quinta-feira, 2 de abril de 2015

Ore pelo regresso do SENHOR YEHOSHUA em nossa geração, orando pela paz de Jerusalém - informe de 01 a 15.04

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos!” (Isaías 5.20,21)



Enquanto os defensores do BDS persuadem estudantes da Universidade York, em Toronto, de que Israel é um Estado apartheid (que pratica segregação e discriminação racial), um banner motiva os transeuntes a ‘findarem seu apoio ao apartheid israelense: corte os laços: boicote, desinvestimento, sanções’

                Campanhas de boicote, desinvestimento e sanções contra produtos e negócios israelenses aliadas à acusação mentirosa de práticas de apartheid têm acontecido com frequência, principalmente nos fora estudantis.

Desde 2005, a ‘injustiçada sociedade’ civil dos árabes e muçulmanos que vivem em Israel (de acordo como se vê e da forma como vende sua imagem a um mundo que jaz no maligno e sedento está por destruir Israel, a ‘menina do olho de DEUS), que deseja um estado islâmico independente dentro das terras de Israel (direito de herança Bíblico e pela Lei Internacional), que tem acusado Israel de negar a essa população seus fundamentais direitos de liberdade, igualdade e auto-determinação (escolha, por um grupo de pessoas, de onde viver, sob qual regime viver e como viver) por meio de ‘limpeza étnica, colonização, discriminação racial e ocupação militar’ [segundo sua ótica e não do ponto de vista de Bíblico e Legal], iniciou movimento global, convocando as ‘pessoas de consciência’ a lançarem amplas medidas de boicote, a implementar iniciativas de desinvestimento e a exigirem sanções contra Israel, até que os direitos dessa ‘opressa’ população sejam reconhecidos em pleno alinhamento à lei internacional**.

O movimento exige:
- o fim da ocupação e colonização de ‘todas as terras árabes’ (isso é auto determinação) ocupadas em junho de 1967, e a destruição de todos os muros e cercas de separação (edificados para proteger os cidadãos israelenses, pela diminuição da entrada de terroristas);
- reconhecimento dos direitos fundamentais dos cidadãos árabes e muçulmanos que vivem em Israel à plena equidade (com olhar invejoso, querem a mesma prosperidade, o mesmo desenvolvimento que há em Israel, embora trabalhando para destruir o que já foi construído por eles, como é o caso de Gaza: quando os judeus saíram de lá, deixaram toda a infraestrutura das estufas agrícolas, maquinários para que os árabes que assumissem pudessem avançar. A liderança tomou toda essa infraestrutura e a destruiu, vendendo os materiais para comprar armas e equipar-se, a fim de destruir Israel e o que ela edificou – isso é inveja, porque Ishmael é invejoso da herança de Itschaq – “E viu Sara que o filho de Agar, a egípcia, o qual tinha dado a Abraão, zombava (motejava, zombava, gozava, desdenhava, porquanto orgulhoso, altivo, insolente para com a ESCOLHA DE DEUS). E disse a Abraão: Ponha fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com Isaque, meu filho” - Gênesis 21.9,10);
- respeito, proteção e promoção dos direitos dos refugiados árabes a retornar aos seus lares e propriedades, como estipulado na resolução da ONU 194***.

O objetivo do movimento bds, de acordo com o próprio movimento é:
- boicote a produtos e empresas (israelenses e internacionais) que beneficiam-se da violação dos direitos dos árabes que vivem em Israel, bem como a instituições esportivas, culturais e acadêmicas israelenses. Antes, essas restrições eram só para aquelas empresas e instituições de Judéia e Samaria. Hoje, se relacionam a todo Israel.
Qualquer pessoa pode boicotar as mercadorias israelenses, simplesmente não comprando aqueles que não produzidos em Israel ou que provenham de companhias israelenses. Ativistas pressionam comerciantes a não comprar e vender os produtos de Israel.
De acordo com esse movimento, as instituições culturais e acadêmicas israelenses contribuem diretamente para manter, defender ou encobrir/camuflar a opressão dos árabes que vivem em Israel, da mesma forma que Israel procura melhorar sua imagem internacionalmente, por meio de colaborações acadêmicas e culturais. Como parte do boicote, acadêmicos, artistas e consumidores estão engajados em campanhas contra tais colaborações. Um número crescente de artistas têm rejeitado exposições ou apresentações em Israel.
- desinvestimento tem como objetivo impedir que carteiras de investimento das universidades e seus fundos de pensão não sejam usados para financiar corporações cúmplices na violação dos direitos dos árabes que vivem em Israel. Esses esforços conscientizam sobre a realidade das ‘políticas’ de Israel (interpretadas por seus ativistas como abusivas, de apartheid, etc.) e incentivam as empresas a usar sua influência econômica para pressionar Israel, a fim de suspender sua negação sistemática dos direitos dos árabes.
- sanções são uma parte essencial na demonstração de desaprovação de atos cometidos por um país. Ao exigir sanções sobre Israel, os ativistas do bds educam a sociedade sobre violações da lei internacional e buscam acabar com a cumplicidade de outras nações em tais violações.

                ** para que a lei internacional seja cumprida, não deve retornar ao ano de 1947, com o plano de partilha INCONSTITUCIONAL. Deve regressar ao ano de 1920, na Conferência de San Remo, onde, em unanimidade, as nações da Liga das Nações, baseadas na Declaração de Balfour de 1917, atestaram a posse territorial das áreas compreendidas por Jordânia, toda Israel, incluindo Samaria, Judéia, Jerusalém, Gaza e Golan, para constituição de UM LAR NACIONAL JUDAICO.

Retrocedam mais ainda, aos dias de Avraham, em que o SENHOR, o DEUS Criador dos céus e da Terra, com mão levantada em juramento perpétuo, decidiu conceder a posse dessas terras, aos seus descendentes em Itschaq (e não Ishmael), em Yaacov (e não em Esav).

                *** a ONU manteve, por meio de órgão especial (UNRWA - Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da palestina no Oriente Médio), o status quo desses indivíduos que fugiram (NÃO FORAM EXPULSOS, MAS SAÍRAM ESPONTANEAMENTE, durante a guerra de independência, em 1948), estimulados pelas seis nações que atacaram Israel, que lhes garantiram que empurrariam cada judeu para o mar e, ficando a terra vazia, os tais fugitivos poderiam retornar. Graças a DEUS, isso não aconteceu. E, malignamente, as nações que receberam esses refugiados (em torno de 700.000 pessoas), não deram asilo a eles sua absorção no cotidiano do país, tornando-se párias da sociedade.

Há muitos ‘incríveis’ nessa história toda. Um deles é que ACNUR é a agência para os refugiados da ONU de todas as outras nações. Entretanto, quando se trata da questão dos árabes que viviam em Israel, essa organização tem uma agência especial, a UNRWA. Enquanto ACNUR apoia e investe na assimilação dos refugiados para que recebam asilo e direitos à cidadania, na UNRWA o oposto acontece, com o investimento de manter a condição de refugiados (aos originais, aos seus filhos, aos filhos de seus filhos, e filhos dos filhos de seus filhos), e hoje essa conta é superior a cinco milhões de pessoas, grande parte delas vivendo sem direito à educação, à saúde, ao trabalho, dependentes do auxílio da ONU e sendo fustigados por grupos terroristas (hisb’allah, al-qaida, etc.).

Outro ‘incrível’ dos absurdos é que há refugiados em Gaza (já em controle dos árabes de Israel), e em outras áreas de Judéia e Samaria que são controladas pelos árabes que vivem em Israel. Por que seus próprios compatriotas permitem que continuem a viver em ‘guetos’ ou campos de refugiados??? O que se passa naquele lugar ou na mente de seus líderes pra manter esse status quo???

Um terceiro ‘incrível’ relaciona-se ao fato de que 800.000 judeus foram expulsos, depois de serem aviltantemente espoliados, das nações muçulmanas onde viviam por centenas de séculos (vide judeus que viviam no Iraque, desde o cativeiro babilônico, no Egito, no Irã), após a independência do Estado de Israel (1948) e não são encontrados esses refugiados, porque a maior parte foi a Israel e lá vive até hoje. Algumas centenas de milhares foram a outras nações, mas não esperaram para ser páreas da sociedade, senão participaram dela e de seu desenvolvimento, apoiando o crescimento da nação para onde fugiram (Brasil é exemplo disso).

                Esse movimento promulga a falsa dicotomia do bem e do mal, com falsos e destorcidos padrões, em que os árabes que vivem em Israel são o ‘povo consciente’ (que discerne o certo do errado e pratica o bem), os ‘absolutamente vítimas’, enquanto os judeus são aqueles que cometeram ‘massacre sangrento’ em Gaza, os ‘absolutamente maus’.

Seus seguidores também acusam Israel de ocupar o território ‘palestino’, pintando os judeus como ‘colonialistas’ europeus com pequena ou nenhuma relação histórica ou direitos atuais sobre os territórios de Israel. Tanto é que os protestos, em geral, envolvem vozes que ecoam ‘do rio (Jordão) ao mar (Mediterrâneo), palestina será livre’ – um grito de guerra que exige que o povo judeu seja empurrado para tornar-se novamente um povo ‘sem terras’ ou ‘extinto’.

Seu principal papel é minar a legitimidade do Estado e Lar nacional judaico, inviabilizando, estigmatizando e deteriorando qualquer esforço em criar soluções equilibradas e viáveis para a população heterogênea que ali vive.

Esse movimento escolheu Israel, o único Estado judaico do planeta, acusando-o de supostos abusos dos direitos humanos. No entanto, o bds em nada tem campanhas centradas nos direitos humanos – seu objetivo é deslegitimar, desmoralizar, demonizar Israel, sem qualquer compromisso real com os seres humanos.

Enquanto muitos do bds declaram que as campanhas são contra Israel e não contra judeus, relatos e pesquisas indicam que nos campi universitários, os judeus estão sendo acusados, não só de apoiarem Israel, mas meramente por serem judeus.

Mais e mais universidades norte-americanas e européias estão votando a favor da adoção de políticas de boicote, desinvestimento e sanções contra o Estado de Israel, sob o pretexto de que a ilegal infraestrutura de ocupação israelense, em assentamentos privados e com muros de separação, facilitam a punição coletiva dos civis palestinos por parte de Israel e Egito, e predispõem essa população ao estado de repressão.

Na Universidade de Durban, África do Sul, o conselho representativo dos estudantes e a aliança jovem progressiva decidiram expulsar os judeus, enquanto partem à defesa do pró-palestinianismo.

Afirmações como ‘decidimos que estudantes judeus, especialmente aqueles que não apoiam a luta palestina, deveriam ser desmatriculados’, ou ‘Israel é uma nação apartheid que deveria ser completamente isolada... Somos contra todas as formas de racismo, incluindo o Sionismo e o antissemitismo’, foram feitas por essas organizações estudantis.

SIONISMO NÃO É RACISMO, de acordo com a própria lei internacional, mas movimento legalmente reconhecido que impulsionou o restabelecimento de um lar nacional para os judeus (perseguidos, expulsos, mortos nos vários milênios sem terra).

De acordo com tais afirmações, quem está sendo racista??? Dizer que é contra o antissemitismo e, ao mesmo tempo, exigir a expulsão de judeus africanos das universidades... O que é isso, então, senão RACISMO, senão ANTISSEMITISMO??? ‘Ai dos que fazem do amargo doce, e do doce amargo’.

Certamente, tal ideologia de ódio aos judeus tem a ver com o ódio de satanás a DEUS. Como ele não pode atacar a DEUS diretamente tenta impedir Seus planos e propósitos, atingindo a ‘menina do Seu olho’ (como se isso fosse possível).

Então os governadores de Judá dirão no seu coração: Os habitantes de Jerusalém são a minha força no SENHOR dos Exércitos, seu DEUS” (Zacarias 12.5)

O que esse movimento tem conseguido é afetar judeus e árabes que vivem em Israel. Muitos empregados de empresas estabelecidas em Judéia e Samaria são árabes, e que se sustentam por meio desses empregos. A transferência dessas indústrias e empresas para outros locais está gerando o desemprego para a população árabe, que testemunha que os empregadores judeus promovem muito melhores condições de trabalho e salários, em relação aos empregadores árabes, nos territórios sob controle dos árabes.

As vitórias desse movimento se baseiam em falácias enormes, pois Israel não é apartheid (segregacionista, racista). Há 1,6 milhões de árabes que têm cidadania israelense.
Há árabes e drusos que são: parlamentares no Knesset (nas últimas eleições, a coalisão de partidos árabes foi a terceira mais votada do país); juízes, inclusive na Suprema Corte; soldados nas FDI (para eles é opcional o serviço militar – e há muitos que escolheram se submeter aos três anos (homens) e dois anos (mulheres) às FDI); professores de crianças judaicas; médicos e administradores hospitalares; empresários, donos de casa, estudantes e empregados em companhias israelenses em toda Israel, incluindo Judéia e Samaria.

A despeito de tudo isso, das evidências que demonstrem o oposto, os ativistas do bds continuam vociferando que ‘Israel é Estado apartheid’ e que ‘Sionismo é racismo’.

Um membro do parlamento sul-africano, Kenneth Meshoe, declarou que ‘a acusação de que Israel é um Estado apartheid é uma farsa sobre a real Israel, e é uma farsa sobre o real apartheid’. Estimula os sul-africanos que sofreram com o regime de apartheid no país a irem a Israel para que vejam com seus próprios olhos se os árabes sofrem as opressões e tratamentos que eles sofreram durante tal regime.

Continua a declarar que só os sul-africanos conhecem o que realmente o apartheid é, pois o experimentaram por muitos anos. E ainda faz um apelo àqueles nas nações do mundo que ‘acusam Israel de praticar o apartheid, que parem de fazer isso’, pois ‘estão causando danos à verdade, estão danificando qualquer possibilidade de paz no Oriente Médio e destruindo a memória do verdadeiro apartheid’.

Conta a experiência de um pastor, seu amigo, que em Israel sofrera um acidente e teve que ser hospitalizado. Na enfermaria em que estava internado, à sua direita estava um judeu e à sua esquerda um muçulmano... (que enfermaria sui generis: um judeu, um muçulmano e, no meio, um negro!!!). Em privado, o muçulmano lhe declarou que ‘essa história de Israel praticar o apartheid, é o que os políticos declaram. Não é o que experimentamos na prática’.

Para o sr. Meshoe, aqueles que afirmam que Israel está praticando o apartheid sul-africano, estão minimizando o sofrimento que os negros sul-africanos enfrentaram. Se a suposta prática de apartheid de que acusam Israel fosse a forma empregada na África do Sul, Nelson Mandela não precisaria ter sido preso (porque lutava por reais e básicos direitos iguais para os negros, como direito ao voto, direito à educação, à saúde); não haveria o levante do Sowetto e a morte de tantos sul-africanos.


(Prager University - Israel and Apartheid by Kenneth Meshoe - Black South African, 11.06.2014
(Israel é segregação, por Kenneth Meshoe - Sul-africano negro)

Então passei a contemplar a sabedoria, e a loucura e a estultícia. Pois que fará o homem que seguir ao rei? O mesmo que outros já fizeram. Então vi eu que a sabedoria é mais excelente do que a estultícia, quanto a luz é mais excelente do que as trevas. Os olhos do homem sábio estão na sua cabeça, mas o louco anda em trevas; então também entendi eu que o mesmo lhes sucede a ambos” (Eclesiastes 2.12-14).

Toda a luta contra a verdade implica em que a verdade será substituída por mentiras. E isso não é diferente com respeito ao direito de retorno do povo judeu ao Lar Nacional Judaico, Israel, conhecido como Sionismo.

Uma imagem vale mais do que mil palavras verdadeiras. Uma forma de expor as farsas e mentiras do bds é mostrar as violações dos direitos humanos no real apartheid praticado pelo mundo islâmico, contrastando com a liberdade proporcionada por Israel aos seus cidadãos, quer árabes, muçulmanos, drusos, mulheres, etc., no relativo à expressão de opiniões, ao voto, à educação, à saúde, ao emprego, entre outros.

De fato, os ativistas do bds crêem que os árabes que vivem em Israel desejam ter seu próprio estado, se tão somente Israel saísse de Judéia, Samaria e os deixasse em paz.

Na verdade, os líderes árabes e fundadores do movimento bds ardentemente desejam um estado que seja completamente livre de judeus (isso é racismo, limpeza étnica – judenfrei/judenrei, ao estilo nazista, de onde vêm suas ideologias antissemitas), de toda a área compreendida entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo.

‘Mas’, perguntaria você, ‘essa área não corresponde ao Estado de Israel?’

‘Pois é’, respondo eu, ‘esse é o desejo dos muçulmanos que vivem em Israel e dos extremistas do mundo todo – a aniquilação dos judeus e o apagamento da memória de que algum dia existiu tal ‘raça’ (ainda que judeu não corresponda a uma raça).

A real agenda do bds é a aniquilação do Estado Judaico.

Que o SENHOR nos levante como agentes de confronto da mentira, para que satanás, o pai da mentira, nada encontre em nós que nos desabone diante do PAI das luzes. Por amor de Sião não me calarei, e por amor de Jerusalém não me aquietarei, até que saia a sua justiça como um resplendor, e a sua Salvação como uma tocha acesa” (Isaías 62.1).

Que o SENHOR dê estratégias aos ‘ativistas da verdade’ (nós), para que sejam bem mais diligentes, sábios, capazes, como os ‘ativistas da mentira’.

Venha a Sua justiça sobre esse falaz movimento bds e sua liderança e seguidores, e que a bondade divina superabundante os alcance enquanto disparam seus enganos. “Faço chegar a Minha Justiça, e não estará ao longe, e a Minha Salvação não tardará; mas estabelecerei em Sião a Salvação, e em Israel a Minha glória” (Isaías 46.13)

               
            “EU, porém, ungi o Meu REI sobre o Meu Santo monte de Sião. Proclamarei o decreto: o SENHOR Me disse: TU és Meu Filho, EU hoje Te gerei. Pede-Me, e EU Te darei os gentios por herança, e os fins da Terra por Tua possessão. TU os esmigalharás com uma vara de ferro; TU os despedaçarás como a um vaso de oleiro. Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da Terra. Servi ao SENHOR com temor, e alegrai-vos com tremor. Beijai o Filho, para que Se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a Sua ira; bem-aventurados todos aqueles que nELE confiam” (Salmo 2.6-12)
               
                Há 2000 anos, o REI de Israel esteve em nosso meio e foi tremendamente confrontado por todas as forças e poderes físicos e espirituais. Israel voltou a ser nação independente e, como tal, voltou a ter governantes sobre si que têm sofrido as mais intensas pressões internas e externas, principalmente Netanyahu, miraculosamente reeleito para seu terceiro mandato enquanto 1º ministro de Israel.

Embora o Likud (partido que lidera) tenha vencido com 30 assentos no Knesset, contra os 24 votos da União Sionista, seu maior adversário, e que prefere continuar como oposição, tem um novo entrave a enfrentar. Netanyahu tem 28 dias (mais 15 dias de prorrogação) para formar um governo de coalisão, pois necessita de mais 31 cadeiras para poder ocupar o cargo de ‘rei dos judeus’.

Não existe governança sem a coalisão e não existe coalisão sem unidade, para que o ‘reino’ funcione e avance (João 17.20-26).

Clamemos por Netanyahu, para que o SENHOR derrame sobre ele Seu Espírito de sabedoria e inteligência, capacidade aglutinadora, e que separe os líderes e partidos que ELE deseja para comporem o novo governo em Israel. Que as marcas desse novo governo sejam a justiça, a paz e o gozo no Espírito Santo; levantados sejam para glorificar o Nome de YAH. “Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o Seu querer. Todo caminho do homem é reto aos seus olhos, mas o SENHOR sonda os corações. Fazer justiça e juízo é mais aceitável ao SENHOR do que sacrifício” (Provérbios 21.1-3)

Que o SENHOR os estabeleça como um só homem, fortalecidos na Sua graça, envoltos em Sua capacidade de reinar, para que este governo funcione segundo o Seu coração, cheio da Sua Presença em seu meio. O SENHOR que começou o milagre de fazê-lo reeleger-se prossiga em permitir que governe totalmente inclinado a fazer Sua boa e perfeita vontade, mesmo que ela, a princípio, lhe pareça ‘não agradável’. “Então todos os filhos de Israel saíram, e a congregação se ajuntou, perante o SENHOR em Mizpá, como se fora um só homem, desde Dã até Berseba, como também a terra de Gileade” (Juízes 20.1).

Que o REI dos reis e SENHOR dos senhores seja honrado e glorificado no novo governo. Que ELE Se assente no coração de Netanyahu e de cada um de seus futuros ministros, e de todos os parlamentares e juízes em Israel, para que o sobrenatural ocorra naquele meio, com livramento sobre livramento, crescimento em intimidade com o DEUS de Israel.

As forças de oposição internacionais vêm da parte de b.obama, um grande oponente de Netanyahu e frustrado com a vitória atual. Embora em posição de observação, tem ameaçado apoiar, junto ao conselho de segurança da ONU, a licitação árabe para constituir um estado islâmico em terras de Israel, Judéia e Samaria, com capital no leste de Jerusalém.

Como haman (na história de Ester), b.obama tem se levantado para decretar morte aos judeus veladamente, na proporção em que adota política de apaziguamento e liberação das ações iranianas, nas conversações sobre o projeto nuclear daquele país; na medida em que remove a classificação ‘top secret’ dos documentos que contêm os projetos nucleares israelenses.

Essas forças vêm da Rússia, com a afirmação de Putin de que apoiará o estabelecimento de um estado islâmico.

Vêm da França, que está esboçando uma resolução sobre o estabelecimento de um estado islâmico em Israel, com capital Jerusalém, a ser apreciado pelos membros do conselho de segurança da ONU, em 12 dias. Tal esboço deverá apresentar as fronteiras do armistício de 1949 (ou pré-1967) como referência para as negociações de paz entre os dois interessados, permitindo a troca de territórios. Também designará Jerusalém como a capital de ambos, Israel e o estado islâmico, e requererá uma justa solução para os refugiados árabes. Desta vez, a França joga com a real possibilidade de que os EUA não dêem seu veto, por causa das frustrações de b.obama com Netenyahu.

Depois da vitória de Netanyahu e seus comentários pré-eleitorais de que não apoiava mais a solução de dois estados, b.bama declarou que reavaliaria a posição dos EUA no conflito israelo-árabe.

França também recebe o apoio de outras nações europeias e dos países árabes. Em dezembro, a licitação árabe foi rejeitada pelo conselho de segurança, por causa do veto dos eua, e porque não atingiram os nove votos necessários para a adoção da resolução.

Na sexta à noite, 3 de abril, dois eventos importantes acontecerão:
a)       3ª lua de sangue da tétrade (“O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR” - Joel 2.31);

b)       1ª noite de Pêssach, a estação da nossa libertação (Êxodo 12.1-20).

Clamemos ao SENHOR pela limitação das ações malignas de b.obama sobre o mundo, com seu acordo nuclear com o Irã (isso não afeta somente Israel, mas todas as nações da Terra, porque o plano é péssimo para todos – como foi a política do apaziguamento de Chamberlain, no período prévio à IIGM). Que b.obama, putin e o 1º ministro francês, que estão cavando covas para que Israel caia nelas, caiam em suas próprias armadilhas; que seus malignos intentos voltem-se para eles e caiam eles sobre suas cabeças (Salmo 7.15,16).

Lembrem-se os líderes das nações de que a Palavra de YAH não volta vazia, mas cumpre o propósito para o qual foi lançada (Gênesis 12.3). Porquenaquele dia, Jerusalém será uma pedra pesada para todos os povos. Todos que tentarem levantá-la serão feridos por ela’ (Zacarias 12.3).

Que toda a agenda do conselho de segurança da ONU seja direcionada por YAHVEH; que nada do que não seja o Seu 100% passe pela avaliação desse grupo. E, certamente, dividir Sua herança não está no Seu coração. Sejam frustrados cabalmente os intentos de satanás com respeito a esse propósito de divisão territorial. “Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do Meu povo, e da Minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a Minha terra” (Joel 3.)

Quanto a Pêssach, seja ele, de fato, uma estação de libertação para Israel, como foi há mais de 3500 anos. Que haja ressurreição e vida e que o SENHOR YEHOSHUA, o REI de Israel revele-Se através do afikoman, do cálice da salvação, do pão do meio, do osso íntegro do cordeiro, que não foi partido. “Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça; porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de DEUS. E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de DEUS. E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o Meu Corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança no Meu sangue, que é derramado por vós(Lucas 22.15-20)

Que em cada lar judaico, amanhã à noite, que o SENHOR seja revelado por ‘Sua noite’, porque ELE esteve na cruz, esteve no sepulcro, esteve morto por três noites e três dias, mas ressuscitou e vivo está, à destra do PAI, aguardando para ser invocado e desejado pelos Seus (Baruch Habah b’SHEM YHVHBendito é Aquele que vem em Nome de YHVH). “Esta noite se guardará ao SENHOR, porque nela os tirou da terra do Egito; esta é a noite do SENHOR, que devem guardar todos os filhos de Israel nas suas gerações (Êxodo 12.42)

Seja um tempo de grande salvação em Israel, com a revelação de Quem é o MASHIACH de Israel: “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque HaMASHIACH, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade” (1 Coríntios 5.7,8)

Que haja restauração do povo judeu que retornou a Sião, no MESSIAS de Israel, para que o SENHOR Se deleite em Seu povo. “Porque no Meu Santo monte, no monte alto de Israel, diz o SENHOR DEUS, ali Me servirá toda a casa de Israel, toda ela naquela terra; ali Me deleitarei neles, e ali requererei as vossas ofertas alçadas, e as primícias das vossas oblações, com todas as vossas coisas santas” (Eequiel 20.40)

Que o festival de Pêssach leve muitos a Israel, de volta à terra da promessa, ao próprio SENHOR JESUS, que é a terra que mana leite e mel. “TU Te levantarás e terás piedade de Sião; pois o tempo de Te compadeceres dela, o tempo determinado, já chegou. Porque os Teus servos têm prazer nas suas pedras, e se compadecem do seu pó” (Salmo 102.13,14).

Bendito seja o DEUS e PAI de nosso SENHOR YEHOSHUA HaMASHIACH que, segundo a Sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de YEHOSHUA HaMASHIACH dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para nós, que mediante a fé estamos guardados na virtude de ELOHIM para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo” (1 Pedro 1.3-5)

O SENHOR nos aumente, e faça crescer em amor uns para com os outros, e para com todos, como também o fazemos para convosco; para confirmar os nossos corações, para que sejamos irrepreensíveis em santidade diante de nosso DEUS e PAI, na vinda de nosso SENHOR JESUS CRISTO com todos os Seus santos” (1 Tessalonicenses 3.12,13)

Chag Pêssach sameach!

Com amor e gratidão no MASHIACH de Israel, YEHOSHUA,

marciah malkah

domingo, 15 de março de 2015

Ore pelo regresso do MASHIACH YEHOSHUA orando pela paz de Jerusalém – 16 a 31.03.2015

E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará” (João 8.32)

Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira” (João 8.44)

                Danny Ayalon, o fundador de ‘Verdade sobre Israel’, e ex-vice-ministro das Relações Exteriores e embaixador israelense para os eua, publicou um vídeo ‘A Verdade sobre o Equilíbrio de Poder no Oriente Médio’ (The Truth About the Balance of Power in the Middle East – assista ao vídeo; tradução abaixo), explicando os fatos relacionados ao conflito israelense-árabe, a ponta do iceberg no grande esquema do balanço de poder no O.M.

Esse vídeo revela a distância que existe entre Israel e o bloco árabe muçulmano unido, e destaca as disparidades entre os países muçulmanos e árabes no O.M. e Israel, expressas em tamanho e população, bem como na força militar, política e econômica.



[‘A recente guerra em Gaza foi retratada na mídia como um conflito entre o grande poderoso Israel e os pequenos e fracos palestinos. Mas é este o quadro completo, ou será que Gaza, de onde partem os ataques de mísseis, é apenas a ponta de um maior iceberg enfrentado por Israel?

Vamos aprender a verdade sobre o equilíbrio de poder no Oriente Médio.

‘A verdade sobre o Balanço de Poder no Oriente Médio’, com Danny Ayalon.

Então, o conflito israelense-p. e a luta isolada dos p. na Cisjordânia e em Gaza são pela independência?

O conflito é muito maior do que isso.

A luta armada palestina deve ser vista no contexto, como um mais amplo esforço do Oriente Médio para destruir Israel.

Eis um rápido lembrete histórico:
A Organização para Libertação da palestina, olp, dirigida por mahmoud abbas, que oficialmente representa os palestinos, foi estabelecida em 1964 pela Liga Árabe. Isso foi nos dias quando Gaza e Cisjordânia estavam ocupados por Egito e Jordânia.
A olp não foi estabelecida para lutar contra a ocupação jordaniana ou egípcia; mas, em especial, exatamente como declarado em sua carta de direitos, foi estabelecida para aniquilar o povo judeu que habitava em Tel Aviv e Haifa, e assumir o comando de todo Israel.
[legenda à esquerda: Carta de direitos da olp, artigo 15: ‘a libertação da p. ... visa a eliminação do Sionismo na p.’]
Também o hamas, que controla Gaza, deve ser visto no contexto. Esta organização, formada em 1987, é tão somente um braço local da irmandade muçulmana, teoricamente, uma organização transnacional e antissemita, que opera em 70 países.
Não se pode ignorar o fato de que por três vezes, nos últimos 70 anos (1948, 1967, 1973), exércitos árabes uniram-se para tentar destruir Israel.
E, não nos esqueçamos, Qatar, Irã, Arábia Saudita e outras nações muçulmanas, continuam, ativamente, a apoiar terrorismo contra Israel e convocando para sua destruição.

Agora, é coincidência o fato de a tradução árabe do livro de Hitler, ‘Mein Kampf’ (‘Minha Luta’ – autobiografia), e vergonhosamente, do livro antissemita ‘Protocolos dos Sábios de Sião’ terem se tornado os mais populares em países árabes e muçulmanos? Best sellers!

Então, na realidade, a campanha p. contra Israel não pode ser separada do enorme ambiente de hostilidade muçulmano que promove a destruição de Israel.

Esse ambiente é 650 vezes maior do que Israel em tamanho; 50 vezes maior em população; politicamente, muito mais poderoso, uma vez que 22 nações árabes e 57 nações islâmicas operam como um bloco unido contra Israel em questões diplomáticas. E militarmente, de longe superam o efetivo armado israelense, tanques e aviões.
Além de tropas regulares, Israel está lidando com o terrorismo islâmico. hisb’allah, no norte, está ameaçando Israel com um arsenal de 100.000 mísseis, muito mais do que a maioria dos governos têm no mundo.
isis e al-qaeda estão nas fronteiras de Israel, no Golan e no Sinai.
hamas, na Judéia e Samaria e em Gaza.
não são os vizinhos mais amigáveis...

Este é um mapa dos mísseis que estão apontados para Israel. Como falamos, alguns deles podem carregar ogivas químicas e biológicas. E o Irã está trabalhando em uma bomba nuclear que poderia atingir Israel em minutos. E economicamente, os estados da Liga Árabe produzem mais de 30 milhões de barris de petróleo por dia. Isso é cerca de um trilhão de dólares de petróleo por ano, mais de cinco mil vezes a quantidade de petróleo que Israel produz.

Conclusão: assim como a Liga Árabe estabeleceu a olp para lutar contra Israel, em 1964, a rede de conexões e alianças no mundo árabe, hoje, ainda permanece uma ativa e poderosa força no conflito israelense-p., e o mesmo vale para conflito em curso em Gaza.

hamas, que jura a destruição de Israel, é sustentada pela irmandade muçulmana; recebe armas e treinamento do Irã, e dinheiro do Qatar que, a propósito, faz do hamas a segunda mais rica organização terrorista do mundo, depois do isis (ou estado islâmico).

O fato é que Israel é uma nação pequena lutando por sua sobrevivência no grande e hostil Oriente Médio.

Então, é por isso que você deve apoiar Israel? No, Israel não deve ser apoiada porque é o azarão; de preferência, porque, a despeito das tremendas ameaças e desafios que enfrenta, Israel, corajosamente, continua a oferecer liberdade, direitos humanos e democracia, o que nenhum outro país na região sequer promove.

Ora, isso não coloca as coisas em perspectiva?’]

Como pudemos assistir, os fatos comprovam que toda a tentativa midiática de demonizar, deslegitimar Israel com a ‘estória’ da ‘desproporcionalidade’ não é verdadeira, mas esconde um enorme iceberg de mentiras que têm sido criadas ao longo dos anos para desacreditar essa nação. Mentira e o pai da mentira são combatidos com a Verdade, YEHOSHUA HaMASHIACH, que já esmagou a cabeça de satanás com Sua morte de cruz e Sua ressurreição.

Ao lermos, assistirmos, ouvirmos as notícias, tenhamos um olho e ouvido nelas e os outros na Palavra de YAH, a Verdade.

Oremos com entendimento, buscando no coração do SENHOR pelo que orar e como orar. Israel e seu povo está 100% no coração dELE, para que Seus intentos e propósitos sejam gerados na terra, no povo e na nação de Israel. É só ouvir o que ELE está falando por meio de Seu Espírito. Orar a Palavra é um excelente começo para esse exercício!

Mas DEUS assim cumpriu o que já dantes pela boca de todos os Seus profetas havia anunciado; que O MASHIACH havia de padecer. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do SENHOR, e envie ELE a YEHOSHUA HaMASHIACH, que já dantes vos foi pregado. O Qual convém que o céu contenha até os tempos da restauração de tudo, dos quais DEUS falou pela boca de todos os Seus santos profetas, desde o princípio. Porque Moisés disse aos pais: O SENHOR vosso DEUS levantará de entre vossos irmãos Um Profeta semelhante a mim; a ELE ouvireis em tudo quanto vos disser. E acontecerá que toda a alma que não escutar Esse Profeta será exterminada dentre o povo. Sim, e todos os profetas, desde Samuel, todos quantos depois falaram, também predisseram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que DEUS fez com nossos pais, dizendo a Avraham: Na tua descendência serão benditas todas as famílias da Terra. Ressuscitando DEUS a Seu Filho YEHOSHUA, primeiro O enviou a vós, para que nisso vos abençoasse, no apartar, a cada um de vós, das vossas maldades (Atos 3.18-26)

                Na semana passada, depois de enfrentar enorme oposição, Netanyahu enfim discursou às casas parlamentares dos eua, igualando-se a Winston Churchill, enquanto líder estrangeiro, a dirigir-se às mesmas em três ocasiões distintas; não para falar dos perigos nazistas, como Churchill, mas para alertar sobre os enormes riscos de acordo ‘apaziguador’ com o ‘urã’ e a expansão ‘permitida’ do seu programa nuclear (nada pacífico, mas iminentemente militar) e bélico para o Oriente Médio e para o mundo ocidental (http://www.washingtonpost.com/b logs/post-politics/wp/2015/03/03/full-text-netanyahus-address-to-congress/)

Mencionou a evolução do Irã após a revolução islâmica de 1979, como avançou na exportação e no financiamento do terrorismo pelo mundo, e como seu líder vocifera a aniquilação do Estado judaico de Israel.
Evidenciou o fato de que hoje, o Irã controla quatro capitais no O.M: Bagdá (cujo governo xiíta correu para ter apoio daquele governo frente à oposição sunita extremista do estado islâmico, ei ou isis); Damasco (Síria de bashar al-assad apoiada pelo líder ‘uraniano’); Beirute (sul do Líbano controlado pelo hisb’allah, braço armado do Irã); e, mais recentemente, Sana, a capital do Iêmen, cuja liderança tem encontrado sustento iraniano.
Alertou que se não houver uma tomada de posição, mais tentáculos serão enviados pelo Irã na região.
Lembrou os congressistas de que o ministro das relações exteriores iraniano, zarif, que têm encantado o ocidente, e que estava em reunião, naquele exato momento com john kerry, depositou coroa de flores em homenagem a imad mughniyeh, cabeça de ataques terroristas contra norte-americanos, só perdendo para bin laden.
Admoestou os parlamentares para que não se deixassem enganar com a batalha entre Irã e isis, que isso pudesse conduzir o Irã à amizade com os eua:
                ‘Irã e isis estão competindo pela coroa do islamismo militante. Um auto-denomina-se república islâmica. O outro de estado islâmico. Ambos querem impor um império islâmico militante, primeiramente na região e, então, no mundo inteiro. Só discordam entre eles de quem governará tal império... A diferença é que o isis está armado com facas de açougueiro, armas roubados e o youtube, enquanto que o Irã, em breve, estará armado com mísseis balísticos intercontinentais e bombas nucleares’.
De acordo com Netanyahu, o acordo formulado, a ser apresentado na rodada de reuniões no final deste mês, em vez de impedir que o Irã obtenha armas nucleares, garantirá legalmente o seu desenvolvimento.
Sob o presente acordo, ao Irã será deixada vasta infraestrutura nuclear (que garantirá a aquisição de arma nuclear em curto período de tempo); nenhuma instalação será demolida; milhares de centrífugas de enriquecimento de urânio continuarão ligadas, enquanto outros milhares serão desligados temporariamente (não demolidas). Inspetores internacionais, a princípio, serão permitidos; mas inspetores só documentam irregularidades e violações, e não têm poder para paralisar as atividades. E o Irã é expert em esconder informações e violar acordos. Automaticamente, com a assinatura do acordo, todas as sanções e restrições ao Irã serão removidas. E o Irã já anunciou sua intensão de possuir 190.000 centrífugas de enriquecimento de urânio (hoje são 19.000).
Netanyahu alertou para o fato de que o programa de mísseis balísticos intercontinentais sequer faz parte das negociações, o que permitirá àquela nação atingir qualquer parte do planeta Terra.

Como sempre disse, um mau acordo é pior do que nenhum acordo. Concluiu, dirigindo-se a Elie Wiesel, o laureado sobrevivente da Shoah:
‘Elie, sua vida e trabalho inspiram e dão significado às palavras ‘NUNCA MAIS’. Quisera eu poder prometer a você qu as lições da história foram aprendidas. Só posso encorajar os líderes a não repetirem os erros do passado. Que não sacrifiquem o futuro pelo presente; que não ignorem a agressão na esperança de alcançar uma paz ilusória. Mas posso garantir a você isto, que os dias em que o povo judeu manteve-se passivo diante dos inimigos genocidas, tais dias se foram. Já não nos encontramos espalhados entre as nações, incapazes e impotentes para nos defendermos. Restauramos nossa soberania em nosso antigo lar. E os soldados que defendem nosso lar têm coragem ilimitada. Pela primeira vez em 100 gerações, nós, o povo judeu, podemos nos defender. Esta é a razão pela qual, como 1º Ministro de Israel, posso lhe prometer algo mais: Mesmo que Israel tenha de permanecer só, Israel permanecerá!... Moisés conduziu nosso povo da escravidão às portas de Terra Prometida. E, antes que o povo de Israel entrasse na terra de Israel, Moisés entregou-lhes uma mensagem que tem temperado (fortalecido, enrijecido) nossas determinações por milhares de anos. Eu lhes deixo esta mensagem:
Chiz’qu v’imtsu al-tir’u v’al-taartsu mifnehem’ (חִזְקוּ וְאִמְצוּ אַל־תִּירְאוּ וְאַל־תַּעַרְצוּ מִפְּנֵיהֶם )
Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles (Deuteronômio 31.6a)
 Meus amigos, que Israel e os eua sempre permaneçam juntos, fortes e resolutos. Que não temamos nem nos atemorizemos diante dos desafios adiante. Que possamos encarar o futuro com segurança, força e esperança. Que DEUS abençoe o Estado de Israel e abençoe os eua’.

Das 135 vezes em que a expressão ‘NUNCA MAIS’ (não maislo od - עוֹד לֹא) é encontrada na Bíblia, 50% delas concentram-se nas profetas de Isaías, Jeremias e Ezequiel, este último com o maior número, referindo-se, na maioria, a eventos favoráveis a Israel. Alguns deles são:
Então saberão que EU Sou o SENHOR seu DEUS, vendo que EU os fiz ir em cativeiro entre os gentios, e os ajuntarei para voltarem a sua terra, e NUNCA MAIS deixarei lá nenhum deles(Ezequiel 39.28)
E nunca mais se contaminarão com os seus ídolos, nem com as suas abominações, nem com as suas transgressões, e os livrarei de todas as suas habitações, em que pecaram, e os purificarei. Assim eles serão o Meu povo, e EU serei o seu DEUS” (Ezequiel 37.23)
E comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o Nome do SENHOR vosso DEUS, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o Meu povo nunca mais será envergonhado. E vós sabereis que EU estou no meio de Israel, e que EU Sou o SENHOR vosso DEUS, e que não há outro; e o Meu povo nunca mais será envergonhado” (Joel 2.26,27)

Clamemos para que NUNCA MAIS Israel seja removida de sua terra; que NUNCA MAIS ela receba o opróbrio dos gentios; que NUNCA MAIS se dobre a abominações e despreze o Nome do SENHOR seu DEUS, seu MESSIAS e Libertador; que NUNCA MAIS seja deixada fora de herança de seus antepassados, da terra que jurou o SENHOR, com mão levantada, dar a Avraham, Itschaq e Yaacov, nossos antepassados; que NUNCA MAIS profane o Nome do SENHOR nosso DEUS entre as nações da Terra, fazendo a aliyah e retornando a ELE (conforme a promessa do Altíssimo).

Que a verdade contida no discurso de Netanyahu cause impacto positivo nos líderes das nações que estão à frente das negociações (seis países) e não mais mal representem as restantes 187 nações, não acordando com uma nação terrorista e que tem o objetivo de causar destruição e morte, nação esta guiada por satanás.

De minha parte, quero declarar que esses líderes (eua, reino unido, frança, rússia, china e alemanha) não me representam, nem à minha família, de modo algum, e que suas decisões, até o momento, não estão em linha com aquilo que creio. Por esta razão, eu clamo ao Altíssimo, que Se assenta no trono de glória e de lá não Se ausentou, Àquele que tem todo o poder e toda autoridade em Suas mãos, para que frustre totalmente os intentos dos líderes em questão de alcançarem um mau acordo. Que todos os fatores ocultos que tornam esse acordo um mau acordo e que disponibilizariam o mal de agir livremente no Irã e além de suas fronteiras, seja exposto e envergonhado, por ser rechaçado, em ‘Nome dAquele que tem a chave de David, e que abre e ninguém fecha; e que fecha e ninguém abre’ (Revelação 3.7).

Clamemos para que Israel seja protegida e mova-se guiada pelo Espírito Santo para depositar sua confiança e seu futuro no seu DEUS e SENHOR.

Clamemos pelo Irã, pela salvação de multidões de seu povo (como tem acontecido), destronando o rei (alah e seus aiatolás) e seus príncipes (líderes religiosos, políticos e militares) e assentando-Se no trono do coração dos iranianos, para a glória de Seu Nome, pois só ELE é DEUS e Altíssimo. HalleluYAH! (Jeremias 49.38)

Que o SENHOR quebre o arco do Elão, o principal de sua força (sua estrutura bélica e militar; seu petróleo, as instalações nucleares), usando os recursos da natureza (por meio de terremotos que engulam as 19.000 usinas de enriquecimento de urânio, as instalações de desenvolvimento nuclear e silos bélicos de superfície e subterrâneos) ou Seu trunfo, Israel (cm investida militar pontual nas áreas de maior risco) – (Jeremias 49.35-37)

Tão logo Netanyahu deu seu discurso, b.obama começou seu movimento de retaliação contra Israel. Um deles, foi ter escolhido um antissemita convicto para o cargo de coordenador do Conselho de Segurança Nacional do Oriente Médio, robert malley. Como membro júnior desse órgão nas negociações de Camp David de 2000, ele declarou que a culpa do fracasso das mesmas deveu-se inteiramente a Ehud Barak, o então 1º ministro de Israel, apesar de até Bill Clinton, o seu presidente, ter responsabilizado yasser arafat!

Sempre esteve no governo como conselheiro de b.obama, mas foi afastado de posições de destaques, por pressão de contrários à sua maligna visão e, até então, acatadas por b.obama, por causa dos riscos eleitorais (reeleição e as recentes eleições no congresso). Agora, como aquele filho de belial (b.obama) nada tem a perder, e lhe restam dois anos na presidência, está mostrando ao que veio! Como faraó, seu coração tem endurecido mais e mais contra ‘a menina do olho de YHVH’.

malley legitimou a rejeição islâmica do direito à existência de Israel (de reconhecer Israel como o Lar Nacional dos judeus); acredita que é perfeitamente razoável que os árabes recusem-se a abrir mão da exigência para a livre imigração de milhões de estrangeiros árabes ao Estado Judaico, no mesmo sistema que garante o ‘direito de retorno’ a cada judeu espalhado entre as nações da Terra, mesmo que o real propósito dessa exigência seja o de destruir o Estado de Israel.

Esse infeliz ser humano também acredita que o terrorismo islâmico contra Israel seja ‘compreensível, se não necessariamente recomendável (louvável, digno de louvor)’. Que infame!

Louvo ao SENHOR que as máscaras de b.obama estão sendo arrancadas, todas elas, e que o povo de Israel não tem mais a ilusão de que os eua, por meio de seu presidente, o apoiará incondicionalmente. Louvado seja o SENHOR que as muletas de Israel chamadas eua estão caindo! E caídas permaneçam, em Nome do Altíssimo!

Por causa desse movimento b.obamístico, acredita-se que a pressão contra Israel nos próximos dois anos seja pesadíssimo, independentemente de quem se assente na cadeira de primeiro ministro. Embora a oposição ou esquerda israelense (que sempre recebeu o apoio dos eua por ser favorável às políticas daquele país, e contrário ao favorecimento de Israel, porquanto é favorável à concessão territorial por paz) esteja se utilizando desse expediente para responsabilizar Netanyahu pela deterioração do relacionamento com os eua e subindo na cotação da população, mesmo que ‘lamba os sapatos de b.obama’, a situação não mudará.

O relatório de intenções norte-americano na negociação israelense-árabe, que vazou na semana passada através de um dos noticiários israelenses (Yediot Aharonot), deixou claro a direção que a administração b.obama assumirá. O relatório exige que Israel retire-se para as linhas indefensáveis do armistício (sem qualquer base legal para sua existência) de 1949, com mínimas revisões. Nos próximos 22 meses que restam para o filho de belial, os eua usarão de medidas mais e mais coercivas para forçar Israel a capitular de suas exigências e posição.

Em julho de 2013, a UE anunciou a proibição de seus países membros de manterem relações comerciais com entidades israelenses que atuassem dentro das linhas do armistício, exceto aquelas operações que envolvessem assistência aos árabes em suas atividades anti-israelenses. Naquela ocasião, a UE começava guerra de sanções econômicas contra Israel. Provavelmente, os eua apoiarão mais veementemente o movimento antissemita do bds (boicote, desinvestimento e sanções) e sua retórica difamatória associando Israel à política de apartheid vivida pela África do Sul.

As ligações na área de defesa e inteligência também sofrerão piora. Todas as informações da inteligência israelense transferidas ao setor norte-americano foram usadas para prejudicar Israel frente aos inimigos, por meio da delação (como o caso das informações sobre a contaminação dos computadores iranianos das usinas de enriquecimento de urânio, há mais de três anos, pelo vírus Stuxnet, desenvolvido em parceria com eua).

Um governo liderado por Herzog e Livni (da coalisão ‘união sionista’), de esquerda, restaurará as conexões com os eua, ‘se dobrando, se for necessário, às exigências mais absurdas que aquele país fizer’. E como são partidários ao estabelecimento de um estado islâmico em terras de Judéia, Samaria e Jerusalém oriental, não pouparão esforços para realizar as exigências b.obamísticas, mesmo que isso custe a integridade e segurança de Israel. “Abaixa-te, e passaremos sobre ti; e tu puseste as tuas costas como chão, e como caminho, aos viandantes” (Isaías 51.23b)

As eleições em Israel acontecerão na próxima terça-feira, 17. Infelizmente, a ‘união sionista’ (que de sionista tem nada) está à frente do Likud de Netanyahu em alguns assentos.

Errônea e astutamente, esse grupo de esquerda adotou o nome de ‘união sionista’, como se defendessem o direito de Israel à existência e à segurança. Não são verdadeiros sionistas, porque não advogam a permanência de Israel em Judéia, Samaria, toda Jerusalém, mas, como seus antigos patronos (Ariel Sharon, Shimon Peres, Ehud Olmert), desejam VENDER terras por falsa e inexistente paz; são anti-Bíblicos (porque DEUS é Sionista); são antissionistas (porque não apoiam a permanência de Israel nas regiões acima citadas); e desejam voltar com as muletas que b.obama, usado por DEUS, fez a gentileza de destruir com sua política anti-Israel. Alguns desse partido têm encorajado as mães a não enviarem seus filhos ao treinamento obrigatório das FDI; outros declaram que o hino nacional de Israel, Hatikvah (A Esperança), é racista e repugnante.

Clamemos por Israel:
- que o SENHOR não dê o governo que Israel merece, mas aquele que está em Seu coração para estes dias, que seja necessário para Israel na situação atual, levantando homens e mulheres que assumirão postos de governo e darão louvor ao Seu Nome, que O honrarão. “dar-vos-ei pastores segundo o Meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência” (Jeremias 3.15)

- que o ‘SENHOR reine sobre Seu povo, sobre aquela nação; YHVH Se assente sobre Seu Santo trono’ (Salmo 47.8);

- que Seus olhos continuem postos sobre Seu povo e Sua terra, para dar o fim que LHE é devido, zelando por seu futuro, a fim de que Seu Nome seja glorificado por todo livramento sobre eles (Salmo 121.4; Deuteronômio 11.12 – “Terra de que o SENHOR teu DEUS tem cuidado; os olhos do SENHOR teu DEUS estão sobre ela continuamente, desde o princípio até o fim do ano”);

- que o povo cumpra seu dever de cidadania e cesse toda desilusão e apatia com os políticos, guardando os novatos e os indecisos, para que tenham seus corações inclinados a fazer Sua vontade e não a de outros. Que o SENHOR tenha misericórdia de Israel; derrame ELE de Sua sabedoria, de Seu discernimento, para que a nação entenda os tempos e estações em que estão vivendo, a fim de que possam votar conscientemente, elegendo aqueles que estão no coração do PAI, de acordo com Seus perfeitos propósitos;

- que líderes íntegros sejam eleitos; que toda a corrupção no governo seja exposta e arrancada a sua raiz, em Nome do SENHOR YEHOSHUA;

- que o SENHOR levante juízes e conselheiros segundo o Seu coração, e que tenham como espelho ao MASHIACH YEHOSHUA, o Juiz dos juízes (Isaías 1.26).

- que o SENHOR tenha misericórdia de Seu povo e zele por Sua Palavra para cumpri-la, não permitindo maus acordos e pressões internacionais que não possam ser suportadas pelo governo, em Nome do SENHOR YEHOSHUA: “Portanto agora ouve isto, ó aflita, e embriagada, mas não de vinho. Assim diz ADONEICHA (teu SENHOR) YHVH (YAHVEH) e ELOHEICHA (teu DEUS), que pleiteará a causa do Seu povo: ‘Eis que EU tomo da tua mão o cálice do atordoamento, os sedimentos do cálice do Meu furor, nunca mais dele beberás. Porém, pô-lo-ei nas mãos dos que te entristeceram” (Isaías 51.21-23a);

- que o SENHOR dê a Israel um governo que se preocupe com o bem-estar da nação e não compactue e não permita a criação de um estado árabe islâmico em terras consagradas e pertencentes a ELE mesmo, YHVH;

- que o SENHOR derrame um sobrenatural discernimento sobre Seu povo, que os guie a toda a verdade, à escolha de líderes íntegros, retos e de sábio julgamento, capazes e sensíveis às necessidades populares, e guiáveis pelo Espírito de YHVH, e que busquem Sua direção e Seus conselhos (Salmo 72.1,2).

Guarda o mês de Aviv (Nissan), e celebra a páscoa ao SENHOR teu DEUS; porque no mês de Aviv o SENHOR teu DEUS te tirou do Egito, de noite” (Deuteronômio 16.1)

Este mesmo mês (Aviv) vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano” (Êxodo 12.2)

                No último domingo 15, foi procedida a busca pela ‘cevada em estado Aviv’ (maduro), sendo encontrada em estado de maturação em cinco localidades de Israel. Isso significa que é provável que a próxima lua nova aconteça na noite de 20.03 (já dia 21.03).

Nessa data, então, 21.03, será o primeiro dia do novo ano Bíblico, o verdadeiro Rosh HaShanah (ditado na Palavra), imediatamente após o dia em que acontecerá eclipse solar total (20.03), no meio de quatro luas de sangue, ou quatro eclipses lunares em datas similares: Pêssach 2014, Sukot 2014; Pêssach 2015, Sukot 2015.

Que o SENHOR nos abra o entendimento para ouvir o que o Espírito está falando!

Que o Poderoso de Israel, nosso Amado PAI que está nos céus, tenha Seu Nome santificado em todo o Universo. Que o Seu Reino de justiça, paz e gozo no Espírito permeie todo nosso ser, e seja ELE glorificado em nosso modo de viver. Console Seu povo (judeus e gentios messiânicos) e Sua potente mão nos guarde e nos guie a toda verdade (a ELE mesmo), nos livrando de todo mal.

E todo o ser que respira O louve (https://www.youtube.com/watch?v=rqD1Y3Qez_U&t=181).

Chag Rosh HaShanah sameach (um alegre festival de Novo Ano), em YEHOSHUA HaMASHIACH,


marciah malkah