este povo todo este grande mal, assim EU trarei sobre ele todo o bem que lhes tenho declarado. E comprar-se-ão campos nesta terra, da qual vós dizeis: Está desolada, sem homens, sem animais; está entregue na mão dos caldeus. Comprarão campos por dinheiro, e assinarão as escrituras, e as selarão, e farão que confirmem testemunhas, na terra de Benjamim, e nos contornos de Jerusalém, e nas cidades de Judá, e nas cidades das montanhas, e nas cidades das planícies, e nas cidades do Negev; porque os farei voltar do seu cativeiro, diz o SENHOR” (Jeremias 32.41-44).

            A aliyah é um dos grandes motivos para que a economia em Israel deve caminhar bem, manter-se abençoada e forte. E, uma vez que a aliyah é para a glória do Nome do SENHOR (Isaías 43.5-7,21) então, clamemos pelo regresso dos judeus, para que estejam presentes ao encontro marcado pelo PAI com Seu Filho e Seu povo.

Declaremos que o futuro dos judeus não é no exílio, mas na terra prometida (física e espiritual, porque a terra prometida tipifica a YEHOSHUA HaMASHIACH). “Então saberão que EU Sou o SENHOR seu DEUS, vendo que EU os fiz ir em cativeiro entre os gentios, e os ajuntarei para voltarem a sua terra, e não mais deixarei lá nenhum deles. Nem lhes esconderei mais a Minha face, pois derramarei o Meu Espírito sobre a casa de Israel, diz o SENHOR DEUS” (Ezequiel 39.28,29).

Que o SENHOR aumente a disposição dos judeus sefaraditas e escancare as portas para os anussim regressarem a Israel, para possuírem o Negev e o monte de Esaú, de acordo com a profecia para os últimos dias (agora) de Obadias 19-21: E os do Negev possuirão o monte de Esaú, e os das planícies, os filisteus; possuirão também os campos de Efraim, e os campos de Samaria; e Benjamim possuirá a Gileade. E os cativos deste exército, dos filhos de Israel, possuirão os cananeus, até Zarefate; e os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarade (Península Ibérica), possuirão as cidades do Negev. E subirão salvadores ao monte Sião, para julgarem o monte de Esaú; e o reino será do SENHOR”.

Que o Corpo do MESSIAS, em conjunto com as nações, não sirvam de pedra de tropeço para a aliyah, mas sejam colocaboradores ativos, incentivando, financiando, sustentando esse projeto do coração de DEUS: “Ouvi a Palavra do SENHOR, ó nações, e anunciai-a nas ilhas longínquas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor ao seu rebanho” (Jeremias 31.10).

Que o SENHOR permita e continue a dar ordem à terra para que seja preparada fisicamente, a fim de receber Seu povo, principalmente na porção mais desolada e menos povoada do território israelense e que corresponde a 60% dele, o Negev. Que o Negev floresça para a glória e a honra do Seu Nome: “Mas vós, ó montes de Israel, produzireis os vossos ramos, e dareis o vosso fruto para o Meu povo de Israel; porque estão prestes a vir. Porque eis que EU estou convosco, e EU Me voltarei para vós, e sereis lavrados e semeados. E multiplicarei homens sobre vós, a toda a casa de Israel, a toda ela; e as cidades serão habitadas, e os lugares devastados serão edificados. E multiplicarei homens e animais sobre vós, e eles se multiplicarão, e frutificarão. E farei com que sejais habitados como dantes e vos tratarei melhor que nos vossos princípios; e sabereis que EU Sou o SENHOR. E farei andar sobre vós homens, o Meu povo de Israel; eles te possuirão, e serás a sua herança, e nunca mais os desfilharás. Assim diz o SENHOR DEUS: Porquanto vos dizem: Tu és uma terra que devora os homens, e és uma terra que desfilha as suas nações; por isso tu não devorarás mais os homens, nem desfilharás mais as tuas nações, diz o SENHOR DEUS. E farei que nunca mais tu ouças a afronta dos gentios; nem levarás mais sobre ti o opróbrio das gentes, nem mais desfilharás a tua nação, diz o SENHOR DEUS” (Ezequiel 36.8-15).

            Como disse Ben Gurion sobre o Negev:
‘é um dos ‘portos seguros’ de Israel’;
‘o Estado de Israel, para se consolidar, deve estender-se para o Negev’;
‘a sabedoria vai com o sul (Negev). Está escrito: ‘Quem busca sabedoria, ao sul deve ir’’;
‘é no Negev que a criatividade e o vigor do pioneirismo de Israel serão testados’;
‘é no Negev que o talento científico judaica e a habilidade na pesquisa serão testados’.

            As FDI estão se mudando suas bases de treinamento básico e avançado para as cercanias de Beer Sheva, a capital do Negev. Até 2022, espera-se que todas as unidades estarão concentradas ali. E isso não é casual, mas o Negev será uma grande zona de refúgio durante a grande tribulação (‘Negev é um dos ‘portos seguros’ de Israel’, um dos lugares estrategicamente seguros em Israel). Acredita-se que haja aquíferos que abasteceriam todo aquele deserto, como as águas subterrâneas encontradas no Ahavah, que compõem o mesmo deserto.

Quem quiser sabedoria, que se dirija ao sul – de lá virá o Salvador: “Quem é Este, que vem de Edom, de Bozra, com vestes tintas; Este que é glorioso em Sua vestidura, que marcha com a Sua grande força? ‘EU, que falo em justiça, poderoso para salvar’. ‘Por que está vermelha a Tua vestidura, e as Tuas roupas como as dAquele que pisa no lagar?’ ‘EU sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve coMigo; e os pisei na Minha ira, e os esmaguei no Meu furor; e o seu sangue salpicou as Minhas vestes, e manchei toda a Minha vestidura. Porque o dia da vingança estava no Meu coração; e o ano dos Meus remidos é chegado. E olhei, e não havia quem Me ajudasse; e admirei-Me de não haver quem Me sustivesse, por isso o Meu braço Me trouxe a Salvação, e o Meu furor Me susteve. E atropelei os povos na Minha ira, e os embriaguei no Meu furor; e a sua força derrubei por terra. As benignidades do SENHOR mencionarei, e os muitos louvores do SENHOR, conforme tudo quanto o SENHOR nos concedeu; e grande bondade para com a casa de Israel, que usou com eles segundo as Suas misericórdias, e segundo a multidão das Suas benignidades” (Isaías 63.1-7).

Que as portas do ministério do Interior sejam escancaradas e todos os obstáculos burocráticos removidos e os caminhos aplainados para o regresso do Seu povo à terra de seus antepassados: “Passai, passai pelas portas; preparai o caminho ao povo; aplainai, aplainai a estrada, limpai-a das pedras; arvorai a bandeira aos povos” (Isaías 62.10).

Em especial, haja a disponibilidade de coração dos judeus messiânicos para a aliyah, e remoção de todo impedimento por parte do rabinato em Jerusalém. “Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha? Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria” (Salmo 137.4-6).

Que judeus dos eua e da Europa não fiquem presos pelo espírito de mamon, mas ouçam o clamor que lhes impõe que ‘saiam agora de babilônia’, porque pescadores e caçadores já foram liberados para os pescar e para os caçar. “Naqueles dias, e naquele tempo, diz o SENHOR, os filhos de Israel virão, eles e os filhos de Judá juntamente; andando e chorando virão, e buscarão ao SENHOR seu DEUS. Pelo caminho de Sião perguntarão, para ali voltarão os seus rostos, dizendo: Vinde, e unamo-nos ao SENHOR, numa aliança eterna que nunca será esquecida. Ovelhas perdidas têm sido o Meu povo, os seus pastores as fizeram errar, para os montes as desviaram; de monte para outeiro andaram, esqueceram-se do lugar do seu repouso. Todos os que as achavam as devoravam, e os seus adversários diziam: Culpa nenhuma teremos; porque pecaram contra o SENHOR, a morada da justiça, sim, o SENHOR, a esperança de seus pais. Fugi do meio de Babilônia, e saí da terra dos caldeus, e sede como os bodes diante do rebanho” (Jeremias 50.4-8).

Que o SENHOR transforme o medo de viver em Israel num profundo amor por Sião, a terra do SENHOR, fazendo com que seus filhos se casem com ela. “Nunca mais te chamarão: Desamparada, nem a tua terra se denominará jamais: Assolada; mas chamar-te-ão: O meu prazer está nela, e à tua terra: A casada; porque o SENHOR se agrada de ti, e a tua terra se casará. Porque, como o jovem se casa com a virgem, assim teus filhos se casarão contigo; e como o noivo se alegra da noiva, assim se alegrará de ti o teu DEUS” (Isaías 62.4,5).

            Por fim, sobre a igreja no ocidente, enredada que está na anti-bíblica teologia da substituição (julgando-se ser Israel de agora e, portanto, a fiel depositária de todas as bênçãos e promessas de YAH, enquanto sobram as maldições e repreensões para os cabeças-duras dos judeus).

            Essa teologia tem afetado muitas áreas do caminhar desse organismo chamado Corpo do MESSIAS, não só na evangelização, mas no entendimento dos tempos e estações em que vivemos, na revelação da Pessoa do MESSIAS de Israel. A perda da centralidade de Israel na teologia bíblica faz com que tudo fique desequilibrado e sem nexo, porque o SENHOR estabeleceu Israel para glorificar Seu Nome, santifica-lO no meio das nações.

Clamemos, então, pelo Corpo do MESSIAS, por seu regresso à essência e centralidade da Palavra, aos fundamentos bíblicos de sua fé, revelada de Gênesis a Revelação, para que consiga entender os propósitos do SENHOR para nossos dias e os vindouros. “Ouvi a Palavra do SENHOR, os que tremeis da Sua Palavra. Vossos irmãos, que vos odeiam e que para longe vos lançam por amor do Meu Nome, dizem: Seja glorificado o SENHOR, para que vejamos a vossa alegria; mas eles serão confundidos. Uma voz de grande rumor virá da cidade, uma voz do templo, a voz do SENHOR, que dá o pago aos seus inimigos. Antes que estivesse de parto, deu à luz; antes que lhe viessem as dores, deu à luz um menino. Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos. Abriria EU a madre, e não geraria?, diz o SENHOR; geraria EU, e fecharia a madre?, diz o teu DEUS. Regozijai-vos com Jerusalém, e alegrai-vos por ela, vós todos os que a amais; enchei-vos por ela de alegria, todos os que por ela pranteastes; para que mameis, e vos farteis dos peitos das suas consolações; para que sugueis, e vos deleiteis com a abundância da sua glória. Porque assim diz o SENHOR: Eis que estenderei sobre ela a paz como um rio, e a glória dos gentios como um ribeiro que transborda; então mamareis, ao colo vos trarão, e sobre os joelhos vos afagarão” (Isaías 66.5-12).

            ‘Que o SENHOR lhe abençoe e lhe guarde; que o SENHOR faça resplandecer o Seu rosto sobre si e tenha misericórdia de sua alma. Que o SENHOR sobre si levante o Seu majestoso e misericordioso rosto, e lhe dê o Seu eterno Shalom. Assim porá o SENHOR o Seu Nome sobre sua vida, e ELE lhe abençoará’ (Números 6.24-27).

            Chag Chanukah sameach.

            Com amor e gratidão, em YEHOSHUA,

marciah malkah