“10 O SENHOR desfaz o conselho dos
gentios, quebranta os intentos dos povos.
11 O conselho do SENHOR permanece
para sempre; os intentos do Seu coração de geração em geração.
12 Bem-aventurada é a nação cujo DEUS
é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para Sua herança.
13 O SENHOR olha desde os céus e
está vendo a todos os filhos dos homens.
14 Do lugar da Sua habitação
contempla todos os moradores da Terra.
15 ELE é que forma o coração de
todos eles, que contempla todas as suas obras.
16 Não há rei que se salve com a
grandeza dum exército, nem o homem valente se livra pela muita força.
17 O cavalo é falaz para a
segurança; não livra ninguém com a sua grande força.
18 Eis que os olhos do SENHOR estão
sobre os que O temem, sobre os que esperam na Sua misericórdia;
19 Para lhes livrar as almas da
morte, e para os conservar vivos na fome.
20 A nossa alma espera no SENHOR; ELE
é o nosso auxílio e o nosso escudo.
21 Pois nELE se alegra o nosso
coração; porquanto temos confiado no Seu Santo Nome.
22 Seja
a Tua misericórdia, SENHOR, sobre nós, como em Ti esperamos”
(Salmo 33.10-22)
‘Um mau acordo’,
‘erro histórico’ – é a definição de Netanyahu e Israel sobre o acordo feito em
Genebra, no último sábado. Esse acordo de seis meses afrouxa as sanções
econômicas sobre o Irã em troca: da ‘paralisação’ do enriquecimento de urânio a
20%; do acesso facilitado dos inspetores da IAEA às instalações nucleares,
inclusive de Natanz e Fordo; da paralisação das construções de Arak (planta
para águas pesadas – para produção de plutônio).
Nas barbas das
nações, se não houver intervenção divina (quer por Sua mão, quer usando Israel
para tal), Irã conquistará seu programa nuclear com anuência das nações, porque
não teve que fazer nenhuma concessão irreversível. A ele foi dada a permissão
de continuar o enriquecimento de urânio, manter todas as instalações nucleares
em funcionamento e construir novas centrífugas.
john kerry
garantiu que ‘o mundo está mais seguro com esse acordo’, e b.obama afirmou que
o acordo ‘ajudará a prevenir o Irã de fabricar uma arma nuclear’. Só que não
explicou como isso se dará, ao permitir que as instalações sejam mantidas em
funcionamento, as sanções aliviadas, a produção existente de urânio a 20%
intocável, a continuação da purificação de urânio a 5%...
No último ano, EUA trabalharam nesse acordo diabólico
com o Irã. Nesse período, não conseguiram mudar uma vírgula do posicionamento
‘uraniano’, intransigente em seu direito ao programa nuclear.
Então, o que
conseguiram os norte-americanos nesses 365 dias?
Conseguiram,
objetivamente, enfraquecer a credibilidade internacional de Israel (de
acordo com o ministro das Finanças israelense, Yair Lapid, ‘o mundo parou de
ouvir Israel, menosprezando seus temores’), isolando-a, menosprezando sua
opinião, desconsiderando a opinião dos países árabes no Oriente Médio, minando-a:
ao declarar ilegalidade nos assentamentos em Judéia e Samaria; justificando os
ataques terroristas promovidos contra ela como reação natural e legítima das
‘opressões’ que o povo árabe sofre; forçando a libertação de assassinos
terroristas dos presídios israelenses; denominando-a de ‘instigadora de
guerra’, para levar os EUA a uma guerra inútil e desnecessária para garantir a
integridade de Israel (declarações de John Kerry ao congresso demonstram isso:
‘Parem de dar ouvidos ao que Israel fala’); colocando sobre ela a
responsabilidade do fracasso nas negociações de paz com os árabes que vivem em
Israel por não atender às exigências dos mesmos (nada do que Israel fizer –
congelar construções, libertar terroristas – será suficiente, satisfará aos
negociadores e interessados, porque os ‘parceiros de acordo’ são seus inimigos
e com inimigos não se faz acordo de paz); estimulando e organizando, junto à
UE, o boicote comercial com Israel (John Kerry participou da organização do
guia de ‘diretrizes’ para os acordos comerciais com Israel e com os
assentamentos em Judéia, Samaria, Golan e Jerusalém oriental).
b.obama
conseguiu que as nações, representando o mundo, representando você e eu,
RATIFICASSEM o direito do Irã de enriquecer urânio, ENDOSSASSEM o desenvolvimento
do programa nuclear ‘uraniano’, AUTORIZASSEM e GARANTISSEM que ele faça o que quiser
com todo o urânio que centrifugou e centrifugará!
O grande
objetivo de b.obama não é evitar que Irã se torne potência nuclear, sequer
facilitar reaproximação entre eles, mas é enfraquecer
Israel na comunidade internacional, despojando-a de seu direito legal de
defesa.
Netanyahu
declarou: ‘Hoje, o mundo tornou-se um lugar mais perigoso, porque o regime mais
perigoso do mundo deu um passo significativo na obtenção das mais perigosas
armas do mundo’. Ainda disse que Israel não está presa a esse acordo e que não
permitirá que um regime que diariamente conclama à destruição de Israel obtenha
os meios para alcançar seu objetivo. Quando os aliados de Israel cometem erros,
ela não se omitirá ou seguirá os mesmos erros. Afirmou: ‘É proibido que o Irã tenha
armas nucleares. E eu prometo que eles não terão armas nucleares’
Embora b.obama
fizesse questão de isolar Israel de sua opinião contrária ao acordo, os árabes
sunitas também estão contrariados e furiosos com tal negociação, apesar das
declarações (sob pressão) de apoio e favoráveis. O príncipe Mohammed bin Nawaf
bin Abdulaziz, embaixador saudita em Londres, declarou que o ‘apaziguamento
(aliviar a pressão) nunca funcionou e não funcionará no século 21’, e que ‘não ficarão sentados de braços cruzados, esperando que Irã se torne
potência nuclear, sem pensar seriamente em como podem melhor defender seu país
e sua região’ (http://www.israeltoday.co.il/NewsItem/tabid/178/nid/24270/Default.aspx?hp=readmore; http://www.timesofisrael.com/).
Semana passada,
o líder iraniano ali khamenei declarou que os políticos israelenses ‘não podem
sequer ser chamados de humanos, porque são como animais’ e o ‘regime sionista o
cão raivoso da região’. Declarou ser Israel um ‘regime ilegítimo conduzido por
cães raivosos intocáveis’. O regime nazista, nos anos 1930, fez o mesmo,
‘desumanizando’ os judeus, nominando-os e tratando-os como 'untermenschen' (sub-humanos),
tornando o processo de seu aniquilamento uma resposta natural àquela ação.
Prometeu que o ‘regime sionista está destinado ao fracasso e à aniquilação’. Embora
khamenei tenha dito que Irã é uma nação amigável e nada tem contra os EUA, os
militantes da guarda revolucionária gritaram ‘morte aos EUA’. Esses amigos são
absolutamente dispensáveis.
Irã viu o acordo como
uma vitória sobre ‘os sionistas. O ministro das relações exteriores iraniano,
‘todos as programadas conspirações pelo regime sionista para parar o acordo
nuclear falharam’.
Avigdor Lieberman
declarou que ‘esta é a maior vitória diplomática iraniana atingida nos últimos
anos’. Seu colega, Naftali Bennett, ministro da Economia israelense, disse que
‘se uma maleta com material nuclear explodir daqui a cinco anos em Nova Iorque
ou Madrid será por causa do acordo assinado nesta manhã’. ‘Assim como falhou-se
no acordo com a Coréia do Norte, o atual acordo pode levar o Irã para mais
perto da bomba. Israel não pode tomar parte nas celebrações internacionais
baseadas no engano iraniano e na própria ilusão’, disse o ministro da
Inteligência, Yuval Steinitz.
Para piorar a
traição, Tzipi Livni, a ministra da Justiça declarou que o acordo com o Irã e
as conversações de paz com os árabes estão conectados, pois ambos têm o prazo
de seis meses para avançar nas negociações. Ambos são assuntos ‘críticos e
cruciais’ para o futuro de Israel. Acredita que se o conflito árabe israelense
for resolvido, pode-se criar uma nova linha de frente forte e significativa com
os países árabes contra o Irã. Claro que ao afirmar isso, não estava contando
com hamas (servo do Irã) e com os árabes que vivem em Israel (fatah de abbas),
por serem as entidades árabes que estão apoiando o acordo, que o vêm como
oportunidade para aumentar a pressão sobre Israel. Conforme seu ponto de vista,
sem resolver esses assuntos, Israel tende a tornar-se um ‘estado isolado’ pelas
outras nações.
Netanyahu tem sido
levantado como ‘a voz do que clama no
deserto’, denunciando o perigo que o Irã nuclearmente militarizado
significa para as nações da Terra e, da mesma forma que Winston Churchill, na
década de 30, não foi ouvido, também ele não tem sido ouvido.
Em 2001, Ariel
Sharon alertou os EUA que não usassem Israel como moeda de troca para
‘apaziguar os ânimos do Iraque’. Ele disse que ‘Israel não é Checoslováquia’,
em alusão ao acordo de Munique, de ‘apaziguamento’
que Neville Chamberlain, o 1º ministro inglês assinou com Hitler em 1938, para
impedir um conflito mundial. Chamberlain, naquela ocasião, vendeu a
Checoslováquia, entregando-a nas mãos de um líder que não era confiável. A
invasão da Checoslováquia foi a porta para a Polônia e o início dos planos do
Shoah (massacre de seis milhões de judeus) e de todos os 60 milhões de vidas
perdidas durante a 2ªGM.
Da mesma forma
que Chamberlain esteve para Churchill, b.obama está para Netanyahu. Chamberlain
convenceu o mundo, por alguns anos, de que ele estava certo com sua política de
apaziguamento, embora às expensas de uma nação, a Checoslováquia. O acordo de
Genebra é tão grave quanto o acordo de Munique. Só que a peça do jogo, neste
momento, é Israel. b.obama, no último ano, tentou desacreditar Israel e gritar
mais forte, para impedir as nações de ouvir ‘a voz do que clama no deserto’. Dois
anos depois do acordo, Chamberlain demitia-se da cadeira de 1º ministro inglês,
confessando que Churchill, em seu alerta geral sobre um conflito armado, anos
antes, estava certo! Entretanto, enquanto a Alemanha se armava até os dentes,
as nações europeias não fizeram o mesmo. Quando entraram no conflito mundial,
em 1939-40, foram assolados em muitas perdas e conquistas. Esse foi o legado de
Chamberlain.
Qual será o
legado de b.obama e john kerry, ao afirmarem que o mundo está melhor com esse
acordo nuclear??? Israel está sendo acusada de instigadora de guerra por EUA e
Europa, por ver realisticamente o acordo de Genebra com o Irã. Estão taxando-a
como estado fora da lei que será punido em caso de atacar as instalações
nucleares iranianas. Em vez de ameaçar o Irã, (o país que mais investe em
terrorismo no mundo, que tem células terroristas espalhadas por todo o mundo, a
nação que ameaça constantemente Israel de extermínio) com ação militar se este se
recusar a cessar e desistir de seu programa nuclear que visa construir armas
nucleares, as potências mundiais estão ameaçando Israel.
O ministro das
relações exteriores britânico, William Hague, diante do parlamento inglês,
prometeu que o Reino Unido estará em alerta para impedir que qualquer estado
ameace o acordo com o Irã. Disse: ‘desencorajaremos qualquer um no mundo,
incluindo Israel, de tomar quaisquer medidas que prejudiquem esse acordo, e
deixaremos bem claro a todos os interessados.
Há mais de uma
semana, john kerry declarou a seu congresso que os parlamentares não deveriam
ouvir a Netanyahu.
Essa é a postura
das nações ‘aliadas’ (amigos como esses, para que inimigos???). Como se as
nações estivessem protegendo o Irã da ‘ameaçadora Israel’! Essa garantia de
impedir qualquer ação militar de Israel só favorece o Irã no desenvolvimento,
despreocupadamente, de seu programa nuclear. E essa atitude, como o pacto de
Munique, há 75 anos, outorgou poder a Hitler para fazer o que quisesse, tal
pacto de Genebra outorga poder ao Irã para fazer o que quiser, tornando Israel
mais e mais fraca e de mãos atadas. As sanções econômicas sobre Irã são
transferidas a Israel, a única nação democrática do O.M, como coação a esta
para que ceda o coração (Judéia) e pulmões (Samaria) de Israel e, com essa
concessão, sua capacidade de defender-se dos terroristas radicais islâmicos que
juram sua destruição.
EUA, por sua
vez, pressionarão ainda mais Israel a fazer concessões exorbitantes a favor dos
árabes que vivem em Israel (um dos únicos que gostaram do acordo de Genebra),
para estabelecer acordo até começo do próximo ano. Se isso não acontecer,
apresentará seu próprio plano de partilha que ameaçará a viabilidade de Israel
nos planos militar, legal, geopolítico, além de expulsar mais de meio milhão de
judeus de seus lares para entregar aos árabes um ‘território livre de judeus’
(e isso não é apartheid???????????).
Além disso,
aguarda-se que o próximo passo de b.obama seja os segredos nucleares israelenses,
a fim de que a force a assinar o tratado de desarmamento da IAEA. Israel, em
vez de ‘caçar’, seria a ‘caça’, aquela que passará a ser perseguida pela
comunidade internacional.
Louvado e engrandecido seja YAH que não reuniu e está reunindo Seu povo em Israel para sua destruição, pois tem projetos de vida para cada judeu: “Assim diz o SENHOR, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; YHVH Tsevaot é o Seu Nome. Se falharem estas ordenanças de diante de Mim, diz YHVH, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de Mim para sempre. Assim disse YHVH: ‘Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da Terra cá em baixo, também EU rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR’” (Jeremias 31.35-37).
Louvado e engrandecido seja ELE porque os está
congregando de todas as nações da Terra para lhes fazer habitar seguramente,
para plantá-los firmemente naquela terra, porque é o Seu prazer fazer-lhes bem;
e assim é, por tornar-Se o DEUS deles e ELE o seu SENHOR: “Eis que EU os congregarei de todas
as terras, para onde os tenho lançado na Minha ira, e no Meu furor, e na Minha
grande indignação; e os tornarei a trazer a este lugar, e farei que habitem
nele seguramente. E eles serão o Meu povo, e EU lhes serei o seu DEUS; e lhes
darei um mesmo coração, e um só caminho, para que Me temam todos os dias, para seu bem, e o bem de seus filhos,
depois deles. E farei com eles uma aliança eterna de não Me desviar de
fazer-lhes o bem; e porei o Meu temor nos seus corações, para que nunca se
apartem de Mim. E alegrar-Me-ei deles, fazendo-lhes bem; e plantá-los-ei nesta
terra firmemente, com todo o Meu coração e com toda a Minha alma” (Jeremias 32.37-42).
Louvado e engrandecido seja YAH, porque ELE tem pensamentos de paz, de
vida para cada descendente de Avraham, Itschaq e Yaacov respeito, para dar-lhes
o fim que esperam: “Porque EU bem sei os
pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
Então Me invocareis, e ireis, e orareis a Mim, e EU vos ouvirei. E
buscar-Me-eis, e Me achareis, quando Me buscardes com todo o vosso coração. E
serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei voltar os vossos cativos e
congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos
lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei” (Jeremias 29.11-14)
Clamemos por Sua misericórdia sobre as nações da Terra, os nossos governantes,
porque elas se levantaram contra a ‘menina do olho de DEUS’, contra ELE mesmo, na
tentativa de perfura-lo, feri-lo para que não veja o que elas estão fazendo,
mas Seus olhos estão sempre atentos: “Terra de que o SENHOR teu DEUS tem cuidado; os olhos do SENHOR teu DEUSs
estão sobre ela (Israel) continuamente,
desde o princípio até o fim do ano” (Deuteronômio 11.12)
Clamemos por Sua intervenção na destruição do programa nuclear
iraniano, para que Seu Nome seja exalçado entre os povos. Que ELE opere o
milagre que operou nos dias do rei Ezequias, de modo todo criativo, para que o
Seu Nome seja reconhecido como Grande e ELE seja totalmente glorificado: “Ó SENHOR dos Exércitos, DEUS de Israel, que habitas entre
os querubins; TU mesmo, só TU és DEUS de todos os reinos da Terra; TU fizeste
os céus e a Terra. Inclina, ó SENHOR, o Teu ouvido, e ouve; abre, SENHOR, os
Teus olhos, e vê; e ouve todas as palavras de Senaqueribe, as quais ele enviou
para afrontar o DEUS vivo. Verdade é, SENHOR, que os reis da Assíria assolaram
todas as nações e suas terras. E lançaram no fogo os seus deuses; porque
deuses não eram, senão obra de mãos de homens, madeira e pedra; por isso
os destruíram. Agora, pois, ó SENHOR
nosso DEUS, livra-nos da sua mão; e assim saberão todos os reinos da Terra, que
só TU és o SENHOR” (Isaías 37.16-20).
Clamemos pela vida de
Netanyahu, de Benny Gantz e o ministro da Guerra:
- para que ouçam
as instruções diretas do SENHOR quanto ao que devem fazer e o tempo de sua
execução: “E dos filhos de Issacar, duzentos de seus chefes, destros na ciência dos
tempos, para saberem o que Israel devia fazer, e todos os seus irmãos seguiam
suas ordens” (1 Crônicas 12.32)
- para que os
planos de guerra (caso aconteça) sejam desenhados, arquitetados no Reino do céu:
“Tu és Meu machado de batalha e Minhas armas de guerra, e por meio de ti despedaçarei
as nações e por ti destruirei os reis; e por meio de ti despedaçarei o cavalo e
o seu cavaleiro; e por meio de ti despedaçarei o carro e o que nele vai; e por
meio de ti despedaçarei o homem e a mulher, e por meio de ti despedaçarei o
velho e o moço, e por meio de ti despedaçarei o jovem e a virgem; e por meio de
ti despedaçarei o pastor e o seu rebanho, e por meio de ti despedaçarei o
lavrador e a sua junta de bois, e por meio de ti despedaçarei os capitães e os
magistrados. E pagarei a Babilônia, e a todos os moradores da Caldéia, toda a
maldade que fizeram em Sião, aos vossos olhos, diz o SENHOR” (Jeremias 51.20-24);
- que seus
pensamentos sejam claros, ousados, corajosos, e todos os líderes em Israel
sejam ungidos e capacitados para expressar e defender a causa de Israel:
“O SENHOR desfaz o
conselho dos gentios, quebranta os intentos dos povos. O conselho do SENHOR
permanece para sempre; os intentos do Seu coração de geração em geração” (Salmo 33.10,11).
Clamemos para que Netanyahu
mantenha sua palavra, auxiliado por YHVH, de impedir que o Irã obtenha arma
nuclear. Que haja graça sobre graça derramada sobre sua vida para que
sabiamente enfrente cada obstáculo na dependência da graça maravilhosa e
abundante graça de YAH (“Quem és tu, ó grande monte? Diante de Zorobabel tornar-te-ás uma campina;
porque ELE trará a Pedra Angular com aclamações: Graça, graça a ela” - Zacarias 4.7).
Durante esse período de
Chanukah, venha a salvação sobre Netanyahu e toda sua casa. Que a
superabundante graça de YEHOSHUA HaMASHIACH o encontre nesses dias de
festividade.
Que na celebração dos milagres
vividos pelos macabeus no passado, muitos milagres aconteçam no presente,
trazendo livramento e salvação.
Louvamos a YAH porque o
livramento do passado garantiu a preservação do povo de Israel, garantindo,
assim, a vinda do Filho do Homem, o MASHIACH de Israel. Louvamos e
engrandecemos a YAH porque o livramento de Seu povo virá em Suas asas,
novamente, para garantir o regresso de nosso Amado REI: “Mas para
vós, os que temeis o Meu Nome, nascerá o Sol da Justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da
estrebaria. E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das
plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, diz o SENHOR dos
Exércitos” (Malaquias 4.2,3)
Louvamos a YAH porque o ‘encantamento’
e ‘feitiço’ que os EUA causavam sobre Israel está enfraquecendo. Louvado seja
YAH que as muletas chamadas EUA estão caindo por terra, em Nome de YEHOSHUA. À
medida que se vê isolada, que Israel se volte para o Autor e Consumador de sua
fé, que se volte para o Poderoso de Yaacov: “Ouve, ó ELOHIM, o meu clamor;
atende à minha oração. Desde o fim da Terra clamarei a ti, quando o meu coração
estiver desmaiado; leva-me para a Rocha
que é mais alta do que eu” (Salmo 61.1,20).
De acordo com a NASA, nos próximos dois anos haverá
eventos astronômicos ligados ao sol e à lua: quatro eclipses lunares ou tétrade
(luas de sangue) e um eclipse solar total e outro parcial, em datas muito
significativas, ligadas às Festas de YHVH, como Pêssach e Sukot.
No Talmud, ‘o eclipse lunar é mau presságio para
Israel. Se sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada está vindo ao
mundo’. A lua, no judaísmo, é sinal para Israel; o sol é sinal para os gentios.
A lua de sangue também é sinal conectado ao dia do SENHOR e a vinda do MESSIAS,
como escrito: “O sol se converterá em trevas (eclipse solar), e a lua em sangue (eclipse lunar), antes que venha o grande e terrível dia do
SENHOR” (Joel 2.31)
A tétrade de 2014-2015 marcará um
tempo de guerra e/ou perseguição para o povo judeu?
Clamemos por Sua proteção e Seu cuidado sobre toda a Casa de Israel
durante os próximos meses e anos: “Salva o Teu povo, e abençoa a Tua herança; e apascenta-os e exalta-os para
sempre” (Salmo 28.9)
Clamemos pelo derramamento de sabedoria e fortaleza sobrenaturais sobre
os líderes de Israel para lidarem com o Irã, o programa nuclear, aviltantemente
legalizado pelas nações, e com os árabes que vivem em Israel (cuja ação
destrutiva e terrorista também encontra justificativa entre as nações da Terra),
conforme o coração do SENHOR. Que essas duas situações ‘críticas e cruciais’
para o futuro de Israel sejam orquestralmente solucionadas por ELOHEI Israel,
YHVH Tsevaot é o Seu Nome: “Naquele dia, diz o SENHOR,
ferirei de espanto a todos os cavalos, e de loucura os que montam neles; mas sobre
a casa de Judá abrirei os Meus olhos, e ferirei de cegueira a todos os cavalos
dos povos. Então os governadores de Judá dirão no seu coração: Os habitantes de
Jerusalém são a minha força no SENHOR dos Exércitos, seu DEUS. Naquele dia
porei os governadores de Judá como um braseiro ardente no meio da lenha, e como
um facho de fogo entre gavelas; e à direita e à esquerda consumirão a todos os
povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu lugar, em Jerusalém” (Zacarias 12.4-6)
Em caso de guerra, clamemos para que
os exércitos de YHVH pelejem por Israel, guardando-a de todo o mal,
protegendo-a de toda investida inimiga (cercada que está por nações que lhe são
hostis), cegando o inimigo para errar o alvo chamado Israel: “E orou Eliseu, e disse: SENHOR,
peço-Te que lhe abras os olhos, para que veja. E o SENHOR abriu os olhos do
moço, e viu; e eis que o monte estava
cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu. E, como desceram a
ele, Eliseu orou ao SENHOR e disse: Fere, peço-te, esta gente de cegueira. E
feriu-a de cegueira, conforme a palavra de Eliseu” (2 Reis 6.17,18)
“Nesta batalha não tereis que
pelejar; postai-vos, ficai parados, e vede a Salvação do SENHOR para convosco, ó Judá e Jerusalém. Não temais,
nem vos assusteis; amanhã saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR será convosco”
(2 Crônicas 20.17).
Que o SENHOR fortaleça ao homem
(Netanyahu e Naftali Bennett) a quem levantou para este tempo: “Seja a Tua mão sobre o homem da
Tua destra, sobre o filho do homem, que fortificaste para Ti” (Salmo 80.17)
Que o SENHOR cerque Netanyahu com
bons conselheiros, capazes de ouvir a voz de YAH para planejar as estratégias
de como lidar com as ameaças que afligem Israel nesse período, afastando todo
engano, toda divisão, toda confusão, tudo aquilo que não vem da parte de DEUS: “Cada pensamento se confirma com
conselho e com bons conselhos se faz a guerra... Com conselhos prudentes tu
farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros” (Provérbios 20.18; 24.6).
Que todos os líderes de Israel, em
particular Netanyahu, sejam guardados de toda a intimidação e medo, porque: “contra Jacó não vale encantamento,
nem adivinhação contra Israel; neste tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que
coisas DEUS tem realizado!” (Números 23.23)
Einstein dizia ‘quanta estultícia há naquele que tem o
mesmo comportamento esperando resultados diferentes’. Quão estultos são os
líderes mundiais aguardando resultados distintos frente ao conflito árabe
israelense, ao adotarem a mesma viciada e espúria conduta, exigindo a entrega
de terras, por parte de Israel, em troca de paz, enquanto o outro parceiro
comporta-se como a criança extremamente mimada que não assume seu papel no
processo e só exige, exige e exige, como a ‘sanguessuga dá dá’. O resultado
disso: graças a DEUS ainda não existe um
estado árabe em terras que pertencem a YHVH!
Isso só denuncia a
incompetência de satanás de estabelecer o novo, porque é imitador e mau
imitador das coisas de DEUS. Por esta razão, clamemos:
- pelo fracasso
absoluto da atual negociação, pelo endurecimento dos líderes árabes e o fim de
concessão territorial como moeda de troca do reconhecimento do Estado judaico e
da aquisição da paz: “Mas quando o
seu coração se exaltou, e o seu espírito se endureceu em soberba, foi
derrubado do seu trono real, e passou dele a sua glória” (Daniel 5.20). Que a soberba, sua regente, os conduza ao desterro, para
que saibam que só ELOHEI Israel é o Altíssimo e diante dELE se curvem, se
prostrem e O reconheçam como tal (Salmo 83.13-18);
- pelos líderes em
Israel, para que sejam fortalecidos na força de Seu (YHVH) poder sobre eles
para resistir com veemência às pressões internacionais, sem medo de
posicionar-se pelo projeto Bíblico-cêntrico, ou aquele que está no coração de
YHVH: “Assim
diz o SENHOR, acerca de todos os Meus maus vizinhos, que tocam a
Minha herança, que fiz herdar ao Meu povo Israel: Eis que os arrancarei da
sua terra, e a casa de Judá arrancarei do meio deles. E será que, depois de os
haver arrancado, tornarei, e me compadecerei deles, e os farei voltar cada um à
sua herança, e cada um à sua terra. E será que, se diligentemente aprenderem os caminhos do Meu povo, jurando pelo Meu Nome: Vive o SENHOR,
como ensinaram o Meu povo a jurar por baal; então edificar-se-ão no meio do Meu povo. Mas se não quiserem
ouvir, totalmente arrancarei a tal nação, e a farei perecer, diz o
SENHOR” (Jeremias 12.14-17);
- pela exposição das
reais intenções dos árabes nesse processo de paz: “Vinde, e desarraiguemo-los para que não sejam nação, nem haja mais
memória do nome de Israel... Tomemos para nós as casas de DEUS em possessão”
(Salmo 83.4,12).
- que o Corpo do
MESSIAS acorde para enxergar tais intenções e as armadilhas satânicas nesse
processo de paz que visam impedir ou retardar o regresso do MESSIAS YEHOSHUA, e
seja liberto do espírito do humanismo (espírito da Grécia – helenismo) que
rege, encharca, permeia todos os poros do ‘movimento cristão pró-árabes que
vivem em Israel’, movimento esse que apoia o estabelecimento de um estado
árabe em terras que pertencem ao Estado judaico – Israel – por estatuto
perpétuo decretado por YHVH, o Dono das terras: “E Jacó disse a José: O DEUS Todo-Poderoso me apareceu em Luz, na terra
de Canaã, e me abençoou. E me disse: Eis que te farei frutificar e multiplicar,
e tornar-te-ei uma multidão de povos e darei
esta terra à tua descendência depois de ti, em possessão perpétua” (Gênesis 48.3,4);
- que a igreja volte a
ler a Palavra e a buscar revelação do Tradutor, o Espírito Santo, abrindo o
entendimento de seu coração para não lutar mais contra DEUS e Sua perfeita
vontade: “Dai de mão a estes
homens, e deixai-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se
desfará, mas, se é de DEUS, não podereis desfazê-la; para que não aconteça
serdes também achados combatendo contra DEUS” (Atos
5.38,39);
- que o espírito da
Grécia seja arrancado e banido, do meio do Corpo do MESSIAS, em Nome de
YEHOSHUA, e junto com ele seja desarraigada toda a venenosa, satânica e maligna
‘teologia da substituição’ (a igreja tomou o lugar de Israel, em sua missão e
promessas), sendo enviados para onde o SENHOR determinar e sem direito a
retorno, em Nome dELE: “Porque
curvei Judá para Mim, enchi com Efraim o arco; suscitarei a teus filhos, ó
Sião, contra os teus filhos, ó Grécia! E pôr-te-ei, ó Sião, como a espada de um
poderoso” (Zacarias 9.13);
- que a conferência
‘Christ at the Checkpoint’** (do ‘movimento cristão pró-árabes que vivem em
Israel’), em sua segunda versão, em Bet Lechem, de 10 a 14 de março de 2014,
tenha seus bastidores descortinados, sua agenda diabólica exposta e satanás
envergonhado, em Nome do SENHOR JESUS. Que o SENHOR tenha misericórdia desses
irmãos e ilumine seu entendimento e o véu da cegueira espiritual seja removido,
a fim de que entendam o ‘mistério de
Israel’, porque significa compreender a fidelidade eterna de YHVH a Si e à
Sua Palavra.
**Seu manifesto (http://www.christatthecheckpoint.com/index.php/about-us/manifesto) é capcioso, porque não tem
alinhamento pleno na Palavra. É possível ver o espírito de engano e gostaria de
ressaltar dois equívocos nesse manifesto:
- afirma que ‘qualquer
reivindicação exclusiva pela terra da Bíblia em nome de DEUS não está em
concordância com o ensino das Escrituras’:
Possessão perpétua significa a ‘posse de um
território para sempre’, por um tempo eterno, independentemente do
comportamento num período da história, se presente ou se ausente. ‘Para sempre’
significa ‘para sempre’, ‘eternamente’. Naomi, mesmo no exílio, era dona das
terras de seu marido em Bet Lechem. Ao regressar, elas continuaram a lhe
pertencer e aos seus herdeiros (Rut
4.3,5);
- afirma que ‘os cristãos
devem compreender o contexto global para a ascensão do islamismo extremista.
Desafiamos os estereótipos de todas as formas de fé que traem a ordenança de
DEUS de amar nossos vizinhos e inimigos’:
Certamente,
devemos buscar revelação na Palavra do levante do islamismo extremista, que tem
a ver com as obras satânicas e não com o ‘contexto de opressão social imputado
pelo regime dominante, no caso Israel’ como querem que acreditemos. Os árabes
são oprimidos por seus próprios governantes, corruptos e insensatos que buscam
a manutenção dessa condição desumana de tratamento, a fim de culpar o
‘opressor’ Israel.
Por que árabes que
vivem em territórios controlados por Israel não querem a criação de um estado
árabe? Porque vivem num país que busca a igualdade social, que respeita os
direitos de seus cidadãos, judeus e gentios.
Gaza, por exemplo,
recebe insumos de Israel e das nações diariamente (toneladas e toneladas – eu
sou testemunha disso, porque já passei na fronteira várias vezes, observando os
caminhões). O hamas recebe toda a mercadoria e repassa para seus aliados e
filiados. Aqueles que não são partidários não recebem ajuda. Atualmente, com o
aumento do controle da fronteira com o Egito e o desmantelamento de vários
túneis de contrabando na fronteira com aquela nação, o hamas está revelando sua
faceta (e única) despótica, oprimindo o povo de forma insuportável (em entrevista
concedida por um árabe que vive em Israel cujo tio vive em Gaza). Se o povo se
levantar, o hamas porá a responsabilidade no ‘embargo de Israel de suas
fronteiras’ (ainda que não tenha nada a ver com isso, Israel sempre é levantada
como bode expiatório dos acontecimentos ao redor dela).
Sim, devemos amar
nossos vizinhos e inimigos, mas não permitir que eles destruam nossos cidadãos.
Cada ato tem suas consequências, cada semente produz um fruto próprio, cada
indivíduo deve arcar com o resultado de suas ações.
Tal item do
manifesto reflete ‘humanismo puro’, que exige a postura ‘politicamente correta’
e não a ‘biblicamente correta’.
Que o SENHOR tenha misericórdia desses irmãos e revele seus corações
para eles mesmos, como fez com o povo nos 40 anos de deserto, a fim de que
encontrem lugar de arrependimento e voltem-se para YAHVEH ELOHEI Israel. Que
esses irmãos voltem ao primeiro amor, voltem à pureza da Palavra; que conheçam
ao Maná, YEHOSHUA, o Pão Vivo que desceu do céu: “E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o SENHOR teu DEUS te guiou no
deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber
o que estava no teu coração, se guardarias os Seus mandamentos, ou não. E te
humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o Maná, que tu não conheceste, nem teus
pais O conheceram; para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do SENHOR
viverá o homem” (Deuteronômio 8.2,3)
Que o SENHOR desperte Seu povo, Sua noiva com um amor enormemente
intenso por ELE, com o espírito renovado, num novo nível de compromisso para
orar e agir pela causa de Israel, por amor a ELE: “Ó Jerusalém, sobre os teus muros pus guardas, que todo o dia e toda a noite
jamais se calarão; ó vós, os que fazeis lembrar ao SENHOR, não haja descanso em
vós, nem deis a ELE descanso, até que confirme, e até que ponha a Jerusalém por
louvor na Terra” (Isaías 62.6,7).
Em entrevista
recente à âncora da CNN, Christiane Amanpour, Naftali Bennett denunciou, com
muitíssima propriedade, os enganos ‘midiáticos’, quando questionado sobre o
anúncio do Ministro da Construção e Moradia, Uri Ariel, da construção de 24.000
habitações além da linha verde, nos ‘territórios
ocupados’ (http://www.youtube.com/watch?v=R0lmArV0q2M&feature=player_embedded).
Quando Naftali
quis explicar o termo ‘ocupado’ [‘uma vez que você usou o termo
‘ocupado’, tenho que salientar que estou segurando aqui uma moeda de Jerusalém
(ele a mostrou às câmeras)], ela o interrompeu insistindo ser aquele um termo
internacional. Ao que veemente respondeu: ‘Eu sei e não o aceito. Porque a
moeda, cunhada em hebraico ‘Liberdade de Sião’, foi usada pelos judeus em
Jerusalém há 2000 anos, no Estado de Israel, em que você chama de ocupada. UM NÃO PODE ‘OCUPAR’ SEU PRÓPRIO LAR’.
Quis dizer que um
indivíduo não pode ser considerado como invasor de sua própria casa ou um
ocupante indesejável de seu próprio lar. Quis dizer que a Israel pertence todas
as terras na região como possessão eterna, determinada pela Lei de YHVH e também, como o SENHOR
respeita a lei dos homens, moveu os
corações para escrever a ‘Declaração de Balfour’ (1917), aceita pelos ingleses
e, mais tarde, ratificada por todas as 51 nações que faziam parte da Liga das Nações, em San Remo, Itália
(1920). A Israel estava determinado todo o território desde o Mar Mediterrâneo,
passando por todo o território que é hoje Israel, Gaza, Judéia, Samaria, Golan,
Jerusalém Oriental, seguindo até o território da Jordânia, incluindo-o.
Por interesses
econômicos (petróleo) e políticos, os ingleses entregaram parte do território
(o que é Jordânia atualmente) para os árabes, para que ali fosse estabelecido
um estado independente aos árabes da região, em 1922.
Por esta razão,
não há qualquer fundamento bíblico ou pela lei internacional que defina a divisão
das terras em Israel ou que considere os territórios ocupados por judeus, como
ilegalmente ocupados por eles, porque são terras que lhes pertencem. Esse termo
só é mantido para que os inimigos de Israel pintem um quadro de ‘poder
colonialista’.
Enquanto Gaza esteve
ocupada militarmente pelo Egito, e Judéia, Samaria e leste de Jerusalém pelos
jordanianos, os árabes que vivem em Israel nunca reivindicaram soberania na
região, ou sequer eram aqueles poderes (Egito e Jordânia) condenados pela
comunidade internacional como estrangeiros ocupantes ou invasores.
Os verdadeiros
invasores são aqueles que desrespeitam os princípios de YAH para a terra,
tentando dar outro nome a ela ou consagrando-a a deuses que não são deuses, mas
demônios.
Portanto, novamente, clamemos pelo projeto
territorial que YAH determinou desde antes da fundação do mundo: “Assim diz o SENHOR, acerca
de todos os Meus maus vizinhos, que tocam a Minha herança, que
fiz herdar ao Meu povo Israel: Eis que os arrancarei da sua terra, e a casa de
Judá arrancarei do meio deles. E será que, depois de os haver arrancado,
tornarei, e me compadecerei deles, e os farei voltar cada um à sua herança, e
cada um à sua terra. E será que, se
diligentemente aprenderem os caminhos do Meu povo, jurando pelo Meu Nome: Vive o SENHOR, como ensinaram o Meu povo a
jurar por baal; então edificar-se-ão no
meio do Meu povo. Mas se não quiserem ouvir, totalmente
arrancarei a tal nação, e a farei perecer, diz o SENHOR” (Jeremias 12.14-17).
Clamemos pela paz genuína no Oriente
Médio, que é YEHOSHUA entrando no coração de judeus e gentios, como SENHOR e
Salvador, transformando o ódio e a fomentação do desprezo em amor e compartilhamento.
Só por meio dessa transformação é que a verdadeira paz será edificada e, com
ela, ‘Egito, Seu povo, Assíria, obra de Suas mãos, e Israel, Sua herança se
tornarão uma bênção para as nações da Terra’: “Naquele tempo o SENHOR terá um altar no meio
da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao SENHOR, junto da sua fronteira. E
servirá de sinal e de testemunho ao SENHOR dos Exércitos na terra do Egito,
porque ao SENHOR clamarão por causa dos opressores, e ELE lhes enviará um
Salvador e um protetor, que os livrará. E o SENHOR se dará a conhecer ao Egito,
e os egípcios conhecerão ao SENHOR naquele dia, e o adorarão com sacrifícios e
ofertas, e farão votos ao SENHOR, e os cumprirão. E ferirá o SENHOR ao Egito,
ferirá e o curará; e converter-se-ão ao
SENHOR, e mover-se-á às suas orações, e os curará; naquele dia haverá
estrada do Egito até a Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios
irão à Assíria; e os egípcios servirão com os assírios. Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os
assírios, uma bênção no meio da Terra. Porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, Meu
povo, e a Assíria, obra de Minhas mãos, e Israel, Minha herança” (Isaías 19.19-25).
“Portanto assim diz o Senhor DEUS:
Agora tornarei a trazer os cativos de Jacó, e Me compadecerei de toda a casa de
Israel; zelarei pelo Meu Santo Nome.
E levarão sobre si a sua vergonha, e toda a sua rebeldia, com que se rebelaram
contra Mim, quando eles habitarem seguros na sua terra, sem haver quem os
espante. Quando EU os tornar a trazer de entre os povos, e os houver
ajuntado das terras de seus inimigos, e EU
for santificado neles aos olhos de muitas nações, então saberão que EU Sou
o SENHOR seu DEUS, vendo que EU os fiz ir em cativeiro entre os gentios, e os ajuntarei para voltarem a sua terra,
e não mais deixarei lá nenhum deles.
Nem lhes esconderei mais a Minha face,
pois derramarei o Meu Espírito sobre a casa de Israel, diz o SENHOR DEUS”
(Ezequiel 39.25-29).
Muitos judeus não mais se sentem seguros no cativeiro das
nações, de acordo com uma recente pesquisa conduzida pela Agência para Direitos
Fundamentais da União Européia. 76% dos pesquisados percebem o aumento do
antissemitismo nos últimos anos; 29% pensam
em fazer a aliyah para Israel. Quase
90% deles encontraram pessoas que não consideram os judeus seus compatriotas,
de modo mais agudo em França, Bélgica e Hungria, onde o número de judeus que
pensam em emigrar foi mais alto. Um em cada cinco (20%) disse evitar o uso de
algo em público que o identifique como judeu, principalmente na Suécia (34%),
escondendo a identidade judaica.
Quando a liberdade de
crença, de expressão de fé é cerceada, quando é preciso esconder a identidade
para ter-se qualidade de vida, significa que algo de muito errado está
acontecendo. Viver no medo é uma forma de prisão!
Europa não é mais um lugar seguro para judeus, como nas
décadas de 30 e 40 do século passado.
O lugar mais seguro para estar é no centro
da vontade de YHVH
Isso significa que, de acordo com mais de 160 referências
bíblicas, o lugar mais seguro para os
judeus continua a ser Israel, mesmo diante de ameaças reais de guerra
contra inimigos distantes (Irã e Turquia) e próximos (Gaza, Líbano, Síria,
Egito, intifada)... porque Israel é o
centro da vontade de YAH!
Clamemos pelos judeus de nosso
conhecimento e relacionamento; clamemos pelos judeus de nossas nações, para que
sejam convictamente convencidos por RUACH HaKODESH a fazer a aliyah. Que haja
sobre todos os judeus no cativeiro das nações o senso de urgência para a
aliyah, enquanto há tempo, para que o Nome de YAH seja glorificado em Israel e no
meio das nações da Terra: “Com cheiro
suave Me deleitarei em vós, quando EU vos tirar dentre os povos e vos congregar
das terras em que andais espalhados; e serei santificado em vós perante os
olhos dos gentios. E sabereis que EU sou o SENHOR, quando EU vos introduzir na
terra de Israel, terra pela qual
levantei a Minha mão para dá-la a vossos pais” (Ezequiel 20.41,42)
Que o Corpo do MASHIACH compreenda
claramente que auxiliar e orar pela aliyah faz parte de seu comprometimento e
compromisso com YEHOSHUA nos dias do fim, a fim de apressar Seu regresso. Como
um cenário que precisa ser terminado para a cena final, que a igreja entenda o
papel redentivo de Israel para os dias do fim e seu próprio papel auxiliador na
execução desse propósito.
A primeira grande onda migratória para Israel ocorreu na
segunda metade do século XIX, dando início à restauração do Estado de Israel.
Esse não foi um evento isolado, mas na Europa crescia o engano no meio da igreja
Luterana (Alemanha) e a adoção de medidas antissemitas, o que desencadeou o
medo e a necessidade de buscar outros lugares mais seguros para se viver.
Como descrevemos acima, a igreja não reconhece o ‘mistério de Israel’ e
desconhece o coração do PAI sobre Israel (terra, povo, nação), e tem assumido
um comportamento anti-Israel crescente. Por isso, clamemos para que, como foi no passado, novas ondas de
aliyah aconteçam, como fundamento para a restauração espiritual de Israel,
quando um exército poderoso se levantará, exército que conhece ao seu
Comandante em Chefe, YEHOSHUA HaMASHIACH:
“Profetiza ao Espírito, profetiza, ó
filho do homem, e dize ao Espírito: Assim diz o SENHOR DEUS: Vem dos quatro
ventos, ó Espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. E profetizei
como ELE me deu ordem; então o Espírito
entrou neles, e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo” (Ezequiel 37.9,10);
“Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque
ELE despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida. Depois de dois dias
nos dará a vida; ao terceiro dia nos
ressuscitará, e viveremos diante
dELE. Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR; a Sua saída,
como a alva, é certa; e ELE a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que
rega a terra” (Oséias 6.1-3).
Embora pareça contrário à lógica,
clamemos para que DEUS incite/instigue os judeus no cativeiro das nações a
voltar-se para Sião, por ser a vontade perfeita dELE em nossos dias. É na terra
de Israel que ELE promete remover o véu e permitir que Seu povo veja Aquele a
Quem traspassaram, o MASHIACH YEHOSHUA, e arrepender-se profundamente: “Mas sobre a casa de David, e sobre
os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e
olharão para Mim, a Quem traspassaram; e pranteá-lO-ão sobre ELE, como quem
pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ELE, como se
chora amargamente pelo primogênito... Naquele dia haverá uma fonte
aberta para a casa de David, e para os habitantes de Jerusalém, para purificação
do pecado e da imundícia” (Zacarias 12.10; 13.1);
Clamemos pelo regresso dos yordi’im (judeus nascidos em Israel e
que migraram para outras nações, principalmente EUA), para que dêem o exemplo a
seus parentes e amigos que vivem no cativeiro das nações. Sejam usados como ‘pescadores’ de multidões, em Nome do SENHOR YEHOSHUA: “Eis que mandarei muitos pescadores, diz o
SENHOR, os quais os pescarão...” (Jeremias 16.16a).
Que YHVH abra os olhos dos judeus do
ocidente para que entendam que agora é a hora, antes que o antissemitismo
esteja em sua forma mais agressiva, mais radical, mais extremista e, em vez dos
pescadores, sejam os caçadores: “e depois enviarei muitos caçadores, os quais os caçarão de sobre todo o
monte, e de sobre todo o outeiro, e até das fendas das rochas” (Jeremias 16.16b).
Que os quase 90% dos judeus da
Europa que se depararam com alguma situação constrangedora em que não foram considerados
compatriotas tenham seu coração movido e atraído para fazer aliyah a Israel. Que
todo o encanto por outros ‘cativeiros’ caia por terra, em Nome do SENHOR
YEHOSHUA, e o foco seja Israel.
Que ELE torne Israel atraente aos
judeus do exílio, aquecendo e fortalecendo sua economia, abrindo mais portas de
emprego, levantando o país em unidade e habilidade para viver em paz com seus
vizinhos, em Nome de YEHOSHUA.
Que o SENHOR providencie a abertura dos
portões para que 25.000 judeus iranianos saiam e com todas as suas posses e
bens.
Que as multidões de judeus que
visitam Israel anualmente sejam despertadas para reconhecer e entender e
aceitar que ali é seu lar. Que o SENHOR os case com Eretz Israel: “Nunca mais te chamarão:
Desamparada, nem a tua terra se denominará jamais: Assolada; mas chamar-te-ão: O meu prazer está nela, e à tua terra: A casada; porque o SENHOR Se agrada de
ti, e a tua terra se casará. Porque, como o jovem se casa com a virgem, assim teus filhos se casarão contigo; e como
o noivo se alegra da noiva, assim se alegrará de ti o teu DEUS” (Isaías 62.4,5).
Que judeus messiânicos sejam
profundamente tocados pelo MESTRE e caminhem em Seus passos, pois ascendeu (fez
aliyah) a Jerusalém determinado que
estava de cumprir Seu chamado e propósito de vida. Que cada judeu messiânico
compreenda seu papel redentivo e sua importância para ‘encurtar os dias para o
regresso do MESSIAS YEHOSHUA’: “completando-se os dias para a Sua (de YEHOSHUA) assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém”
(Lucas 9.51).
Que a noiva do Cordeiro seja desperta para cumprir seu chamado de ‘causar
ciúmes em Israel’ (“Porventura
tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a
salvação aos gentios, para os incitar à emulação” - Romanos 11.11) e para carrega-los de volta à
terra de seus antepassados (“Assim
diz o Senhor DEUS: Eis que levantarei a Minha mão para os gentios, e ante os
povos arvorarei a Minha bandeira; então trarão os teus filhos nos braços, e as
tuas filhas serão levadas sobre os ombros” - Isaías
49.22; 60.3-11).
‘Que o Nome de YHVH seja colocado
sobre suas cabeças e de toda sua parentela e ELE os abençoe abundantemente. O
SENHOR lhes abençoe e lhes guarde; o SENHOR faça resplandecer o Seu rosto sobre
vocês, e tenha misericórdia de vocês; o SENHOR sobre vocês levante o Seu rosto
e lhes dê a Paz’ (Números 6.27,24-26)
Chag Chanukah sameach.
No amor do Mashiach de Israel, YEHOSHUA,
marciah malkah