quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Ore pelo regresso do SENHOR JESUS em nossa geração, orando pela paz de Jerusalém - informe 18 a 28.02.2015

Veio sobre mim a mão do SENHOR, e ELE me fez sair no Espírito do SENHOR, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos. E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos... Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a Palavra do SENHOR... Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados. Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz o SENHOR DEUS: Eis que EU abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo Meu, e vos trarei à terra de Israel. E sabereis que EU Sou o SENHOR, quando EU abrir os vossos sepulcros, e vos fizer subir das vossas sepulturas, ó povo Meu. E porei em vós o Meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que EU, o SENHOR, disse isto, e o fiz, diz o SENHOR” (Ezequiel 37.1,2,4,11-14)

Há 70 anos, se encerrava um dos capítulos mais horrendos e terríveis da nossa história: a liberação do campo de concentração e extermínio Auschwitz-Birkenau (celebrada em 27 janeiro último). 100 dias depois, aconteceria o fim da IIGM.

Vivemos dias divisores de águas, marcados por mudanças significativas no meio das nações (é essa a sensação que paira no ar).

Falando sobre 70 e seu significado na Bíblia:

Esse número é formado por outros dois números considerados perfeitos – 7 e 10 – cujo produto revela o significado de cada número de modo intensificado.
ü  sete – é número pleno, completo, integral e perfeito (física e espiritualmente). Conectado à obra criativa de YHVH e o Seu descanso (shabat). Aponta para a plenitude da obra de YEHOSHUA, porque ELE é o Perfeito Judeu, o Novo Homem, ‘criado’ à imagem do DEUS Eterno e PAI.
ü  dez – também é visto como número completo e perfeito, deriva da soma de 4 (número da criação física) e seis (número do homem), o que aponta para testemunho, lei, responsabilidade e plenitude de ordem:
§  em Gênesis 1, a expressão ‘Disse DEUS’ aparece 10 vezes, como testemunho de Seu poder criativo;
§  o SENHOR deu os 10 mandamentos, que representam a plenitude da ordem, uma vez guardados, obedecidos; e é a responsabilidade do homem praticá-los, preservá-los, ensiná-los, vivenciá-los nas comunidades;
§  o dízimo representa os 10%, como testemunho da fé que se tem no SENHOR

Lembrando que o produto de cada um desses números aponta para a intensificação de seu significado individual, sobre o 70 (7x10) podemos inferir que se refere à perfeita ordem espiritual cumprida com todo o poder e significado espiritual.
- 70 foram as famílias que povoaram a Terra depois do dilúvio (Gênesis 10), marcando 70 idiomas;
- 70 almas da casa de Jacó desceram ao Egito para edificar a nação de Israel ainda no cativeiro (Gênesis 46.27; Êxodo1.5), culminando por subir de lá uma multidão como as estrelas do céu (Deuteronômio 10.22);
- 70 anciãos foram escolhidos para julgar as causas do povo no tempo do deserto, sobre quem o SENHOR compartilhou Seu Espírito (Êxodo 24.1,9; Números 11.16,24,25). Deram origem ao Sinédrio (tribunal dos antigos judeus, em Jerusalém, composto de sacerdotes, anciãos e escribas, o qual julgava os assuntos criminais e administrativos);
- 70 discípulos foram enviados pelo SENHOR JESUS como obreiros da grande seara, no poder e no espírito do Seu Nome (Lucas 1-12,17);
- 70 x 7 é o número de vezes em que devemos perdoar, apontando para plenitude da ordem e do espírito em ação (Mateus 18.22);
- 70 anos para terminar um cativeiro, o babilônio.

Esse número tem conexão especial com Jerusalém, pois, para que guardasse seus shabatot, o povo de Judá foi levado em cativeiro para Babilônia, por 70 anos (Jeremias35.11).
70 semanas de anos foram determinadas sobre a santa cidade, para completar sua transgressão, e trazer a justiça eterna para ela: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo” (Daniel 9.24).

70 é como uma moeda com dois lados distintos: um lado representa a unidade final, e do outro lado, o resumo da desunião. Quando Yaacov e sua casa desceram ao Egito para estar com Yosef, a Bíblia declara que:
כָּל־הַנֶּפֶשׁ לְבֵית־יַעֲקֹב הַבָּאָה מִצְרַיְמָה שִׁבְעִים
(Gênesis 46.27)     (70               Egito ao                foi            Yaacov-casa da            alma- toda’)
(lê-se da direita para a esquerda)

No hebraico, a palavra traduzida como ‘almas’ ou ‘pessoas’ está no singular: ‘alma’ (nefesh). De acordo com a tradição judaica, os membros da família eram tão unidos que eram como se fossem um só homem, uma só alma.

Em contrapartida, na geração seguinte ao dilúvio, um grupo de pessoas se reuniu para edificar uma estrutura que chegasse aos céus, à presença do SENHOR, para ser como ELE – a torre de babel. Tal rebeldia (o SENHOR lhes ordenara que se espalhassem para possuir e dominar a Terra e sobre seus habitantes, e não se juntar para tentar chegar a DEUS de seu jeito) foi punida com a confusão de línguas e o desentendimento entre eles, criando 70 nações (e 70 línguas).

Quando a desunião veio ao mundo, tomou a forma de 70; quando vemos um verdadeiro exemplo de ‘estar junto’ (unidade), ele assume a forma de 70 (as duas faces da mesma moeda).

O que pode ser um evento de unidade e aproximação para um grupo, pode significar a confusão e divisão de outra parte. E talvez a celebração dos 70 anos do fim da IIGM e da libertação de Auschwitz signifique o derramamento da unção de unidade sobre Israel e a divisão das nações (ovelhas e bodes) em razão da forma de tratamento aplicado a Israel, porque o SENHOR declara que: “Eis que EU farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra” (Zacarias 12.2,3).

E os teus poderosos, ó Teiman, estarão atemorizados, para que do monte de Esaú seja cada um exterminado pela matança. Por causa da violência feita a teu irmão Jacó, cobrir-te-á a confusão, e serás exterminado para sempre” (Obadias 9,10)

O Iêmen, a 2ª maior nação da Península Arábica, ano passado, passava por eleições presidenciais e parecia um Estado transicionando da autocracia para a eleição presidencial. Entretanto, em outubro do ano passado, o Irã e sua guarda revolucionária, enquanto o mundo se concentrava nos horrores do estado islâmico, auxiliaram a revolta de um grupo xiita, houthi, com o objetivo de aumentar sua influência e em territórios mais distantes. Não bastasse Líbano (hisb’allah), Síria e Iraque, também o Iêmen.

  
No mês passado, o presidente eleito foi obrigado a renunciar e neste mês, o grupo xiita dissolveu o parlamento e formou novo governo. Atualmente, os houthis controlam o norte do Iêmen e sua capital, Sanaa, enquanto o grupo sunita al-qaida continua a controlar o sul do país. Uma guerra civil está em organização naquele lugar.

Agora a guarda revolucionária iraniana controla quatro capitais no O.M.: Sanaa, Beirute, Bagdá e Damasco. Parte do Iêmen está controlado por um grupo que odeia os sauditas, os eua e judeus e Israel. Se o Irã tomar controle do Iêmen, esse ódio aos judeus pode transformar-se em ação efetiva, como o fechamento do estreito do golfo de Aqaba (Mar Vermelho), a única comunicação de Israel com o oceano Índico. Para piorar a situação, os eua estão ajudando os houthis a combater o al-qaida na Península Ibérica (fortalecendo o inimigo).

Maimônides, um sábio judeu, escreveu uma carta à comunidade judaica do Iêmen, há mil anos (carta ao Iêmen - Iggeres Teiman). Logo, o nome hebraico para o atual Iêmen é Teiman.

Os dois textos abaixo têm o mesmo conteúdo (Habacuque está citando o texto de Deuteronômio):
DEUS veio de Temã, e do monte de Paran o Santo (Selá). A Sua glória cobriu os céus, e a Terra encheu-se do Seu louvor” (Habacuque 3.3)
Disse pois: O SENHOR veio de Sinai, e lhes subiu de Seir; resplandeceu desde o monte Paran, e veio com dez milhares de santos; à Sua direita havia para eles o fogo da lei” (Deuteronômio 33.2)

Como os dois textos se referem ao mesmo assunto, pode-se dizer que Sinai está em Teiman e Teiman é Iêmen.

De acordo com as Escrituras, Teiman foi um dos filhos de Elifaz, primogênito de Esaú. Um de seus irmãos era Amaleq (Gênesis 36.15,16). O espírito que age em Edom e seus descendentes foi plenamente representado por seu neto Amaleq, de ódio e desprezo ao povo da aliança com YHVH. Esse espírito manifesta-se por meio do antissemitismo. O próprio SENHOR declarou guerra contra esse espírito para sempre, de geração em geração, levantando essa bandeira para todos os crentes nELE: “Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim. Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amaleque; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão. E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amaleque; mas Moisés, Arão, e Hur subiram ao cume do outeiro. E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia. Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs. E assim Josué desfez a Amaleque e a seu povo, ao fio da espada. Então disse o SENHOR a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que EU totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus. E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA (meu MILAGRE). E disse: Porquanto jurou o SENHOR, haverá guerra do SENHOR contra Amaleque de geração em geração” (Êxodo 17.8-16)

Os versos abaixo sugerem que Teiman esteve sob influência do mesmo espírito de Amaleq e, portanto, recebeu o mesmo julgamento da parte do SENHOR:

Assim diz o SENHOR: Por três transgressões de Edom, e por quatro, não retirarei o castigo, porque perseguiu a seu irmão à espada, e aniquilou as suas misericórdias; e a sua ira despedaçou eternamente, e conservou a sua indignação para sempre. Por isso porei fogo a Temã, e ele consumirá os palácios de Bozra” (Amós 1.11,12)

E os teus poderosos, ó Teiman, estarão atemorizados, para que do monte de Esaú seja cada um exterminado pela matança. Por causa da violência feita a teu irmão Jacó, cobrir-te-á a confusão, e serás exterminado para sempre” (Obadias 9,10).

Esse mesmo espírito continua a dominar Teiman hoje (Iêmen), que explicitamente odeia a Israel. Seu grito de guerra tem sido o mesmo declarado, há anos, pelo Irã: ‘allah hu akbar (allah é grande); morte à América; morte a Israel’.

Ou seja, nesse tempo em que o mundo se concentrou nas atrocidades do estado islâmico, Irã trabalhou em silêncio para estender suas teias de ação e domínio, desta vez sobre a Península Arábica.

Não só nessa área ele avançou. Quando a ofensiva contra o estado islâmico teve início, no final do ano passado, eua solicitaram a ajuda ao Irã, para que se aliasse nessa luta contra um inimigo comum e, ao mesmo tempo, declarou que essa guerra não seria usada para expulsar Assad, o presidente da Síria, e aliado do Irã. A delonga em estabelecer um acordo definitivo (‘embromoterapia’ ou terapia da embromação para a tomada de decisão), por parte do P5+1 com Teerã, só tem empurrado o Irã rumo ao seu alvo de tornar-se nação produto de armamento nuclear.

A política norte-americana para o Irã tem sido a de integração diplomática e econômica, na medida em que têm um inimigo em comum para enfrentar, do que aumentar as sanções contra aquela nação. O que se esperar das negociações em 24 de março? Provável amenização das sanções econômicas e políticas contra o Irã e sua inclusão (com aceitação) de seu programa nuclear e de se tornar país militarmente nuclear.

Entretanto, as ameaças de destruição de Israel continuam por parte da liderança ‘uraniana’. ali khamenei ‘trilou, gorjeou’ em seu ‘gorjeio, trilo’ (twitter): ‘esse regime bárbaro, cruel e infanticida de Israel, que não poupa crimes, não tem cure senão ser aniquilado’. Embora o gorjear dos pássaros seja agradável, belo, o gorjeio desse filho de belial pôde agradar aos inimigos de Israel (hoje, incluiria b.obama e sua administração), mas certamente não é agradável àqueles que estão alinhados com o coração de YHVH!

E vemos isso quando essa administração e vários outros parlamentares se levantam para vociferar contra a fala de Netanyahu na reunião do congresso dos eua em 3 de março, após o convite do líder da casa, o congressista John Boehner. A campanha que tem sido feito contra esse discurso (Netanyahu falará sobre as ameaças de um mau acordo nuclear com o Irã, que porá em risco, não só Israel, mas todas as nações ocidentais).

Toda a celeuma envolvendo o assunto tem a ver com a posição diametralmente oposta de Netanyahu à direção apresentada pela administração b.obama. O mundo está desatento com o Irã e mais concentrado nas ameaças imediatas e aparentes, como o ‘ei’. Mas Israel está atenta à expansão e avanços de domínio do príncipe da pérsia. Com a queda do Iêmen, o domínio iraniano à Península Arábica atingiu os ¾ de uma circunferência: ao sul, Iêmen; ao leste, o Irã e controle do sul do Iraque; ao norte, Síria e Líbano. Para fechar o cerco, só falta o quarto ocidental, com o Egito ou o próprio Israel, porque Gaza já está em suas mãos.

Há uma semana, Netanyahu declarou que o Irã abriu seis frentes de ataque a Israel, desde Líbano, Síria, Gaza e Sinai, a fim de perpetrar atentados contra a nação, marchando para a obtenção de tecnologia armamentista nuclear, com a ajuda e supervisão da Rússia e completa omissão, apoio, desatenção das nações.



De acordo com Netanyahu, o rumo que estão tomando as negociações entre P5+1 e Irã, permitirá que Irã continue a enriquecer urânio em suas mais de 7000 centrífugas, possibilitando, em meses, a produção de material suficiente para uma bomba, e que para assegurar o acordo, os eua estarão concordando com 80% das exigências ‘uranianas’.

Embora os opositores de Netanyahu (em seu próprio país e internacionalmente) declarem que seu discurso no congresso norte-americano, em 3 de marco, tem cunho eminentemente político, por causa das eleições israelenses em 17 de março (essa tem sido a alegação para enorme oposição à ida de Netanyahu a Washington, e usada pela casa branca para não receber o chefe do Estado de Israel durante sua visita, em duas semanas. Aliás, b.obama nunca usou de finura no trato com Netanyahu), na verdade, o grande objetivo é alertar as nações ocidentais do perigo também iminente do Irã.

No início, quando comecei a ver a repercussão na mídia desse convite, não conseguia entender porque tamanha oposição. Com o passar do tempo, entendi que a enorme aversão a esse discurso tinha a ver com satanás e suas hostes, os maiores interessados em que esse discurso não aconteça, porque temem a voz de Netanyahu, do que ele tem para falar, porque há uma unção e uma capacitação sobre ele vindas do Alto. O SENHOR o tem usado (vide discursos na A.G.ONU), como chefe do Estado que é o primogênito das nações (Êxodo 4.22), chefe e cabeça das nações (Jeremias 31.7), para alertar o mundo sobre as ameaças de um Irã ‘uranizado’. E quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o SENHOR tem a falar por boca desse homem!

Há uma semana, Netanyahu, sentindo o peso da oposição, declarou: ‘Irei aos eua, não porque esteja procurando confronto com o presidente, mas porque devo cumprir minha obrigação de levantar a voz num assunto que afeta a sobrevivência de meu país... temos, hoje, uma profunda diferença com a administração dos eua e o restante do P5+1 com respeito à oferta feita ao Irã. Esta proposta permitiria que o Irã ameaçasse a sobrevivência de Israel... Seria possível, sob este acordo, que atingisse, em poucos meses, a tão almejada arma nuclear, e dentro de poucos anos, capacidade industrial para produzir bombas nucleares com objetivo de nossa destruição... Diferenças sobre a segurança de Israel têm ocorrido entre primeiros ministros de direita e de esquerda israelenses e presidentes americanos democratas e republicanos. Nenhum desses desacordos ocasionaram a ruptura de relação diplomática entre Israel e os eua. De fato, ao longo do tempo, nossa relação cresceu fortemente’ (‘Netanyahu: Israel in 'Profound Disagreement' With Obama Admin’, by Israel Today Staff. Wed, February 11, 2015, Israel Today - http://www.israeltoday.co.il/NewsItem/tabid/178/nid/26028/Default.aspx).

Embora b.obama, kerry e outros congressistas declarem boicotar a reunião, apoio tem chegado de outras áreas. Nesta semana, Elie Wiesel, o laureado ao prêmio Nobel da paz e sobrevivente da Shoah, declarou que apoia Netanyahu e pretende assisti-lo em seu discurso no congresso norte-americano. Seu apelo a b.obama foi publicado em dois jornais de peso nos eua: ‘no catastrófico perigo de um Irã nuclear, eu clamo a você que coloque de lado as políticas que têm obscurecido as relevantes decisões a serem tomadas. Seguramente está em seu poder encontrar uma solução que permita que o primeiro ministro de Israel entregue sua urgente mensagem. Você se unirá a mim em dar ouvidos ao caso para vigiar aqueles que professam a morte de Israel e da América?’ (http://unitedwithisrael.org/in-full-page-ad-elie-wiesel-calls-on-obama-to-join-him-at-netanyahus-iran-speech/).

Invocando a memória do passado de atrocidades cometidas contra os judeus, Elie Wiesel disse que: ‘no dia que antecede Purim, o primeiro ministro de Israel se dirigirá ao congresso... Eu pretendo estar lá... Não deveríamos nós demonstrar o nosso apoio naquilo que poderá ser o último alerta antes que um terrível acordo seja fechado?... Como um que já viu os inimigos do povo judeu cumprirem suas promessas de nos exterminar, como posso permanecer calado?’

No anúncio, Wiesel relacionou os líderes iranianos a haman, o agagita, o descendente de Amaleq. Será que para esses dias não foi levantado Netanyahu, como a rainha Ester, para não se calar diante das fortes ameaças ao povo de Israel e às nações da Terra? “Não imagines no teu íntimo que por estares na casa do rei, escaparás só tu entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino?” (Ester 4.13b,14).

Se há tanta oposição a este discurso, isso significa que Ntanyahu deve entregar sua mensagem. Portanto, clamemos:

- pelo Iêmen, pelas misericórdias do SENHOR sendo derramadas sobre o povo, para que não se levante contra YHVH e o povo escolhido de Sua aliança. Que sejam como Rut, que tome a decisão de ir-se com Naomi, para abençoar a herdeira da aliança com DEUS de Israel. Que o SENHOR levante o povo do Iêmen para abençoar Israel, e derrame ELE Sua salvação naquele lugar. Que a bandeira contra esse espírito de amaleq (antissemitismo) que tem invadido aquela nação seja expurgado do coração, mente e boca da população;

- para que o fogo do juízo de DEUS sobre Teiman (Iêmen) devore toda estrutura de raciocínio antissemita, destrua tudo aquilo que se opõe à Sua Palavra e ao Seu parceiro de aliança, Israel, e que a sua população seja livre para ouvir e conhecer ao SENHOR, ELOHEI Israel, o Todo Poderoso, Criador dos céus e da Terra, e que só ELE é SENHOR, amando-O e reverenciando-O (Ezequiel 20.46-48; Amós 1.12);

- por este lugar (Teiman), onde uma vez houve sabedoria, bom conselho e prudência, para que seja resgatado para e pelo SENHOR JESUS, para que volte a cumprir seu chamado profético de liberar sabedoria, bom conselho e prudência às nações vizinhas, em Nome dAquele que é Sabedoria (Jeremias 49.7);

- pela proteção e guarda dos judeus que ainda vivem no Iêmen: que eles sejam despertados para fazer a aliyah e que encontrem oportunidade e apoio para tal, em Nome do MESSIAS que os aguarda para o encontro marcado desde a fundação do mundo;

- pelo Irã, para que o SENHOR quebre o arco do Elão, o principal de sua força, destrone seu rei e príncipes e assuma Seu lugar de direito (de criação e de redenção) no coração dos iranianos, para a glória de DEUS PAI (Jeremias 49.35,38);

- para que Netanyahu possa fazer seu discurso, em 3 de março, e que não sejam palavras dele, mas saídas do trono de DEUS ao seu coração (palavras de vida, de sabedoria, de discernimento, ungidas), para serem compartilhadas e produzirem impacto que cause mudanças na estratégia política para com o Irã e nos pactos a serem feitos na reunião em 24 de março;

- para que cada vez mais pessoas apoiem a ida de Netanyahu aos eua, para fazer seu discurso. Seja ele sobrenaturalmente fortalecido nesses dias de grande pressão e embate. Que o inimigo seja enfraquecido, e ele e sua casa fortalecidos, em Nome do SENHOR YEHOSHUA;

- por proteção de Israel, para que o SENHOR seja muro de fogo ao seu redor, guardando suas fronteiras de todos os inimigos, os de dentro e os de fora.

- para que, assim como houve a vitória sobre haman com seu plano maligno de extermínio dos judeus anulado pela reversão do ataque e o perecer dos seus inimigos, aconteça o mesmo com todos os atuais inimigos que desejam o mesmo do passado, o aniquilamento de Israel. Que o Nome do Todo Poderoso seja santificado em Israel e nas nações da Terra, para que todos saibam que só o SENHOR é o Altíssimo, e que não há nenhum outro deus além de ELOHEI Israel, o DEUS de Israel (Ester 9; Salmo 83.14-18).

Na semana passada, mais uma sinagoga, agora em Copenhagen, foi atacada, provocando a morte de duas pessoas e ferindo a vários outros. Depois desse atentado, o governo de Israel conclamou o povo do cativeiro das nações à aliyah, porque o lugar mais segura para um judeu, hoje, é estar no centro da vontade de DEUS. Pelas Escrituras (mais de 160 referências), entendemos que o centro de Sua vontade sobre esta causa é que cada judeu que ainda vive (ou desperdiça seu tempo) no cativeiro das nações, retorne a Israel.

Clamemos para que:

- o SENHOR traga de volta os exilados de Sião, aqueles que têm o ardente desejo de voltar, mas não dispõem de recursos ou documentos, ou da aprovação ou aceitação do governo para retornar – que os recursos sejam sanados, que as provas documentais sejam reconhecidas, que haja aceitação por parte do governo; que haja milhões de frentes de trabalho para a absorção de toda a mão de obra necessária para continuar a desenvolver o país, em Nome do SENHOR YEHOSHUA (Salmo 137.4,5);

- os exilados de Sião possam regressar com seus bens, suas posses, seu ouro e sua prata (Isaías 60.9);

- aqueles que já estão sendo caçados, possam acordar de seu torpor e comecem a correr por suas vidas, como é o que está acontecendo na Europa, atualmente (atentados sobre atentados... Jeremias 16.16);

- a próxima gestão de governo possa abrir as portas para todos aqueles que desejam fazer a aliyah, independentemente de suas crenças (judeus messiânicos têm sido preteridos), posses ou profissões (Isaías 62.10);

- todos os judeus que visitam Israel, jovens, velhos, adultos, crianças, casem-se com a terra e não possam dela divorciar-se, como o SENHOR não pôde: “Nunca mais te chamarão: Desamparada, nem a tua terra se denominará jamais: Assolada; mas chamar-te-ão: O meu prazer está nela, e à tua terra: A casada; porque o SENHOR se agrada de ti, e a tua terra se casará. Porque, como o jovem se casa com a virgem, assim teus filhos se casarão contigo; e como o noivo se alegra da noiva, assim se alegrará de ti o teu DEUS” (Isaías 62.4,5)

Clamemos pelas eleições em Israel, no dia 17 de março, para que aquele que tem o coração segundo o SENHOR, aquele que honrará, glorificará o Nome do SENHOR dos Exércitos durante toda sua gestão, que cumprirá cabalmente o propósito de YHVH para esses dias, seja esse aquele que vencerá.

Que as misericórdias do Altíssimo nos alinhem à Sua perfeita vontade. Que sejamos, o Corpo do MESSIAS em toda a Terra, porta-vozes de Sua graça, Seu amor, Sua ousadia e intrepidez, Sua lealdade e ação no Espírito Santo. Possamos nós estar alertas, vigilantes, despertos para a realidade espiritual diante de nós; saibamos nos orientar por Sua Palavra, Seu Espírito, entendendo os dias em que vivemos e sabiamente agindo como devemos, para o louvor e a honra dELE mesmo.

A graça do SENHOR JESUS CRISTO, o amor de DEUS PAI e as consolações e comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês,

no amor do MESSIAS YEHOSHUA,

marciah malkah

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Ore pela paz de Jerusalém – Ore pelo regresso do MESSIAS YEHOSHUA – 01 a 15.02.2015

Aspectos históricos e legais do Lar Nacional Judaico em Eretz Israel


Mandato para palestina (documento compulsório), 24 abril 1920. Mostrando as fronteiras territoriais nas quais o Lar Nacional Judaico deveria ser implementado pelo Mandato Britânico (órgão para execução ou regência do documento compulsório)

Aspectos históricos que desencadearam o ressurgimento de Israel

Três eventos principais:
1.       inauguração do Movimento Sionista Moderno por Theodor Herzl, movimento político em resposta ao crescente antissemitismo europeu, buscando meios de estabelecer um lar nacional ao povo judeu. Em agosto de 1897 – 1º Congresso Sionista, na Basiléia, Suíça. Começaram a levantar fundos para compra de terras na antiga possessão de seus antepassados;

2.       1ªGM (1914-1918) levou os aliados (Reino Unido e França, principalmente) a conquistar o império otomano (1917-1919), depois de 400 anos de domínio no Oriente Médio. Em 11.12.1917, general Allenby saltou de seu cavalo e , retirou seu chapéu e luvas, e entrou a pé para a conquista de Jerusalém , declarando: “Não passearei com chapéu e luvas na cidade do meu DEUS e Rei”, 50 anos antes da reunificação Jerusalém, em 7 junho 1967 (jubileu para Jerusalém e o fim da erra dos gentios, anunciada por YEHOSHUA – Lucas 21.24)


Império turco otomano no período que antecedeu a 1ª Guerra Mundial (área verde escura, com verde claro – área de maior independência)
Observação da Grande Síria (toda região de Síria, Líbano, ‘palestina’) e Mesopotâmia (Iraque e Arábia Saudita ao nordeste)


Em 11 dezembro 1917, o general britânico sir Edmund Henry Hynman Allenby, entrou em Jerusalém, no 1º dia de Chanukah de 1917 (https://www.youtube.com/watch?v=zP8rLRUNeow – acesso ao vídeo)
                [‘Em Jerusalém, judeus e árabes aguardam um evento que não acontecia há mais de 700 anos: a entrada de um exército cristão vitorioso.
Desde o princípio de 1915, o exército britânico empreendeu grande campanha contra o exército turco. À medida que as tropas britânicas avançavam ao interior da Terra Santa, Jerusalém se tornava vulnerável e indefensável pela fuga dos turcos.
                Agora, precisamente ao meio dia, na terça-feira de 11.12.1917, o comandante em chefe britânico, general Sir Edmund Alenby, entra na cidade a pé, através do portão de Jafa. É um sinal refletido de respeito e humildade, e esnobar o kaiser alemão, Willhelm II, que percorreu a cidade em grande estilo, em 1898.
                Alenby proclama que veio como libertador, e não como conquistador, e ordena que nenhuma bandeira aliada seja hasteada na cidade.
                Ele promete liberdade de culto a todos os habitantes de Jerusalém e envia as tropas muçulmanas para guardar o domo da rocha, um dos locais sagrados do islamismo.
                Alenby se encontra com os líderes religiosos na cidade, a fim de conhecê-los e a seus seguidores.
                Depois de anos de fome e guerra, os habitantes de Jerusalém estão esperançosos de que a vida melhore sob o governo britânico’.
                A ocupação britânica foi estabelecida como medida provisória. Acabou durando 30 anos]


3.       Declaração de Balfour, em 2 novembro de 1917:

‘Prezado Lord  Rotschild,
                Tenho o grande prazer de endereçar a V.Sa., em nome do Governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia quanto às aspirações judaico sionistas, a qual foi submetida ao gabinete e por ele aprovada:
                “O Governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento, na palestina, de um Lar Nacional para o Povo Judeu, e empregará os seus melhores esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar contra os direitos civis e religiosos das coletividades não judaicas existentes na palestina, nem contra os direitos e estatuto político usufruídos pelos judeus em qualquer outro país”.
                Ficaria muito grato se V.Sa. encaminhasse esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.
                Sinceramente,
Arthur James Balfour’ (secretário de Estado das Relações Exteriores)


Lord Balfour e sua carta ao lorde Rotschild, de 2 de novembro de 1917

Mandato para palestina x Mandato britânico

                O ‘Mandato para a palestina’ é o documento histórico compulsório da Liga das Nações que reconheceu os direitos legais dos judeus na ‘palestina’, conhecido como ‘The Trust’ (confiança, algo que foi deixado em depósito, sob confiança).

                O ‘Mandato Britânico’, conhecido como ‘The Trustee’ (depositário, fiduciário, aquele que cuida de um depósito em benefício de outro), foi confiado pela Liga das Nações com a responsabilidade de administrar a área definida pelo ‘Mandato para a palestina’, à Grã Bretanha, que devolveu o Mandato à ONU em 14 de maio de 1948, data em que Israel declarou sua independência.

                O documento compulsório foi elaborado em 24.04.1920, durante a Conferência San Remo (120.466 km²), e seus termos foram descritos no Tratado de Sèvres, em 10.08 daquele ano. Foram finalizados e unanimemente aprovados em 24.07.1922, pelo Conselho da Liga das Nações, composto, na ocasião, por 51 países. O documento tornou-se operacional em 29.09.1923.

                Essas determinações guardaram os direitos de judeus e árabes da região e serviram a interesses políticos e econômicos dos poderes coloniais, que sofreram intensa pressão contrária dos muçulmanos, por não aceitarem presença judaica em seu meio. A prova disso foi a forma da partilha: até 1920, a ‘palestina judaica’ correspondia à totalidade do território (120.466 km²); em 1922, o governo britânico destinou 77% (92.300 km²) do território à criação de outro estado islâmico (Transjordânia – 16.09.1922, por memorandum anexado ao documento final). Outros dois mandatos (documentos compulsórios) também garantiram os direitos islâmicos da região (Líbano e Síria, num mandato francês; Iraque, também num mandato britânico)


Mapa mostrando as terras destinadas ao Lar Nacional Judaico (Mandato para palestina), de 120.466 km² e seu Mandato Britânico, em 24 de abril 1920, apoiado pela Liga das Nações
Mandato Francês para o Líbano e Síria (Grande Síria); Mandato Britânico também para Iraque (Mesopotâmia), todos ‘nações’ recém-criadas da divisão das terras do império turco otomano

                Em junho de 1922, Winston Churchill, secretário de Estado britânico para as Colônias, declarou que era essencial que se soubesse que ‘a palestina era direito dos judeus e não concessão (permissão) das nações a eles’.

                Unanimemente, os 51 Estados membros da Liga das Nações declararam, em abril de 1924: ‘Considerada foi a conexão histórica do povo judeu com a palestina como fundamento para a reconstituição do seu lar nacional naquela área’.

                Contrariamente, Líbano, Jordânia, Síria e Iraque não nasceram de um processo evolutivo, mas foram criados de modo arbitrário pelos poderes coloniais (França e Reino Unido), seus mandatários, de acordo com suas interesses, dividindo o Oriente Médio em entidades políticas com novos nomes e fronteiras, não respeitando a lógica geográfica e de sustentabilidade da região, ou a composição étnica das populações indígenas, mas por meridianos.

                A Transjordânia e o Iraque foram criados como emirados para recompensar a família real Hashemita da Arábia Saudita por sua lealdade à coroa inglesa contra os turcos otomanos, na 1ª GM, sob a liderança de Lawrence da Arábia. Iraque foi dado a Faisal bin Hussein, filho do guardião de Meca, em 1918. Para recompensar seu irmão mais novo, Abdullah, o Reino Unido tomou (à revelia, como mandatário) 77% do território destinado aos judeus e o deu àquele, em 1922, criando a Transjordânia, mais tarde, Jordânia.

                Qualquer tentativa, portanto, de negar o direito dos judeus a Eretz Israel (1922), não só é uma séria violação da lei internacional, como também é um ‘tiro’ no pé dos jordanianos, sírios, iraquianos e libaneses, pois, a contestação da validade de um implica na contestação da validade documental dos outros quatro!


Mandato para palestina, 24 julho 1922 – área laranja correspondente à Transjordânia, na qual a reconstituição de um Lar Nacional Judaico seria adiada ou recusada. O território da palestina Judaica foi reduzido em 77% de seu mandato original (redução em 92.300 km²)

                Essas divisões territoriais fundamentadas em interesses políticos dos colonizadores, só ocasionaram disputas e rivalidades sangrentas, desestabilizando a região, por não respeitarem suass etnias. Guerra civil no Iêmen e Líbano; conflitos entre Iraque e Irã; envenenamento dos curdos iraquianos; levante Primavera Árabe; a sustentação de uma guerra civil síria, iraquiana e a proclamação de um califado, recentemente, no norte do Iraque e da Síria, pela liderança do grupo terrorista estado islâmico são consequência direta dessa divisão irresponsável.

                Ao contrário do que dizem, que a paz no OM só virá quando mais um estado islâmico for formado em Israel (culpa dela por não ceder), a  responsabilidade pelos conflitos constantes se deve à má divisão territorial, e ao fato de Israel não tomar posse de toda a extensão territorial que lhe é devida.

                Até nisso vemos a diferença com Israel: considerado ‘povo único, que não seria contado entre as nações’ (Números 23.9), foi guardado em separado dentro delas, por manter sua identidade religiosa (judeus), por opção ou por imposição. E hoje, compõe um Estado independente, democrático, com economia forte e estável, e constituído de etnias distintas (iemitas, iraquianos, iranianos, ingleses, franceses, todos os povos, tribos, línguas, raças e nações), como uma colcha de retalhos!

                Por que esse comportamento distinto? Porque já estava escrito (promessa de DEUS) e porque os ‘mandatários eram responsáveis por organizar no país condições politica, administrativa e econômica que assegurassem o estabelecimento do lar nacional judaico, como prescrito no ‘Mandato’, e o desenvolvimento de instituições auto-governáveis, bem como salvaguardar o direito religioso de cada habitante daquele território.

                A nômina ‘palestina’ foi adotada para definir uma área geográfica, com limites bem definidos, e não para descrever uma nacionalidade, pois o território era destinado como lar nacional aos judeus e eles já tinham uma identidade: a judaica. Em 1938, em relato sobre sua administração naquele território, o governo inglês declarou ao Conselho da Liga das nações que a ‘palestina não é um Estado, mas é o nome da área geográfica’.
                Árabes, ONU e seus órgãos e a corte internacional de justiça têm erroneamente declarado que o povo nativo é palestino. Essa declaração é inventada. A palavra ‘palestina’ sequer é árabe.


Como está o Oriente Médio hoje:
- Síria em guerra civil, com seu nordeste ocupado pelo grupo radical fundamentalista islâmico isis ou isil ou estado islâmico (toda área cinza) – são sunitas contra o domínio xiíta minoritário do Iraque, e contra o regime minoritário alauita de Bashar al-Assad, presidente sírio.
- isis também ocupa o norte do Iraque (área cinza) e está invadindo as cidades curdas (em mostarda – curdos são outra seita islâmica moderada).
O grupo estado islâmico tem fortes pretensões de invadir a Jordânia e ‘libertar a ‘palestina’ dos sionistas (judeus – invadir Israel e lançar os judeus para o Mar Mediterrâneo, como todos os outros têm jurado fazer).
Muitos curdos, cristãos e yazidis (outra seita islâmica da região norte do Iraque) têm sido forçados à conversão ao islamismo do califado do grupo estado islâmico, e os que não aceitam são mortos ou expulsos. Muitos têm buscado refúgio ao sul da Turquia.

                Os árabes controlam 99,9% dos territórios do OM e nunca reconheceram uma unidade federativa palestina. Histórica e politicamente, sempre fizeram parte da Grande Síria (Suryya al-Kubra), uma designação que se estende aos dois lados do rio Jordão.

- na década de 50, a Jordânia simplesmente anexou a ribeira ocidental (Judéia e Samaria), uma vez que a população ali era vista como irmã dos jordanianos, em vez de criar um estado independente;

- quando houve a votação do plano de partilha da palestina, em 1947, as nações árabes foram contrárias e rejeitaram-no, perdendo a chance de estabelecer um estado árabe (não palestino) independente;

- por 19 anos (de 1948 a 1967), Jordânia controlou a região da faixa ocidental e Egito anexara a faixa de Gaza: em nenhum momento desses 19 anos, ambas as nações árabes pensaram em estabelecer ou sequer reconhecer um estado árabe na região, muito menos os árabes que ali viviam.

                Se havia a aspiração de um estado árabe independente na região, por que não houve o estabelecimento nessa ocasião, quando não existia nenhum obstáculo ‘judaico’???

                Na história de Jerusalém, a cidade serviu como capital nacional somente duas vezes. A 1ª foi no período compreendido entre os 1º e 2º templos, descrito na Bíblia e em concordância arqueológica; a 2ª foi quando foi aclamada capital do moderno Estado de Israel, em 1980. Ela nunca serviu como capital para qualquer estado ou entidade árabe, pela simples razão de que nunca houve um estado árabe e ou palestino.

                Em 1937, Auni Bey Abdul-Hadi, um árabe e líder local, testificou diante da Comissão Peel [comissão de inquérito para apurar e investigar as revoltas e intranquilidades no Mandato Britânico, consecutivas a seis meses greve por parte dos árabes em 1936] que ‘não há tal país! palestina é um termo que os sionistas inventaram! Não existe palestina na Bíblia. Nosso país foi, por séculos, parte da Síria’

                Em 1946, diante de um comitê de investigação anglo-americano, o historiador árabe-americano Philip Hiiti declarou: ‘não há tal coisa como palestina na história árabe, absolutamente não. De acordo com o jornalismo investigativo de Joan Peters, que passou sete anos pesquisando as origens do conflito árabe-judaico na palestina, a única entidade que nunca foi considerada pelos habitantes locais antes da guerra de 1967 foi a árabe palestina’.

                O documento ‘Mandato para a palestina’ não definiu fronteiras definitivas (que compreendiam os mais de 120.000 km²), mas deixou ao mandatário (no caso o Reino Unido) estipular onde os judeus poderiam e onde não poderiam estabelecer-se. Foi anexado como parte definitiva àquele documento um último memorandum, em 16.09.1922, que fora enviado à Liga das Nações e recebeu sua aprovação, definindo as fronteiras do futuro lar nacional para os judeus na palestina, entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo (23% do território ou 28.166 km² de terras), e a criação de um 4º estado árabe a leste do Rio Jordão (concretizado em 1946, quando o reino Hashemita da Transjordânia foi agraciado com a independência do Reino Unido), com 77% do território (92.300 km²) originariamente destinado à criação do lar nacional judaico.

                O memorandum de 16.09.1922 foi o último documento legalmente anexado ao documento original do ‘Mandato para a palestina’ e que definiu o status de Judéia, Samaria, Jerusalém oriental e Gaza (incluídos no território destinado ao Lar Nacional Judaico). Além disso, esse memorandum também representa a última modificação dos termos oficiais do Mandato registrados pela Ligas das Nações ou pelo seu sucessor, a ONU, de acordo com o Artigo 27 do Mandato que declara inequivocamente:
                ‘O consentimento do Conselho da Liga das Nações é requerido para qualquer modificação dos termos deste mandato’

                A Carta das Nações Unidas reconhece a obrigação da ONU em cumprir todos os compromissos de seu predecessor, a Liga das Nações.

Direitos políticos do Mandato foram dados somente aos judeus:
                O ‘Mandato para a palestina’ claramente faz distinção entre os direitos políticos e os direitos civis e religiosos, a fim de garantir igualdade de liberdade aos residentes não judeus, enquanto indivíduos. Nenhuma vez os árabes são mencionados como povo no ‘mandato para a palestina’. Em nenhum ponto do documento há concessão de direitos políticos a não judeus (i.e, árabes). O Artigo 2 do ‘mandato’ explicitamente declara que o mandatário deve ‘ser responsável por implantar no país condições política, administrativa e econômica que assegurem o estabelecimento de um Lar Nacional Judaico, assim como previamente descrito no documento, e o desenvolvimento de instituições autônomas, e que salvaguarda os direitos civis e religiosos de todos os habitantes da palestina, independentemente de raça ou religião’.

                Direitos políticos foram garantidos aos árabes pela Liga das Nações nos outros quatro mandatos: no Líbano, na Síria, no Iraque e, mais tarde, na Transjordânia.

População judaica na palestina
                O relatório do Alto Comissariado na Administração da palestina, Sir Herbert Louis Samuel, em 22.04.1925, ao secretário de Estado para as Colônias, descreveu a população judaica:

                ‘Durante as duas ou três últimas gerações, os judeus recriaram na palestina uma comunidade, agora com 80.000 pessoas, das quais um quarto são agricultores ou trabalhadores na terra. Esta comunidade tem seu próprio órgão político, uma assembléia eleita para direção de assuntos domésticos, conselhos eleitos nas cidades e uma organização para o controle em suas escolas. Tem seus eleitos o rabino chefe e o conselho rabínico para direção de seus temas religiosos. Seu negócio é conduzido em hebraico como vernáculo (idioma local), e uma imprensa hebraica serve às suas necessidades. Ela tem sua vida intelectual distinta e exibe considerável atividade econômica. Esta comunidade, então, com sua população urbana e rural, suas organizações social, política e religiosa, sua língua própria, seus próprios costumes, vida própria, tem características nacionais, de fato’.


Jerusalém no ‘Mandato’
                De acordo com o prof. de Cambridge, Sir Elihu Lauterpacht, juiz designado da Corte Internacional de Justiça e renomado editor de um dos compêndios da lei internacional, a noção de internacionalização de Jerusalém nunca fez parte do ‘mandato’: ‘Nada foi dito no Mandato sobre a internacionalização de Jerusalém. Deveras, Jerusalém como tal não é mencionada – embora os locais sagrados sejam. E este, em si, é uma questão relevante agora. Em relação a isso, revela que em 1922 não havia inclinação para identificar a questão dos lugares sagrados com aquela de internacionalização de Jerusalém’.

                Jerusalém, a capital espiritual, política e histórica do povo judeu, serviu e serve como a capital política de uma única nação – aquela que pertence ao povo judeu.

Os direitos judaicos à palestina foram garantidos internacionalmente
                O primeiro relatório do Alto Comissariado sobre a Administração da palestina (1920-1925) ao secretário de Estado britânico para as Colônias, publicado em abril de 1925, enfatizou como as garantias internacionais para a existência de um lar nacional judaico na palestina foram executadas:

‘A Declaração de Balfour foi sancionada naquela época por vários dos governos aliados; e foi reafirmada pela Conferência dos Poderes Aliados Principais em San Remo, em 1920; de modo subsequente, foi endossada por resoluções unânimes de ambas as Casas do Congresso dos EUA (confirmaram o irrevogável direito dos judeus de estabelecer-se na região da palestina – qualquer lugar entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo); foi incorporada no Mandato para a palestina, aprovado pela liga das Nações em 1922; foi explicada, em uma declaração formal da política lançada pelo Secretário Colonial, no mesmo ano, ‘não sendo suscetível a mudanças’’.

O ‘Mandato para a palestina’ é válido nos dias atuais
                O Mandato sobreviveu ao término da Liga das Nações. O Artigo 80 da Carta das Nações Unidas implicitamente reconhece o ‘Mandato para a palestina’ da Liga das Nações.

                Nem a Corte Internacional de Justiça, nem a Assembléia Geral das Nações Unidas podem arbitrariamente alterar o status dos assentamentos judaicos como exposto no ‘Mandato para a palestina’, um acordo internacional que nunca foi alterado ou revogado.

                “Não existe uma nação árabe chamada palestina (...). palestina é o nome que os romanos deram para Eretz (terra de) Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolheram chamar a terra que eles controlavam de palestina, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a palestina em ‘falastin', uma entidade ficcional”

                                                                                                                  Golda Meir

Resolução 242

A Resolução 242 foi adotada pelo Conselho de Segurança da ONU, em 22 de novembro de 1967, após a Guerra dos Seis Dias, em que Israel tomou dos seus inimigos a Península do Sinai e Gaza dos egípcios, Judéia, Samaria e Jerusalém oriental dos jordanianos, e as Colinas de Golan dos sírios.

Embora Israel tenha lançado ataque preventivo, surpreendendo o força aérea egípcia, em 5 junho de 1967, essa foi uma resposta a meses de declarações hostis e ameaçadoras (incluindo com manobras de guerra e forças bélicas perfiladas nas fronteiras com Israel: 465.000 homens, mais de 2880 tanques, 810 aviões cercavam Israel. Egito fechou o Estreito de Tiran aos navios israelenses, o único trajeto de comunicação de Israel com a Ásia, pelo Mar Vermelho, violando a lei internacional. Todos esses atos constituem-se, pela Lei das Nações, como casus belli – justificativa para atos de guerra).

Foram vários os discursos, nos meses que precederam a guerra, por parte dos inimigos, ameaçando Israel com a destruição. Essas ameaças e promulgações de aniquilamento foram feitas quando Judéia, Samaria e Jerusalém oriental, ou Sinai e Gaza, ou as colinas de Golan NÃO ESTAVAM NAS MÃOS DE ISRAEL, mas do Jordânia, Egito e Síria, respectivamente. Por isso, percebe-se que as reivindicações atuais, que são as mesmas de anteriormente à Guerra dos Seis Dias, nada têm a ver com Judéia e Samaria e leste de Jerusalém e Golan, mas sim com o fato de que existe um território chamado Israel, controlado por judeus, e que é o Lar Nacional desse povo peculiar. O obstáculo à paz está aí, na existência dos judeus!

Mas, voltando a essa resolução, o conselho de segurança da ONU reconheceu que Israel adquiriu os territórios das mãos de seus inimigos, não como ato de violência ou agressão, mas como ato de defesa própria (apesar do ataque preventivo).

Por esta razão, a resolução 242 passou sob o Capítulo VI e não VII da Carta da ONU:
- as resoluções adotadas sob o Capítulo VI, apoiados em atos de defesa própria, advogam a idéia de NEGOCIAÇÕES dos assentamentos;
- as resoluções adotadas sob o Capítulo VII, baseadas em atos de agressão, dão autoridade à ONU de impor suas resoluções sobre qualquer nação que ameace a segurança de outra nação ou nações.

Essa resolução enfatiza a ‘necessidade de se trabalhar para que uma paz justa e duradoura, em que cada país na região possa viver em segurança’. Ao mesmo tempo que a resolução apela para que Israel devolva os territórios conquistados durante a guerra, não exige ou ordena sua retirada, porque reconhece que Israel NÃO PODE RETORNAR ÀS FRONTEIRAS NÃO SEGURAS em que vivia antes da Guerra dos Seis Dias, fronteiras essas convidativas à agressão. Essas fronteiras foram denominadas, mais tarde, de ‘fronteiras Auschwitz’.

Embora os árabes reivindiquem a saída de Israel de todo o território conquistado em junho de 1967, em nenhum artigo dessa resolução está a ordem para que Israel faça isso. O texto da resolução 242 da ONU afirma, sem sombra de dúvida, que nenhum dos territórios foram ocupados à força em uma guerra injusta. Uma vez que os árabes foram reconhecidamente os agressores, em nenhum lugar dessa resolução Israel é estigmatizada (acusada, condenada) como invasora ou ocupante ilegal dos territórios.

Durante os debates (por cinco meses e meio) para o texto final dessa resolução, tanto o conselho de segurança quanto a assembléia geral da ONU, foram unânimes em declarar que Israel não poderia ser forçada a retornar às fronteiras frágeis e vulneráveis das linhas demarcatórias do Armistício de 1949, ao fim da Guerra de Independência; mas deveria retirar-se, uma vez feita a paz, a ‘fronteiras seguras e reconhecidas’.

Quanto ao artigo destinado à ‘resolução adequada do problema dos refugiados’, se aplica aos dois povos: judeus e árabes, e não só aos árabes, como se poderia imaginar.

A resolução 242, intencional e refletidamente, reconheceu que o conflito árabe-israelense gerou duas populações de refugiados: uma árabe, em torno de 600.000 que deixaram Israel durante a guerra de independência; uma judaica, com mais de 899.000 judeus sendo expulsos dos países árabes, depois de 1948. Desses, 650.000 encontraram refúgio em Israel, e ali se estabeleceram!

Logo, com base nessa resolução 242, Israel não é obrigada a retornar a fronteiras suicidas ou indefensáveis, não é obrigada a deixar os territórios que foram conquistados em uma guerra provocada por outros, de defesa própria!

Naquele mesmo dia fez o SENHOR uma aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até o grande rio Eufrates; e o queneu, e o quenezeu, e o cadmoneu, e o heteu, e o perizeu, e os refains, e o amorreu, e o cananeu, e o girgaseu, e o jebuseu” (Gênesis 15.18-21)

E a casa de Jacó será fogo, e a casa de José uma chama, e a casa de Esaú palha; e se acenderão contra eles, e os consumirão; e ninguém mais restará da casa de Esaú, porque o SENHOR o falou. E os do Negev possuirão o monte de Esaú, e os das planícies, os filisteus; possuirão também os campos de Efraim, e os campos de Samaria; e Benjamim possuirá a Gileade. E os cativos deste exército, dos filhos de Israel, possuirão os cananeus, até Zarefate; e os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarade, possuirão as cidades do Negev. E subirão salvadores ao monte Sião, para julgarem o monte de Esaú; e o reino será do SENHOR” (Obadias 18-21)

Por princípio de aliança e promessa irrevogáveis, todo território compreendido entre os rios Eufrates e do Egito pertence aos descendentes de Avraham, em Itschaq (e não Ishmael) e Yaacov (e não a Esav). Essa é uma possessão eterna, irrevogável, inquebrável.

Por princípio legal internacional, todo o território compreendido entre o Eufrates e o Mar Mediterrâneo pertence aos descendentes de Avraham, em Itschaq (e não Ishmael) e Yaacov (e não a Esav).

A possessão territorial para as fronteiras determinadas por YHVH para Israel têm a ver com a preparação do cenário para o regresso do SENHOR JESUS e a instituição de Seu reino milenar! Ora vem SENHOR JESUS! Baruch Haba b’SHEM YHVH!

Clamemos para que essas verdades venham à luz e Israel encontre apoio substancial, concreto, para reivindicar o que é seu por direito de herança. Criem-se as circunstâncias para que essa possessão territorial venha a acontecer, em Nome do REI de Israel.

Clamemos pela conquista territorial, para que o SENHOR regresse em nossa geração!

Que o SENHOR nos use como divulgadores da Sua Verdade, das coisas que estão em oculto e precisam ser reveladas, para a glória de Seu Nome!

Que Israel seja escondida na potente mão do Shomer Israel, nesses dias de intrigas e revoltas, e de ira do inimigo para com o DEUS de Israel.

Que o Poderoso de Israel nos guie a toda a verdade e faça Seu rosto resplandecer sobre nós, guiando-nos nesses dias divisores de águas, de decisão por ELE e por aqueles por quem Seu coração bate apertado.

Shalom shalom, no amor do MASHIACH de Israel, YEHOSHUA,

marciah malkah


Bibliografia:
Mandate for Palestine. The Legal Aspects of Jewish Rights’, by Eli E. Hertz. Myths and Facts (http://www.mythsandfacts.org/conflict/mandate_for_palestine/mandate_for_palestine.htm)

UN Security Council Resolution 242 Adopted: November 22, 1967’, by Eli E. Hertz. Myths and Facts (http://www.mythsandfacts.org/conflict/10/resolution-242.pdf)