quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Ore pelo regresso do SENHOR YEHOSHUA, orando pela paz de Jerusalém – 15 a 28.02.2017

            “Portanto o Meu povo saberá o Meu Nome; pois, naquele dia, saberá que Sou EU mesmo o que falo: ‘Eis-Me aqui’. Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: ‘O teu DEUS reina’! Eis a voz dos teus atalaias! Eles alçam a voz, juntamente exultam; porque olho a olho verão, quando o SENHOR fizer Sião voltar. Clamai cantando, exultai juntamente, desertos de Jerusalém; porque o SENHOR consolou o Seu povo, remiu a Jerusalém. O SENHOR desnudou o Seu Santo braço perante os olhos de todas as nações; e todos os confins da Terra verão a salvação do nosso DEUS” (Isaías 52.6-10).

            Depois das duas últimas semanas em que Israel anunciou a construção de 6000 unidades habitacionais, foi a vez do Knesset aprovar a legalização de 4000 residências em Judéia e Samaria, através da aprovação da Lei de Regulamentação, por 60 votos contra 52.

            Essa lei legaliza as comunidades judaicas em Judéia e Samaria, inclusive aquelas edificadas em ‘possíveis’ terras privadas ou terras não pertencentes ao Estado, e não poderão ser demolidas. Se houver disputa territorial, a terra será expropriada e o proprietário legal compensado.

            Lembrando que muitas das reivindicações territoriais são falsas, em que as ‘entidades filantrópicas’ (ongs sustentadas por toda classe de antissionistas - europeus, árabes e judeus de esquerda) procuram moradores muçulmanos locais e os fazem requerer, junto à corte de justiça israelense, a posse legal da terra, mostrando documentos de compra ou propriedade, muitas vezes falsificados ou forjados, mas que não são adequadamente verificados pela justiça israelense (vários são os casos), dando ganho de causa aos requerentes.

            Para o Lar Judaico, partido de Naftali Bennett, essa votação ‘sinaliza a mudança de direção do Estado de Israel, com o ‘início da soberania’ israelense, uma vez que, sua bandeira é a extensão da Lei Básica de Israel para todos os territórios a ocidente do Rio Jordão, conforme a determinação do Mandato Britânico, em 1922.

            Essa ainda é uma lei que pode sofrer interferência do sistema judicial em Israel, pois, desde 1967, essa é a primeira vez que a lei civil israelense é aplicada diretamente a Judéia e Samaria. Já havia sido aplicada em Jerusalém, em 1980, quando o próprio Knesset decretou a lei básica sobre a cidade, declarando-a a capital única e indivisível do Estado Judaico de Israel.

            Embora esse projeto de Lei (agora Lei) tenha sido condenado pela predecessora administração norte-americana, a atual não se manifestou contrariamente, declarando que ‘enquanto não creiam que a existência de assentamentos seja um impedimento para a paz, a construção de novos assentamentos ou a expansão dos existentes além de suas fronteiras, pode não ser útil no alcance da meta’ para o processo de paz israelo-árabe.

            É óbvio que a ue, onu, árabes/muçulmanos que vivem em Israel condenaram a ação, bem como a esquerda israelense, cujo líder, Isaac Herzog, cabeça do partido União Sionista (a 2ª é Tzip Livni), declarou ser ‘uma catástrofe para o povo de Israel’, e que foi precisamente por causa dessa Lei que o csonu havia aprovado a resolução anti-Israel 2334, em dezembro último, condenando os assentamentos judaicos no leste de Jerusalém, Judéia e Samaria.

            Infelizmente, a onu, que deveria ser o ‘fiel e legal depositário dos direitos judaicos em Israel’, se tem tornado seu maior pesadelo, por se levantar contra suas próprias resoluções.

            Ainda sobre a infame resolução 2334, assista ao vídeo abaixo:

 
Vídeo - UN to Israel: Give Land to ISIS! (onu a Israel: dê terra ao isis!)
[A resolução 2334 do csonu, denuncia Israel no que é chamado de atividade de assentamento além da fronteira de 1967.
Então, demos uma olhada em um assentamento, no mapa.
Este é Golan, o lar de judeus, beduínos, druzos, árabes e cristãos, todos vivendo juntos pacificamente e, às vezes, até mesmo trabalhando juntos em alguma avaliação de vinhedos para a Wine Spectator (revista norte-americana especializada, referência em vinhos).
E, do outro lado da fronteira, a Síria, a porção em disputa pelo estado islâmico, que é isis, pelo regime de bashar al’assad e por um número de grupos extremistas sunitas.
De acordo com a resolução da onu, os árabes e judeus que vivem juntos e em paz neste lado da fronteira (apontando para Israel), estão em flagrante violação da lei internacional; a menos que Israel deixe essa terra que, no caso, iria para o isis.
Só para esclarecer, estes (apontando para o lado de Israel – com os vários grupos reunidos em harmonia) são criminosos de guerra, e estes (apontando para o lado da Síria – com os assassinos terroristas do isis, encapuzados, atrás das suas vítimas que terão suas cabeças cortadas) são o povo a quem, supostamente, deva-se dar a terra, também].

            O vídeo acima revela a incongruência e absurdo da resolução infame de dezembro – a onu perdeu as estribeiras e deixou de agir como órgão sério, para ser um manipulado pelos poderes das trevas.

            Em 1920, depois da IGM, os aliados, investidos de autoridade internacional, passaram a definir o futuro do antigo império otomano, esfacelado durante a guerra. Reunidos em San Remos, deliberaram a criação de vários países, além da ‘reconstituição do antigo Estado Judaico dentro de suas fronteiras históricas’. Entendendo a conexão histórica e antiga entre terra de Israel e o povo judeu, os dignitários das 55 nações aliadas reconheceram que Israel não era uma nova criação, mas apropriado reassentamento dos judeus em seus territórios antigos, onde eles viveram continuamente por centenas de anos.

            A Resolução de San Remo, abril 1920, converteu a Declaração de Balfour, que completará, em 02.11 deste ano, 100 anos, de uma mera declaração da política britânica, em uma RESOLUÇÃO, em um ato de obrigação legal, aprovado por unanimidade, que obrigou o Reino Unido e as nações a ações reais para seu cumprimento.

Lord Arthur Balfour e a Declaração de Balfour

            A Conferência de San Remo produziu série de mantados, de acordo com os quais um país desenvolvido seria tutor e guia de um não ainda não desenvolvido, até se tornar estado. Não só Israel, mas Iraque, Síria, Líbano e Jordânia foram estabelecidos nas antigas ‘províncias’ do império otomano. Não eram países árabes pré-existentes, mas foram delimitados por conchavos políticos entre os dois principais poderes, Reino Unido e França; e reconhecidos, mais tarde, por outros como países independentes.

            Para o Lar Nacional para os judeus, haviam determinado as terras entre Mediterrâneo e além do Rio Jordão, para as terras hoje reconhecidas como da Jordânia, colinas de Golan e Gaza, como reconhecimento à legitimidade histórica de sua existência naquela região, onde havia existido a nação de Israel e seus profetas, reis, sacerdotes haviam vivido, e para onde as Escrituras Sagradas anunciavam seu regresso. Esta foi reconhecida como a terra nativa do povo judeu.

Reconhecida terra nativa do povo judeu - San Remo, 1920 (100% território originalmente proposto)

            A palavra ‘mandato’, significa confiança. No artigo 6 do Mandato, o Reino Unido tinha a tarefa de assegurar ‘o assentamento dos judeus na terra’. O desejo de restaurar o povo judeu em sua terra nativa foi ratificado pela Liga das Nações, por unanimidade, que confiou ao Reino Unido a tarefa de facilitar a imigração judaica e, através disso, corrigir a injustiça histórica do exílio forçado.

            Os britânicos, que receberam a responsabilidade de servir como comissários e fiduciários (depositários) para trazer à existência o Lar Nacional Judaico, afirmavam a conexão judaica à terra de Israel, declarando inequivocamente que a nação judaica estava em sua terra ‘por direito e não por consentimento’, e que ‘isso deveria garantir seu reconhecimento legal internacionalmente’, exatamente por ocupar a terra de seus ancestrais.

            Esse documento legal e internacionalmente reconhecido, deu direito aos judeus de povoarem qualquer área entre o Mediterrâneo e o Rio Jordão, posto que os ingleses ofereceram 77% do território integral para a formação de outro estado árabe, para que a população árabe que vivia a ocidente do Rio Jordão se concentrasse a oriente do mesmo. E este DOCUMENTO NUNCA FOI SUBSTITUÍDO POR QUALQUER OUTRO DOCUMENTO LEGAL.

            Mas, em 1922, aqueles que eram favoráveis à Declaração de Balfour não estavam mais no poder e Inglaterra começou a mudar de opinião. Dividiu a terra, para apaziguar os árabes e estabelecer mais um território para que vivessem a oeste do Jordão, em 77% das terras originariamente concedidas aos judeus, enquanto que estes continuariam em 23% do território original, a oriente do Rio Jordão.

a partilha indevida - 1922 (23% território originalmente proposto)

            A onu assumiu a responsabilidade e não a cumpriu. De acordo com o artigo 80 da Constituição da onu, não só assumiu todas as resoluções feitas pela predecessora Liga das Nações, como se comprometeu em cumpri-las. Ela DEVERIA PROTEGER ISRAEL E GARANTIR O DETERMINADO EM SAN REMO.

            Ao contrário, tem falhado abusiva e sistematicamente no quesito Israel. Tem falhado em todos os direitos de Israel que não tem que abrir mão de mais qualquer território.

            O plano de partilha 181 de 1947, da assembléia geral da onu, foi outra violação aviltante aos direitos legais de Israel à terra. O tal designou a Israel somente 17% do Mandato original.
- quando a onu propôs esse plano de partilha para uma terra especificamente destinada a ‘Lar Nacional Judaico’, contradisse sua obrigação de salvaguardar os direitos judaicos à terra de Israel, ferindo sua própria constituição.
- além disso, a onu feriu o princípio legal da ‘doutrina de preclusão’, que impede que um ‘organismo’ revogue obrigações previamente admitidas ou reconhecidas em tratados ou acordos internacionais, com novas resoluções.
- como se as infrações anteriores não bastassem, ainda houve uma terceira: para que uma recomendação da assembléia geral da onu seja acatada (no caso, a resolução 181), é necessário que ambas as partes a aprovem. No caso em questão, todas as nações árabes/muçulmanas votaram CONTRA, recusando a recomendação, que foi aceita pelos judeus.
            Por estas três razões, a resolução 181 NUNCA TEVE VALIDADE JURÍDICA PARA CONSTRANGER Israel e o povo judeu a abrir mão de seus territórios ao ocidente do Rio Jordão!

Proposta territorial do plano de partilha 181 - 1947 (17% território originalmente proposto)

            Ironicamente, essa resolução 181 tem sido vista, ERRONEAMENTE, como a base legal para o estabelecimento do Estado Judaico. Foi só mais uma tentativa, assim como a resolução 2334, de saquear Israel e apaziguar os terroristas islâmicos.

            A Conferência de San Remo não só estabeleceu o Mandato Britânico para viabilizar um Estado Judaico em terras de seus ancestrais, mas criou outros mandatos que culminaram no estabelecimento de estados árabes independentes: Iraque obteve sua independência em 1932; Líbano foi estabelecido em 1942; em 1946, Síria e Jordânia ganharam sua independência. Entretanto, quando foi na vez de Israel, ao fim do mandato britânico, as nações pressionaram-na a não declarar sua independência – ou seja, não processo tranquilo, pacífico, mas, assim que Israel declarou sua independência, em 14.05.1948, foi atacada pelos exércitos de Egito, Líbano, Síria, Transjordânia e Iraque, numa guerra que durou até 1949, com um cessar fogo imposto pela onu, porque Israel estava avançando em muitas frentes e destruindo seus inimigos. Aquilo que seria, segundo o secretário geral da liga árabe, uma ‘guerra de aniquilação... massacre memorável na história...’, tornou-se a vitória de Israel e sua conquista territorial.

            No cessar fogo de 1949, fronteiras temporárias foram ‘definidas’ pelos locais onde cada exército estacionou – linhas de armistício ou ‘linha verde’. São essas as fronteiras reivindicadas pelas nações para o estabelecimento de um estado islâmico em território destinado ao ‘Lar Nacional Judaico’. Legalmente, essas linhas nunca tiveram o papel de definir limites territoriais entre Israel e Síria, Líbano, Jordânia e Egito e muito menos definir as fronteiras de um estado islâmico em suas terras, mas foram linhas de um cessar fogo.



Linha Verde ou Linha do Armistício 1949

            Em todos os documentos e negociações que sucederam esse evento, essas linhas de armistício nunca foram reconhecidas, registradas ou descritas como fronteiras de Estados. Sempre procurou-se enfatizar e assegurar que eram linhas provisórias. As linhas fronteiriças definitivas deveriam ser definidas por conversações e acordos de paz (e foi o que Israel fez com Egito e Jordânia, anos mais tarde).

            No momento em que a onu [com suas resoluções absurdas, arbitrárias, anti-Bíblicas, antissionistas, antissemitas] desrespeita determinações irrevogáveis, rejeita leis internacionais, viola suas obrigações legais enquanto guardiã das mesmas, ela abre mão de seu direito de legislar em quaisquer instâncias, por não ser organismo de confiança. Quando condenou Israel por sua presença em Judéia, Samaria, Jerusalém, pela resolução 2334, mostrou sua natureza – no maligno.

            O presidente israelense Reuven Rivlin, expressou seu apoio à aplicação da soberania israelense (Lei Básica) sobre Judéia e Samaria, ontem, ‘pois crê que Sião é todo de Israel’ e, por isso, ‘a soberania do Estado de Israel deva estar em todos os blocos daquela região’.

            Vimos, no vídeo acima, a esdrúxula perspectiva da falsa e desonesta resolução 2334 e seus desdobramentos, se posta em prática.

            Vimos como a história foi distorcida e camuflada para que a legitimidade de Israel seja esquecida, apagada da história.

            Mas temos as Escrituras, a Palavra Viva que Se fez carne e tabernaculou entre nós. Temos a memória, e temos a recordação. Temos lábios e a fé para propagar essa verdade!

Ao mesmo tempo em que louvamos ao SENHOR por esses fatos legais virem à tona, por juristas e advogados anunciarem essa verdade, clamemos a ELE para que a história não seja esquecida, a verdade não seja apagada, as pessoas não queiram fugir da Verdade que liberta, mas divulgada cada vez mais, assimilada na proporção e estabelecida. “Quem, porventura, traz uma candeia para colocá-la sob uma vasilha ou debaixo de uma cama? Ao invés, não a traz para ser depositada no candelabro? Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia” (Marcos 4.21,22).

Louvemos ao SENHOR por causa das construções em Judéia e Samaria; pela aprovação da Lei de Regulamentação dos assentamentos em Judéia e Samaria. Clamemos por sua real expansão territorial e por seu crescimento populacional. Que governo, poder judiciário, esquerda israelense não impeçam o estender das cordas e alongamento das tendas do domínio territorial, até ser Israel Sh’lemah. Chegará o dia em que se edificarão os teus muros; nesse dia, serão os teus limites removidos para mais longe” (Miquéias 7.11)

Israel Shlemah – completa – nas dimensões que YHVH planejou!

Clamemos pelas cordas se estendendo à extensão territorial acima, para a glória do Nome do REI de Israel, YEHOSHUA HaMASHIACH, para que experimentemos (nós e Israel) de Sua plenitude, pois, quanto mais terra, mais YEHOSHUA é formado em nossos corações, até Sua plenitude em nós, a esperança da glória. “Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda; e a tua descendência possuirá os gentios e fará que sejam habitadas as cidades assoladas. Não temas, porque não serás envergonhada; e não te envergonhes, porque não serás humilhada; antes te esquecerás da vergonha da tua mocidade, e não te lembrarás mais do opróbrio da tua viuvez. Porque o teu Criador é o teu Marido; o SENHOR dos Exércitos é o Seu Nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; que é chamado o DEUS de toda a Terra” (Isaías 54.2-5).

Que o Nome do SENHOR seja glorificado em toda a Terra pelo aumento de Israel e pelo alargamento de suas fronteriras durante este ano de 5777, ano do Jubileu de reunificação de Jerusalém, dos 100 anos da Declaração de Balfour (2º jubileu) e o início do 70º ano da independência de Israel.
TU, SENHOR, aumentaste a esta nação, TU aumentaste a esta nação, fizeste-Te glorioso; alargaste todos os confins da Terra” (Isaías 26.15);

Mas vós, ó montes de Israel, produzireis os vossos ramos, e dareis o vosso fruto para o meu povo de Israel; porque estão prestes a vir… E EU santificarei o Meu Grande Nome, que foi profanado entre os gentios, o qual profanastes no meio deles; e os gentios saberão que EU Sou o SENHOR, diz o SENHOR DEUS, quando EU for santificado aos seus olhos. E vos tomarei dentre os gentios, e vos congregarei de todas as terras, e vos trarei para a vossa terra” (Ezequiel 36.8,23,24).

            O Conselho em Judéia e Samaria notificou o crescimento da população judaica na região em 3,9%, o dobro da média nacional (1,9%). A taxa de crescimento caiu levemente, desde 2012, pelo congelamento das construções, ditado principalmente pela opressão b.obama. 60% dos residentes de Judéia, Samaria e Vale do Jordão vivem em assentamentos.

Louvado e engrandecido seja o SENHOR que responde de forma inesperada, miraculosa à opressão dos povos, garantindo o crescimento populacional, uma vez que deseja que Seu povo frutifique, multiplique-se e povoe a terra com a qual os presenteou; pois esse crescimento torna Shomron e Yehudah parte inquestionável de Israel! “Mas quanto mais os afligiam (egípcios aos de Israel), tanto mais se multiplicavam, e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel” (Êxodo 1.12).

            Uma das melhores maneiras de assegurar a possessão territorial e segurança das terras, quer em Shomron (Samaria), Yehudah (Judéia) quer no Negev (sul de Israel) é por meio de aumento substancial de habitantes nas regiões. Por isso, clamemos:

- pelo crescimento populacional por nascimento e por aliyah em todas as regiões de Israel, em especial no Negev;

- que o SENHOR Se lembre dos sefaraditas e anussim, levando-os (-nos) de volta à terra dos antepassados, como dizem as Escrituras. “ ...e os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarade, possuirão as cidades do Negev” (Obadias 20);

- que o SENHOR desperte, incomode e traga os judeus (anussim e sefaraditas) que vivem no cativeiro de Espanha, Portugal, Américas do Sul e Central, para povoarem o Negev e prepara-lo para recebe-lO em Seu regresso. “Quem é Este, que vem de Edom, de Bozra, com vestes tintas; Este que é glorioso em Sua vestidura, que marcha com a Sua grande força? ‘EU, que falo em justiça, poderoso para salvar’. Por que está vermelha a Tua vestidura, e as Tuas roupas como as daquele que pisa no lagar?’ ‘EU sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve coMigo; e os pisei na Minha ira, e os esmaguei no Meu furor; e o seu sangue salpicou as Minhas vestes, e manchei toda a Minha vestidura. Porque o dia da vingança estava no Meu coração; e o ano dos Meus remidos é chegado. E olhei, e não havia quem Me ajudasse; e admirei-Me de não haver quem Me sustivesse, por isso o Meu braço Me trouxe a salvação, e o Meu furor Me susteve. E atropelei os povos na Minha ira, e os embriaguei no Meu furor; e a sua força derrubei por terra’. As benignidades do SENHOR mencionarei, e os muitos louvores do SENHOR, conforme tudo quanto o SENHOR nos concedeu; e grande bondade para com a casa de Israel, que usou com eles segundo as Suas misericórdias, e segundo a multidão das Suas benignidades. Porque dizia: ‘Certamente eles são Meu povo, filhos que não mentirão; assim ELE Se fez o seu Salvador. Em toda a angústia deles ELE foi angustiado, e o anjo da Sua presença os salvou; pelo Seu amor, e pela Sua compaixão ELE os remiu; e os tomou, e os conduziu todos os dias da antiguidade” (Isaías 63.1-9);

- que ELE aplaine os caminhos, abra as portas da aliyah para aqueles a quem Avraham não conhece e Israel não reconheceMas TU és nosso PAI, ainda que Avraham não nos conhece, e Israel não nos reconhece; TU, ó SENHOR, és nosso PAI; nosso Redentor desde a antiguidade é o Teu Nome” (Isaías 63.16);

- que os recursos naturais do Negev (lençóis subterrâneos de água semi-salina; sol em abundância; ventos abundantes) sejam sabiamente utilizados para desenvolver a agricultura, pecuária, o meio de vida em expansão naquele território. Que isso atraia mais e mais habitantes, para fazer o deserto florescer. “O deserto  e o lugar solitário se alegrarão disto; e o ermo exultará e florescerá como a rosa. Abundantemente florescerá, e também jubilará de alegria e cantará; …verão a glória do SENHOR, o esplendor do nosso DEUS” (Isaías 35.1,2);

- que o aumento do número de árvores no Negev e Aravah impacte o clima na região, e chuvas reguem a terra, trazendo mais e mais habitantes para a região. “Pedi ao SENHOR chuva no tempo da chuva serôdia, sim, ao SENHOR que faz relâmpagos; e lhes dará chuvas abundantes, e a cada um erva no campo” (Zacarias 10.1).

            “Por isso o direito se tornou atrás, e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas ruas, e a eqüidade não pode entrar. Sim, a verdade desfalece, e quem se desvia do mal arrisca-se a ser despojado; e o SENHOR viu, e pareceu mal aos Seus olhos que não houvesse justiça” (Isaías 59.14,15)

            Quanto à Lei de Regulamentação, embora aprovada no Knesset, ela ainda deverá ser defendida na Suprema Corte, que pode julgar se é apropriada ao Estado de Israel ou não, com base em direitos humanos.

            Infelizmente, muitos especialistas apontam para a não aprovação dessa Lei por parte da suprema corte, que parece legislar contra Israel, favorecendo os interesses de esquerda e dos inimigos de Israel. Sua alegação será a ilegalidade junto à lei internacional (baseando-se na resolução 2334).

            Em algum momento da história de Israel, porque não tem uma ‘Carta Magna’, foi dada à Suprema Corte poder para definir os rumos políticos e sociais da nação. Desde 1977, a esquerda controla aquela instância política e, por conseguinte, o próprio governo israelense.

            Israel, no entanto, é uma democracia, baseada num governo legalmente eleito pelo povo, e não uma teocracia judicial. O sistema judiciário israelense não deveria ter autoridade sobre as deliberações do governo, do seu parlamento, principalmente nas questões de elaboração de leis e no seu cumprimento.

            A primeira lei que a suprema corte estabeleceu para controlar o governo de Israel foi a de que qualquer pessoa pode apelar a ela sobre qualquer nova lei, e não somente quem é diretamente afetado por ela. Isso possibilita que qualquer ong de esquerda apele à suprema corte, mesmo que não diretamente afetada.

            Estudos revelaram que, enquanto as ongs de direita esperam um ano ou mais para que suas apelações sejam julgadas, as apelações das ongs bem financiadas da esquerda, que em geral têm acesso direto aos juízes, são julgadas dentro de algumas horas, ou poucos dias, no máximo. Isso só reflete a injustiça e iniquidade do sistema judiciário israelense.

            Menos de dois dias depois da aprovação de Lei de Regulamentação pelo Knesset, a suprema corte solicitou ao governo israelense que apresente uma defesa legal da licitação em 30 dias. E essa solicitação foi feita depois que 17 municipalidades árabes, com a ajuda de três ongs em Israel, preencheram uma petição contra a lei, declarando-a inconstitucional, que argumentaram que ‘a lei elimina os direitos básicos dos residentes árabes/muçulmanos de Judéia e Samaria e deixam-nos com nenhuma proteção legal, ao permitir que roubem sua propriedade privada pelo benefício dos colonos israelenses em Judéia e Samaria...’. Ainda reclamam que a ‘Lei de Regulamentação contradiz a obrigação do comando das FDI de proteger os direitos à propriedade’.

            A vice-ministra da Defesa, Tzipi Hotovely, rejeitou os argumentos dizendo que a ‘premissa por trás das críticas é a de que Israel está em território ocupado, o que não é correto. A lei de assentamento que o parlamento israelense aprovou reflete um princípio legal’.

            Há uma batalha espiritual em andamento, em que a suprema corte, que baseia todas suas análises no conceito de ‘direitos humanos’ (e isso implica na deificação do homem) – helenismo, a rebelião contra os comandos de YHVH. Ao mesmo tempo, há projetos no Knesset para diminuírem o poder da suprema corte.

Clamemos para que o Espírito de YHVH quebre o poder do helenismo (humanismo) na suprema corte de Israel, para que ela se torne luz para as nações. “Então temerão o Nome do SENHOR desde o poente, e a Sua glória desde o nascente do sol; vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito do SENHOR arvorará contra ele a Sua bandeira. E virá um Redentor a Sião e aos que em Jacó se converterem da transgressão, diz o SENHOR” (Isaías 59.19,20).

Que haja, de fato, novas leis que limitem o poder e a influência da não democrática suprema corte israelense. Que seu poder mingue a cada dia, e possa ter seus dias de malignidade contados, em Nome do Justo Juiz, YHVH. “Naquele dia o SENHOR dos Exércitos será por coroa gloriosa, e por diadema formosa, para os restantes de Seu povo. E por espírito de juízo, para O Que Se assenta a julgar, e por fortaleza para os que fazem recuar a peleja até a porta” (Isaías 28.5,6).

Clamemos pela mudança do quadro de juízes, que sejam como aqueles que julgam as causas do SENHOR, ungidos e capacitados por ELE mesmo, homens segundo o Seu coração. “E te restituirei os teus juízes, como foram dantes; e os teus conselheiros, como antigamente; e então te chamarão cidade de justiça, cidade fiel. Sião será remida com juízo, e os que voltam para ela com justiça” (Isaías 1.26,27).

Clamemos pelo milagre do SENHOR e que a Lei de Regulamentação seja aprovada pela suprema corte. Pese a mão do SENHOR dos Exércitos sobre eles, e temam o Nome de YHVH, o Justo Juiz. “Mas, ó SENHOR dos Exércitos, Justo Juiz, que provas os rins e o coração, veja eu a Tua vingança sobre eles; pois a Ti descobri a minha causa” (Jeremias 11.20).


            “Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o Seu querer” (Provérbios 21.1).

            Hoje, 15.02, Netanyahu e Trump se encontrarão, cada um com uma agenda. Essa reunião é muito importante, porque pode definir o programa norte-americano para Israel e O.M. nos próximos quatro anos.

            Há duas semanas, Netanyahu encontrou-se com Theresa May, a 1ª Ministra britânica. Aparentemente, eua e Reino Unido estão juntos em muitas ações que contrapõem-se às medidas antissemíticas de seus predecessores, o que é muito positivo para Israel.

            Ao contrário do que acontecia nas administrações anteriores, cujo anúncio de construção nos assentamentos provocava convulsões nas nações, hoje, apesar de 10.000 unidades em Judéia e Samaria anunciadas (6.000 novas e 4.000 legalizadas), as reprimendas foram tênues, expressando preocupação, mas não condenação.

            A ‘solução de dois estados’, como disse o SENHOR há seis meses, está morta e sepultada (com Shimon Peres). Apesar de Seu decreto, e por causa dele, as nações insistem em ressuscitá-la. A temática em torno desse ‘mantra’ tem sido intensa. Mas, “isto diz O Que é Santo, O Que é Verdadeiro, O Que tem a chave de David; O Que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre (Revelação 3.7).

Clamemos por essa relação entre eua e Israel; que seja transparente, sem falsos discursos ou falsas intenções. Que o coração de Trump, de fato, seja inclinado para fazer a vontade do SENHOR. “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna” (Mateus 5.37).

Que essa solução de dois estados, aos olhos práticos de Trump, seja abandonada, e nova abordagem aconteça, aquela que reside no coração do PAI – a solução de um Estado judaico, com base na Sua Palavra e na Lei Internacional. “Assim diz o SENHOR, acerca de todos os Meus maus vizinhos, que tocam a Minha herança, que fiz herdar ao Meu povo Israel: Eis que os arrancarei da sua terra, e a casa de Judá arrancarei do meio deles. E será que, depois de os haver arrancado, tornarei, e Me compadecerei deles, e os farei voltar cada um à sua herança, e cada um à sua terra. E será que, se diligentemente aprenderem os caminhos do Meu povo, jurando pelo Meu Nome: Vive o SENHOR, como ensinaram o Meu povo a jurar por baal; então edificar-se-ão no meio do Meu povo. Mas se não quiserem ouvir, totalmente arrancarei a tal nação, e a farei perecer, diz o SENHOR” (Jeremias 12.14-17).

Que Netanyahu, com sabedoria, discernimento, a Espada do Espírito afiada em sua boca, discorra com graça e destreza sobre os direitos legais, históricos, bíblicos do seu povo a toda a terra de Israel, do Jordão ao Mediterrâneo, e que isso caia como rhema no coração de Trump e seus assessores, ao ponto de abandonarem, de uma vez por todas, a morta e sepultada solução de dois estados. “O coração do homem planeja o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos. Nos lábios do rei se acha a sentença divina; a sua boca não transgride quando julga” (Provérbios 16.9,10)

Clamemos para que se estabeleça, nesse encontro, uma relação de confiança mútua e trabalho fluente (tudo o que foi truncado com o predecessor de Trump, flua nesta nova relação), em Nome do SENHOR YEHOSHUA. Que Netanyahu encontre graça diante de todos os ministros e diplomatas e governantes norte-americanos. “Sendo os caminhos do homem agradáveis ao SENHOR, até a seus inimigos faz que tenham paz com ele” (Provérbios 16.7).

            “Porque mentiras vos profetizam, para vos mandarem para longe da vossa terra, e para que EU vos expulse dela, e pereçais” (Jeremias 27.10).

            Na semana passada, a embaixatriz norte-americana na onu, Nikki Haley, vetou a indicação do ex-1º ministro dos árabes/muçulmanos que vivem em Israel, salam fayyad (2007-2013), para ser o representante da onu na Líbia, simplesmente por não ser país e por não ser membro da onu, somente com o status de entidade não membro observador. ‘Por muito tempo a onu tem sido tendenciosamente injusta favorecendo a autoridade palestina em detrimento de nossos aliados em Israel’. ‘Os eua não reconhecem um estado palestino ou sequer apoiam o sinal que esta indicação enviaria à onu’. ‘Os eua agirão, não só falarão, em apoio a nossos aliados’.

            A embaixatriz assinalou a decepção da administração Trump com o secretário geral da onu, o português Antonio Guterres, ao indicar um indivíduo que representa uma instituição que não é nação e muito menos membro. Que os indicados deveriam ser diplomatas de países reais e não de imaginários.

            Numa jogada política, o mesmo secretário geral convidou Tzipi Livni, parlamentar da esquerda israelense, para ocupar cargo sub-secretária geral daquela entidade. Essa oferta tem a ver com uma permuta: ela recebe a nominação e, em troca, os eua retiram o veto ao nome de fayyad para servir como enviado à Líbia.

            Ainda que a onu garanta que a indicação desse indivíduo se deve à sua capacidade e expertise, três problemas são apontados:

Por que fayyad seria uma boa escolha para qualquer coisa? Na lista de seus feitos, encontramos:
§  ajudou a roubar os fundos de investimento para o desenvolvimento da a.p, enquanto representante da mesma junto ao conselho do FMI. Milhões foram desviados às contas suíças de arafat e sua gangue (40% do orçamento da a.p); milhões foram indevidamente apropriados por abbas e sua gangue; e esse indivíduo fez parte desse roubo, não alertando os investidores e doadores de todo esse desvio. Esse dinheiro foi usado para enriquecer esses líderes e para financiar terrorismo, enquanto os árabes/muçulmanos que vivem em Israel empobrecem cada vez mais; e são doutrinados a odiar mais e mais Israel e o ocidente. Isso é uma realidade, isso é sabido e, ninguém faz nada; ou melhor, faz: ‘premia’ a corrupção e o terrorismo com um cargo na onu! Porque o mundo jaz no maligno, a onu, seu representante organizado, jaz no maligno!
§  no período de 2008 a 2012, 2,7 bilhões de dólares da ajuda humanitária da ue para a a.p desapareceram; e fayyad, ministro das finanças e 1º ministro, era o responsável sobre o tesouro e o governo durante esse período...
§  também era responsável pelo financiamento do terrorismo. Como 1º ministro, apoiou fatah e hamas (desvio mensal do orçamento da a.p para os jihadistas de Gaza); aumentou em 300% o pagamento dos terroristas presos em Israel.
§  ainda como 1º ministro, fayyad promulgou, em 2010, a lei de criminalização das atividades econômicas dos árabes/muçulmanos com Israel, nas linhas do armistício de 1949 (bds); contratou 650 homens para formar uma ‘milícia paramilitar’ para invadir as casas e confiscar todos os produtos israelenses nelas encontrados; ordenou a prisão de todos os árabes/muçulmanos que trabalhassem com israelenses. Em 2012, estendeu a proibição de cooperação econômica e boicote aos produtos israelenses de todo território de Israel, sinalizando a seus apoiadores/sustentadores internacionais que eles deveriam, também, lutar contra Israel no campo político e econômico, para deslegitimar o país como um todo.

            Essas são as insígnias desse terrorista, mafioso, ladrão e corrupto que o sr. Guterres quer nominar para servir na Líbia controlada por terrorisas, este que, em sua gestão como 1º ministro de uma entidade que não é país, só criminalizou a coexistência pacífica entre Israel e os árabes/muçulmanos, e liderou a guerra política e econômica contra Israel da comunidade internacional, inclusive indicando o modus operandi.

            Porque ele seria uma boa indicação como enviado à Líbia é um mistério... Mas, que tudo o que está em oculto venha à tona, o maligno seja revelado e o inimigo envergonhado, as artimanhas satânicas desfeitas, em Nome do Príncipe da Paz, para a glória de DEUS PAI. “Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se. O que vos digo em trevas dizei-o em luz; e o que escutais ao ouvido pregai-o sobre os telhados. E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (Mateus 10.26-28).

Por que Tzipi Livni?
§  da esquerda israelense, mal sucedida politicamente (acusada de destruir o Kadima, partido que fundou com Ariel Sharon e Ehud Olmert; foi vice-1ª ministra por breve período, após o derrame de Sharon, em 2006; pediu a renúncia de Olmert, nesse período, como 1º ministro, por relatório de corrupção contra ele; quando tentou ser 1ª ministra, não conseguiu apoio do parlamento e novas eleições foram convocadas, em 20007), vê suas possibilidades de fazer parte do próximo governo muito remotamente, pois é odiada por vários partidos e não tem fãs em Israel (seu partido não tem chance de acento nas próximas eleições), além de não ter apoiadores nos eua (seus partidários não estão mais no comando).
§  atualmente, por sua pequena ação no campo da política e por seu background de esquerda, apoiadora que é da ‘diminuição do Estado de Israel’ (política do antigo Kadima) e estabelecimento de estado islâmico independente em terras de Judéia e Samaria, se torna alvo viável para parceria com a onu, num cargo de grande peso.
§  essa indicação funcionaria como moeda de troca com os eua, para que retirem o veto ao nome de fayyad.

O terceiro problema - a ‘solução de dois estados’ que coloca Israel no mesmo patamar de uma entidade terrorista, principalmente após a resolução 2334, porque acusa e condena Israel (não só sua ocupação de territórios que legalmente lhe pertencem, mas pelo simples fato de existir) ser a causa de todos os problemas sociais e políticos dos árabes/muçulmanos que vivem em Israel e das guerras no O.M., bem como suas instabilidades.
§  Israel é o bode expiatório de toda a instabilidade mundial.
§  enquanto terroristas, como fayyad, são estimados e apreciados na comunidade internacional, os governantes e diplomatas israelenses são considerados como estorvo para a paz mundial, e constantemente ameaçados de ações no tribunal de Haia, por infração dos direitos humanos e crimes de guerra.
§  os diplomatas israelenses que fazem sucesso no panorama internacional são aqueles de esquerda, que são antissionistas e anti-Israel, porque endossam as mentiras das nações em condenar cada ato de Israel.

Tzipi Livni foi considerada para a posição de vice-secretária geral, porque defende a solução de dois estados; concorda com fayyad nas medidas de embargo econômico e político sobre Israel, ao menos em Judéia e Samaria; concorda em abrir mão dos territórios, pois acredita que, assim que o estado islâmico for estabelecido, eles deixarão de atacar Israel e ela viverá em paz... total ilusão, cegueira...

Se ela aceitar o cargo, esperar-se-á dela que defenda todas as posições da onu, entidade intrinsecamente anti-Israel, anti-governo de Israel, do qual Livni não tem a mínima chance de participar. Esperar-se-á dela fidelidade às nações, e traição a Israel, ocultando todas as investidas daquela instituição contra Israel.

Clamemos para que Israel não engula esse prato de lentinha, por entidade que lhe sorri à frente, mas planeja sua destruição às ocultas. Por mais carente que seja Israel (e os milênios de rejeição mundial a tornaram carente), que ela não seja engodada por uma proposta tão indecente, barata, aviltante como essa. Que não se deixe seduzir, apesar de almejar cargos influentes na onu, em Nome do SENHOR YEHOSHUA.
Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte” (Tiago 1.14,15);

Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do PAI, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de DEUS permanece para sempre” (1 João 2.16,17).

Que o SENHOR dê sabedoria e discernimento para Israel e eua entenderem quais os propósitos por trás dessa oferta, revelando o coração do inimigo e expondo-o à vergonha, em Nome do SENHOR YEHOSHUA. “...despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em Si mesmo...  Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade..., envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão” (Colossenses 2.5b,18)

Que Israel continue a boicotar a onu, não só congelando suas contribuições (como fez após a votação de dezembro), mas também fechando os escritórios dessa entidade por toda Israel e convidando-a a retirar-se de seus domínios, para que encontre guarida no meio daqueles a quem defendem, mas dos quais nada querem compartilhar ou usufruir. Que Israel imponha o respeito que lhe é devido, enquanto primogênito das nações, porquanto sabe quem é em seu REI e SENHOR. “E os reis serão os teus aios, e as suas rainhas as tuas amas; diante de ti se inclinarão com o rosto em terra, e lamberão o pó dos teus pés; e saberás que EU Sou o SENHOR, que os que confiam em Mim não serão confundidos” (Isaías 49.23).

Que Israel deixe de ser membro dessa entidade, cuja agenda objetiva criminaliza-la, demonizá-la, deslegitimizá-la, boicotá-la, enquanto beneficia e premia terroristas (onu não condenou os recentes ataques a Israel desde o Sinai, pelo isis). “Porventura tirar-se-ia a presa ao poderoso, ou escapariam os legalmente presos? Mas assim diz o SENHOR: ‘Por certo que os presos se tirarão ao poderoso, e a presa do tirano escapará; porque EU contenderei com os que contendem contigo, e os teus filhos EU remirei. E sustentarei os teus opressores com a sua própria carne, e com o seu próprio sangue se embriagarão, como com mosto; e toda a carne saberá que EU Sou o SENHOR, o teu Salvador, e o teu Redentor, o Forte de Jacó” (Isaías 49.24-26).

Que toda Casa de Israel busque a sabedoria do Alto, tema ao SENHOR seu DEUS e viva para o louvor do Seu Nome. “Filho Meu, se aceitares as Minhas Palavras, e esconderes contigo os Meus mandamentos, para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento; se clamares por conhecimento, e por inteligência alçares a tua voz, se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do SENHOR, e acharás o conhecimento de DEUS. Porque o SENHOR dá a sabedoria; da Sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento. ELE reserva a verdadeira sabedoria para os retos. Escudo é para os que caminham na sinceridade, para que guardem as veredas do juízo. ELE preservará o caminho dos Seus santos. Então entenderás a justiça, o juízo, a eqüidade e todas as boas veredas. Pois quando a sabedoria entrar no teu coração, e o conhecimento for agradável à tua alma, o bom siso te guardará e a inteligência te conservará; para te afastar do mau caminho, e do homem que fala coisas perversas; dos que deixam as veredas da retidão, para andarem pelos caminhos escusos; que se alegram de fazer mal, e folgam com as perversidades dos maus, cujas veredas são tortuosas e que se desviam nos seus caminhos” (Provérbios 2.1-15).


Declaremos, como ato profético, as palavras abaixo, colocando-nos no lugar dos judeus:
Baruch Haba b’SHEM YHVH, HaMASHIACH YEHOSHUA sh’mO
(Mateus 23.39)

Bendito é Aquele que vem em Nome de YHVH, HaMASHIACH YEHOSHUA é Seu Nome

Declaremos, como ato profético, as palavras abaixo, colocando-nos no lugar do Corpo do MESSIAS, e por nós mesmos, uma vez que somos parte desse Corpo:
Boah-na HaADON YEHOSHUA
(Revelação 22.20)

Ora vem SENHOR JESUS

Judeus orando no Kotel Ma’aravi (Muro Ocidental)

Sobre sua casa e sua família, a bênção de YHVH aos filhos de Israel, ensinada por meio de Aaron, o sumo sacerdote:

23 כֹּ֥ה תְבָרֲכ֖וּ אֶת־בְּנֵ֣י יִשְׂרָאֵ֑ל אָמ֖וֹר לָהֶֽם׃ ס
 24 יְבָרֶכְךָ֥ יְהוָ֖ה וְיִשְׁמְרֶֽךָ׃ ס
 25 יָאֵ֙ר יְהוָ֧ה׀ פָּנָ֛יו אֵלֶ֖יךָ וִֽיחֻנֶּֽךָּ׃ ס
 26 יִשָּׂ֙א יְהוָ֤ה׀ פָּנָיו֙ אֵלֶ֔יךָ וְיָשֵׂ֥ם לְךָ֖ שָׁלֽוֹם׃ ס
 27 וְשָׂמ֥וּ אֶת־שְׁמִ֖י עַל־בְּנֵ֣י יִשְׂרָאֵ֑ל וַאֲנִ֖י אֲבָרֲכֵֽם׃ פ

23 ...Assim abençoareis os filhos de Israel. Direis a eles:
24 ‘YHVH, o Eterno, te abençoe e te guarde.
25 Faça o SENHOR resplandecer o Seu rosto sobre ti e te agracie.
26 Que o Eterno revele a ti a Sua Face de amor e te conceda a paz’.
27 Assim eles invocarão o Meu Nome sobre todos os israelitas, e EU os abençoarei” (Números 6.23-27).

Com gratidão e no amor do Amado e ardentemente desejado SENHOR YEHOSHUA HaMASHIACH, na esperança do Seu regresso em nossa geração,

marciah malkah